O uso de inoculantes na cultura da soja já está sedimentado, mas ainda em experimento na cultura do milho; intenção é usar o mesmo princípio
O setor de Fertilidade do Solo da Fundação ABC vai apresentar estratégias para adubação da cultura do milho focando a aplicação de nitrogênio com avaliação de sensores ópticos e do uso de inoculantes.
De acordo com o coordenador do setor, Gabriel Barth, a idéia é mostrar aos produtores as possibilidades dessas modalidade de avaliação e manejo com a intenção de obter melhores resultados na lavoura do milho.
"O uso de inoculantes na cultura da soja já está sedimentado, mas ainda em experimento na cultura do milho. Apesar do princípio ser o mesmo, há muitos aspectos divergentes e é sobre isso que iremos tratar no Show Tecnológico. Acreditamos que poderemos adaptar com sucesso o processo feito na soja para o milho", diz Barth.
Barth ressalta que nesse Show Tecnológico no caso da adubação de milho serão apresentadas propostas como novas estratégias e que ainda há um caminho a ser percorrido na validação e recomendação tanto de inoculantes quanto no uso de sensores ópticos. "Estamos tratando como propostas, por isso falamos em estratégias para adubação. No entanto, acreditamos que essas modalidades de avaliação são perfeitamente viáveis e podem evoluir", frisa Barth.
Uso de sensores ópticos
Outra proposta que será levada aos participantes do evento é da utilização de sensores ópticos para detectar a quantidade de nitrogênio que a lavoura necessita. "Hoje é feita uma aplicação fixa. Com a utilização de sensores eletrônicos será possível perceber quais são as áreas em que há mais necessidade de nitrogênio e outras que não há necessidade, em alguns casos, economizando na adubação", ressalta Bath.
A estratégia de utilização de sensores é feita em parceria com o setor de Mecanização Agrícola e Agricultura de Precisão. "A idéia é aumentar a eficiência na recomendação da aplicação de nitrogênio, melhorando os índices da lavoura", salienta o coordenador do setor, Fabrício Pinheiro Povh.
De acordo com o coordenador do setor, Gabriel Barth, a idéia é mostrar aos produtores as possibilidades dessas modalidade de avaliação e manejo com a intenção de obter melhores resultados na lavoura do milho.
"O uso de inoculantes na cultura da soja já está sedimentado, mas ainda em experimento na cultura do milho. Apesar do princípio ser o mesmo, há muitos aspectos divergentes e é sobre isso que iremos tratar no Show Tecnológico. Acreditamos que poderemos adaptar com sucesso o processo feito na soja para o milho", diz Barth.
Barth ressalta que nesse Show Tecnológico no caso da adubação de milho serão apresentadas propostas como novas estratégias e que ainda há um caminho a ser percorrido na validação e recomendação tanto de inoculantes quanto no uso de sensores ópticos. "Estamos tratando como propostas, por isso falamos em estratégias para adubação. No entanto, acreditamos que essas modalidades de avaliação são perfeitamente viáveis e podem evoluir", frisa Barth.
Uso de sensores ópticos
Outra proposta que será levada aos participantes do evento é da utilização de sensores ópticos para detectar a quantidade de nitrogênio que a lavoura necessita. "Hoje é feita uma aplicação fixa. Com a utilização de sensores eletrônicos será possível perceber quais são as áreas em que há mais necessidade de nitrogênio e outras que não há necessidade, em alguns casos, economizando na adubação", ressalta Bath.
A estratégia de utilização de sensores é feita em parceria com o setor de Mecanização Agrícola e Agricultura de Precisão. "A idéia é aumentar a eficiência na recomendação da aplicação de nitrogênio, melhorando os índices da lavoura", salienta o coordenador do setor, Fabrício Pinheiro Povh.


