São Paulo – A grande preocupação do setor de fertilizantes e do agronegócio brasileiro é reduzir a dependência externa. Esta questão ficou clara durante a cerimônia de abertura do 1º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, que foi realizado na terça-feira (12), em São Paulo. Para o presidente da Associação Brasileira de Agribusiness (Abag), Carlo Lovatelli, diante das perspectivas de entregas recordes de fertilizantes no Brasil, que poderiam bater em 26 milhões de toneladas em 2011, contra 24,5 milhões no ano passado, esta dependência tende a crescer, situação que só poderá ter alívio em 2014, quando os resultados dos investimentos de importantes empresas do setor, como Vale e Petrobras, dêem seus primeiros sinais.
“A necessidade de crescimento da produção mundial de alimentos resulta em um papel crucial para os fertilizantes e temos que nos preparar para atender a esta demanda mundial por produtos brasileiros. Precisamos diminuir nossa dependência externa e este Congresso é a melhor oportunidade de buscarmos soluções”, avalia. Lovatelli destacou ainda o momento de euforia do agronegócio nacional, combinando safra recorde e preços elevados na temporada 2010/11. “Mas temos problemas que devem ser enfrentados. Problemas de logística, de infraestrutura, de política tributária. Precisamos faze correção de rumos para que o setor não estanque. Vamos produzir, mas não teremos como entregar o produto”.
Da dir. p/ esq.:Carlo Lovatelli, presidente da ABAG; José Tadeu de Faria, superintendente do Ministério da Agricultura em São Paulo; Mario Alves Barbosa Neto, presidente da ANDA; Mônika Bergamaschi, secretária de Agricultura de São Paulo; Benedito da Silva Ferreira, diretor da Fiesp; Maria Filomena Rodrigues, diretora do IPT
“A necessidade de crescimento da produção mundial de alimentos resulta em um papel crucial para os fertilizantes e temos que nos preparar para atender a esta demanda mundial por produtos brasileiros. Precisamos diminuir nossa dependência externa e este Congresso é a melhor oportunidade de buscarmos soluções”, avalia. Lovatelli destacou ainda o momento de euforia do agronegócio nacional, combinando safra recorde e preços elevados na temporada 2010/11. “Mas temos problemas que devem ser enfrentados. Problemas de logística, de infraestrutura, de política tributária. Precisamos faze correção de rumos para que o setor não estanque. Vamos produzir, mas não teremos como entregar o produto”.



_858x483.jpg&w=3840&q=75)