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Ceará recebe palestra sobre vacinação para Tilápias

Promoção foi da MSD Saúde Animal


No dia 25 de fevereiro, a MSD Saúde Animal, em parceria com o Instituto Federal do Ceará, promoveu uma palestra que reuniu aproximadamente 150 participantes, entre produtores, estudantes e técnicos do segmento de aquicultura da região do Cariri, estado do Ceará, sobre a importância da vacinação em tilápias contra Estreptococose, doença que tem causado diversos prejuízos aos produtores de Tilápia no Brasil.
 
Segundo o Médico Veterinário e Coordenador de Território de Aquicultura da MSD Saúde Animal, Leonardo Cericato, o objetivo do encontro era pulverizar o conceito vacinal e alertar para problemas sanitários que podem ser evitados com o uso dessa nova ferramenta.
 
A vacina AQUAVAC STREP Sa, da MSD Saúde Animal, é inédita no mercado brasileiro e tem como principal resultado o aumento da sobrevivência e consequentemente da performance produtiva das Tilápias. Em épocas de desafio, a vacina pode incrementar em até 15% a sobrevivência da criação, com consequentes melhoras no desempenho zootécnico, significando um alto retorno financeiro.
 
De acordo com Cericato, a vacina é uma novidade no País e promete inovar o mercado brasileiro. “Os produtores terão em mãos um produto que reduzirá a mortalidade e nível de infecção, refletindo em maiores sobrevivências e índices produtivos, além de diversas outras vantagens por ser um produto de caráter preventivo e alinhado ao desenvolvimento sustentável desta importante atividade no Brasil”, comentou o palestrante.
 
O palestrante e Médico Veterinário explicou que o processo de vacinação é simples. “Antes de receber a vacina, o peixe é levemente sedado provendo melhor conforto e bem estar ao animal e a vacina é injetada na sua barriga (cavidade abdominal). A duração da imunidade é de pelo menos 210 dias. Uma das preocupações é a agulha, mas Cericato garante que isto não tem problema algum. O processo é seguro e não causa mortalidade nos animais. A agulha é apropriada e não machuca o peixe”. Este processo já é realizado há anos em atividades mais tradicionais de criação de peixes no mundo, como as produções de Salmões no Chile e Noruega, por exemplo”, argumentou.
 
A vacina foi uma necessidade do mercado nacional e mundial, já que, o combate a Estreptococose é pouco eficaz com a utilização de rações medicadas, principalmente, quando o problema é diagnosticado tardiamente.
 
O Brasil está entre os dez maiores produtores mundiais de Tilápia e sua produção, em 2013, ultrapassará a casa das 160.000 toneladas, e em franco crescimento.
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