Em quatro meses, chuvas somaram 350 milímetros, metade da média histórica registrada no município de Chapada
O começo da colheita da soja é um tanto desanimador, pelo menos para produtores rurais do município de Chapada localizado na região do Alto Uruguai, no Norte gaúcho. As primeiras lavouras, que tiveram o grão retirado assustaram, pois a produtividade variou de sete a 30 sacas por hectare. “As áreas plantadas no período de 10 de outubro foram as mais atingidas pela falta de chuvas”, comenta o agrônomo da Cooperativa dos Agricultores de Chapada (Coagril), Rudinei Rishter. Ao comentar a arrancada da colheita da oleaginosa, o agrônomo aponta que ainda não é possível a montagem de um gráfico que possa antecipar como a safra vai se comportar até o final, em termos de produção por hectare.
Para o agrônomo, uma projeção mais próxima da realidade vai depender do avanço da colheita, o que deve acontecer a partir da semana que vem, quando mais da metade das lavouras estarão prontas para receberem as colheitadeiras. “Os próprios agricultores estão cautelosos nas projeções de quanto vão colher na safra 2011/2012. Não é nada normal um começo de colheita com lavouras, mesmo em pequenas quantidades, produzirem sete sacas em um hectare”, salienta Rishter. Para ele, o produtor tem que vencer o desânimo, pois esta não foi a primeira e não será a última estiagem, que irá causar prejuízos nas lavouras agrícolas.
De acordo com o agrônomo, a tendência é que a produtividade tenha uma elevação conforme for progredindo a colheita, pois as lavouras plantadas mais para o final do mês de outubro apresentam melhores condições de produtividade. “Não há como afirmar quanto estas áreas podem produzir”, reforça. Conforme Rishter, os agricultores enfrentam mais um problema, desta vez com a soja plantada em período mais tardio. “Mais alguns dias sem chuvas a oleaginoso ainda em estado verde também vai ter a produtividade reduzida drasticamente”, teme Rishter. Por outro lado, aponta que a situação mais grave é dos produtores que possuem terras arrendadas de terceiros e repassam o pagamento em grãos, quantidade que varia de 10 a 15sacas por hectare, que plantam de terceiros.
No município, durante os meses de novembro, dezembro, janeiro e fevereiro choveram apenas 350 milímetros. “Nossa média histórica, neste período, é 692 milímetros. Tivemos então uma redução de 50% na quantidade de chuvas, que para piorar foram mal distribuídas’, completou Rishter. Chapada plantou 36 mil hectares de soja. Na safra passada a média final de produtividade ficou em 57 sacas por hectare. Já as lavouras de milho produziram este ano uma média de 40 sacas por hectare contra 170 na colheita de 2011. O município teve plantado para a safra do cereal 2011/2012 cerca de 9 mil hectares.
Para o agrônomo, uma projeção mais próxima da realidade vai depender do avanço da colheita, o que deve acontecer a partir da semana que vem, quando mais da metade das lavouras estarão prontas para receberem as colheitadeiras. “Os próprios agricultores estão cautelosos nas projeções de quanto vão colher na safra 2011/2012. Não é nada normal um começo de colheita com lavouras, mesmo em pequenas quantidades, produzirem sete sacas em um hectare”, salienta Rishter. Para ele, o produtor tem que vencer o desânimo, pois esta não foi a primeira e não será a última estiagem, que irá causar prejuízos nas lavouras agrícolas.
De acordo com o agrônomo, a tendência é que a produtividade tenha uma elevação conforme for progredindo a colheita, pois as lavouras plantadas mais para o final do mês de outubro apresentam melhores condições de produtividade. “Não há como afirmar quanto estas áreas podem produzir”, reforça. Conforme Rishter, os agricultores enfrentam mais um problema, desta vez com a soja plantada em período mais tardio. “Mais alguns dias sem chuvas a oleaginoso ainda em estado verde também vai ter a produtividade reduzida drasticamente”, teme Rishter. Por outro lado, aponta que a situação mais grave é dos produtores que possuem terras arrendadas de terceiros e repassam o pagamento em grãos, quantidade que varia de 10 a 15sacas por hectare, que plantam de terceiros.
No município, durante os meses de novembro, dezembro, janeiro e fevereiro choveram apenas 350 milímetros. “Nossa média histórica, neste período, é 692 milímetros. Tivemos então uma redução de 50% na quantidade de chuvas, que para piorar foram mal distribuídas’, completou Rishter. Chapada plantou 36 mil hectares de soja. Na safra passada a média final de produtividade ficou em 57 sacas por hectare. Já as lavouras de milho produziram este ano uma média de 40 sacas por hectare contra 170 na colheita de 2011. O município teve plantado para a safra do cereal 2011/2012 cerca de 9 mil hectares.


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