‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’ leva educação e treinamento em segurança de produtos para o agricultor no campo
Desde o lançamento oficial, há três anos, a ação já alcançou quase 700 propriedades rurais, melhorando a qualidade da mão-de-obra
O projeto ‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’ encerra oficialmente as atividades deste ano com um ciclo de palestras promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores de Apiaí (SP) com a participação de especialistas, no dia 24 de outubro. Criado há quatro anos, sua finalidade é a de fomentar as boas práticas agrícolas, particularmente no treinamento sobre uso correto e seguro dos defensivos agrícolas. Por meio do projeto foram capacitados neste ano mais de 150 aplicadores, e, desde a sua criação, foram beneficiados 14 municípios e 692 propriedades rurais. O projeto está inserido nas políticas de responsabilidade sócio-ambiental da Arysta LifeScience, BASF e Syngenta.
O evento de encerramento em Apiaí (SP) contará com palestras dos engenheiros agrônomos Thais Santiago, consultora da Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que ministrará palestra sobre a segurança e saúde do aplicador de defensivos agrícolas; Renato Abdo, do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, que apresentará informações sobre a ‘Caderneta do Campo’, ferramenta para a comercialização; e José Francisco Tristão, da Coordenadoria de Defesa Agropecuária – CDA – que abordará o tema ‘Orientação e Fiscalização do Trânsito de Vegetais’. A programação contará ainda com um desfile apresentando as novidades em Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para trabalhadores rurais.
O projeto já percorreu as regiões de Mogi das Cruzes, Ibiúna e neste ano Apiaí, todas em São Paulo. Segundo a supervisora Thaís Santiago, engenheira agrônoma e de segurança de trabalho, a demanda por este tipo de conhecimento é crescente e algumas das secretarias de agricultura de cidades por onde passou já solicitaram reedição do evento. Na região de Apiaí, além da cidade o projeto abrangeu os municípios de Guapiara, Ribeirão Branco e Barra do Chapéu. Houve também parcerias pontuais com entidades como a Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), sindicatos rurais, prefeituras, Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e sociedades agrícolas. “Os resultados gerais do projeto desde o seu início foram apresentados inclusive neste ano no Congresso Brasileiro de Olericultura”, informa Thaís Santiago.
Segundo ela, as respostas no campo são percebidas nas próprias revendas locais ou canais de distribuição de produtos com o aumento das vendas, por exemplo, dos bicos de pulverização, de equipamentos de proteção individual (EPI) e do uso da Caderneta do Campo. “Além de treinar o aplicador, a grande importância desse projeto é desenvolver a mentalidade na região de um processo de educação contínuo e, muitas vezes, ser o início da adoção das boas práticas agrícolas. Dessa forma, pode evoluir para a produção integrada, ou seja, economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta”, complementa a engenheira agrônoma.
O treinamento atende a Norma Regulamentadora nº 31 (NR 31), de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura. A NR estabelece também os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho. O projeto permite que o participante com desempenho satisfatório possa conseguir o certificado de capacitação para trabalhar com defensivo agrícola.
Pela metodologia do ‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’, os alunos fazem diagnóstico e levantamento dos cuidados no manuseio e aplicação de defensivos nas propriedades, se há uso de EPI e ele é lavado corretamente, além de outras recomendações. As mudanças são verificadas entre os que viram em pré-teste e pós-teste. O Sebrae dá o suporte aos treinamentos de aplicação, ministrado em parceria com o IAC e a Faculdade Cantareira dá suporte acadêmico.
O Projeto Hortaliças, parceria entre as empresas Arysta LifeScience, BASF e Syngenta, tem ainda como função estimular o desenvolvimento sustentável, promovendo uma produção de qualidade, aliando melhoria no controle defensivos na olericultura. Além disso, a iniciativa busca assegurar a segurança e a saúde do trabalhador rural, incentivar a destinação correta das embalagens e a proteção ao meio ambiente.
A produção de hortaliças se caracteriza por ser pulverizada e apresentar uma cadeia fragmentada e sazonal. Além disso, o mercado exige alta produção diária, tecnologia e variedades. “Com este trabalho, a BASF renova seu compromisso em projetos de atuação responsável e participação em iniciativas que asseguram o uso correto de defensivos, além de atualizar e capacitar o aplicador com treinamento constante. Acreditamos que a parceria com empresas de atuação responsável, como a Arysta e a Syngenta, seja o melhor caminho para a construção da sustentabilidade no campo. Essa união é mais do que fundamental para o futuro da agricultura do Brasil”, observa Vinicius Ferreira Carvalho, Gerente de Segurança de Produtos e Responsabilidade Socioambiental de Proteção de Cultivos da BASF.
No dia-a-dia das empresas comprometidas com a sustentabilidade, os investimentos e a atenção em ações estratégicas como o Hortaliças são parte integrante do trabalho. “Essas iniciativas promovem a conscientização sobre o uso correto e seguro de nossos produtos e um comprometimento em relação à saúde e ao meio ambiente. Projetos como este nos apoiam no fortalecimento dos olericultores, importantes agricultores para todos nós, brasileiros”, enfatiza Lilian Vendrametto, Coordenadora de Stewardship da Syngenta.
Na visão da Coordenadora de Stewardship e Registro da Arysta LifeScience, Líria Hosoe, o ‘Hortaliças’ foi muito bem aceito por parte dos agricultores, superando as expectativas iniciais. “Tivemos retorno positivo das pessoas que participaram do projeto, principalmente os trabalhadores rurais que afirmam ter conquistado uma valorização profissional, por conta do treinamento que receberam. Diante disso, é possível dizer que o nosso objetivo foi alcançado”, revela.
De acordo com a Andef, que proporciona apoio institucional neste esforço conjunto de formação profissional, estima-se que produção de hortaliças no Brasil movimente ao redor de R$ 7 bilhões, numa área correspondente a aproximadamente 650 mil hectares. O segmento emprega por volta de 1 milhão de pessoas, que cultiva cerca de 60 espécies de olerícolas, a maior parte delas de forma competitiva e com possibilidade de exportação.
Serviço: Projeto ‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’
Evento de encerramento de ano
Data: 24 de outubro de 2009 Hora: 8h30
Local: Sigma (antiga Escola Amadeu Mendes)
Rua Tenente Martins, 480 (Esquina com a rua XV de Novembro) – Apiaí – SP
Desde o lançamento oficial, há três anos, a ação já alcançou quase 700 propriedades rurais, melhorando a qualidade da mão-de-obra
O projeto ‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’ encerra oficialmente as atividades deste ano com um ciclo de palestras promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores de Apiaí (SP) com a participação de especialistas, no dia 24 de outubro. Criado há quatro anos, sua finalidade é a de fomentar as boas práticas agrícolas, particularmente no treinamento sobre uso correto e seguro dos defensivos agrícolas. Por meio do projeto foram capacitados neste ano mais de 150 aplicadores, e, desde a sua criação, foram beneficiados 14 municípios e 692 propriedades rurais. O projeto está inserido nas políticas de responsabilidade sócio-ambiental da Arysta LifeScience, BASF e Syngenta.
O evento de encerramento em Apiaí (SP) contará com palestras dos engenheiros agrônomos Thais Santiago, consultora da Andef (Associação Nacional de Defesa Vegetal), que ministrará palestra sobre a segurança e saúde do aplicador de defensivos agrícolas; Renato Abdo, do Sindicato Rural de Mogi das Cruzes, que apresentará informações sobre a ‘Caderneta do Campo’, ferramenta para a comercialização; e José Francisco Tristão, da Coordenadoria de Defesa Agropecuária – CDA – que abordará o tema ‘Orientação e Fiscalização do Trânsito de Vegetais’. A programação contará ainda com um desfile apresentando as novidades em Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para trabalhadores rurais.
O projeto já percorreu as regiões de Mogi das Cruzes, Ibiúna e neste ano Apiaí, todas em São Paulo. Segundo a supervisora Thaís Santiago, engenheira agrônoma e de segurança de trabalho, a demanda por este tipo de conhecimento é crescente e algumas das secretarias de agricultura de cidades por onde passou já solicitaram reedição do evento. Na região de Apiaí, além da cidade o projeto abrangeu os municípios de Guapiara, Ribeirão Branco e Barra do Chapéu. Houve também parcerias pontuais com entidades como a Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), sindicatos rurais, prefeituras, Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e sociedades agrícolas. “Os resultados gerais do projeto desde o seu início foram apresentados inclusive neste ano no Congresso Brasileiro de Olericultura”, informa Thaís Santiago.
Segundo ela, as respostas no campo são percebidas nas próprias revendas locais ou canais de distribuição de produtos com o aumento das vendas, por exemplo, dos bicos de pulverização, de equipamentos de proteção individual (EPI) e do uso da Caderneta do Campo. “Além de treinar o aplicador, a grande importância desse projeto é desenvolver a mentalidade na região de um processo de educação contínuo e, muitas vezes, ser o início da adoção das boas práticas agrícolas. Dessa forma, pode evoluir para a produção integrada, ou seja, economicamente viável, socialmente justa e ambientalmente correta”, complementa a engenheira agrônoma.
O treinamento atende a Norma Regulamentadora nº 31 (NR 31), de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura. A NR estabelece também os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho. O projeto permite que o participante com desempenho satisfatório possa conseguir o certificado de capacitação para trabalhar com defensivo agrícola.
Pela metodologia do ‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’, os alunos fazem diagnóstico e levantamento dos cuidados no manuseio e aplicação de defensivos nas propriedades, se há uso de EPI e ele é lavado corretamente, além de outras recomendações. As mudanças são verificadas entre os que viram em pré-teste e pós-teste. O Sebrae dá o suporte aos treinamentos de aplicação, ministrado em parceria com o IAC e a Faculdade Cantareira dá suporte acadêmico.
O Projeto Hortaliças, parceria entre as empresas Arysta LifeScience, BASF e Syngenta, tem ainda como função estimular o desenvolvimento sustentável, promovendo uma produção de qualidade, aliando melhoria no controle defensivos na olericultura. Além disso, a iniciativa busca assegurar a segurança e a saúde do trabalhador rural, incentivar a destinação correta das embalagens e a proteção ao meio ambiente.
A produção de hortaliças se caracteriza por ser pulverizada e apresentar uma cadeia fragmentada e sazonal. Além disso, o mercado exige alta produção diária, tecnologia e variedades. “Com este trabalho, a BASF renova seu compromisso em projetos de atuação responsável e participação em iniciativas que asseguram o uso correto de defensivos, além de atualizar e capacitar o aplicador com treinamento constante. Acreditamos que a parceria com empresas de atuação responsável, como a Arysta e a Syngenta, seja o melhor caminho para a construção da sustentabilidade no campo. Essa união é mais do que fundamental para o futuro da agricultura do Brasil”, observa Vinicius Ferreira Carvalho, Gerente de Segurança de Produtos e Responsabilidade Socioambiental de Proteção de Cultivos da BASF.
No dia-a-dia das empresas comprometidas com a sustentabilidade, os investimentos e a atenção em ações estratégicas como o Hortaliças são parte integrante do trabalho. “Essas iniciativas promovem a conscientização sobre o uso correto e seguro de nossos produtos e um comprometimento em relação à saúde e ao meio ambiente. Projetos como este nos apoiam no fortalecimento dos olericultores, importantes agricultores para todos nós, brasileiros”, enfatiza Lilian Vendrametto, Coordenadora de Stewardship da Syngenta.
Na visão da Coordenadora de Stewardship e Registro da Arysta LifeScience, Líria Hosoe, o ‘Hortaliças’ foi muito bem aceito por parte dos agricultores, superando as expectativas iniciais. “Tivemos retorno positivo das pessoas que participaram do projeto, principalmente os trabalhadores rurais que afirmam ter conquistado uma valorização profissional, por conta do treinamento que receberam. Diante disso, é possível dizer que o nosso objetivo foi alcançado”, revela.
De acordo com a Andef, que proporciona apoio institucional neste esforço conjunto de formação profissional, estima-se que produção de hortaliças no Brasil movimente ao redor de R$ 7 bilhões, numa área correspondente a aproximadamente 650 mil hectares. O segmento emprega por volta de 1 milhão de pessoas, que cultiva cerca de 60 espécies de olerícolas, a maior parte delas de forma competitiva e com possibilidade de exportação.
Serviço: Projeto ‘Hortaliças: alimento seguro e saudável’
Evento de encerramento de ano
Data: 24 de outubro de 2009 Hora: 8h30
Local: Sigma (antiga Escola Amadeu Mendes)
Rua Tenente Martins, 480 (Esquina com a rua XV de Novembro) – Apiaí – SP
As informações são da assessoria de imprensa da Andef.


