Na Bolsa de Chicago, a soja fechou perto da estabilidade com fraca demanda pelo grão norte-americano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para maio24, referência para a safra brasileira, fechou em alta de 0,42%, ou $ 5,00 cents/bushel a $ 1185,00”, comenta.
“A cotação de julho24, referência para a safra brasileira, fechou em alta de 0,38 % ou $ 4,50 cents/bushel a $ 1196,75. O contrato de farelo de soja para maio fechou em baixa de -0,12 % ou $ -0,4 ton curta a $ 333,4 e o contrato de óleo de soja para maio fechou em alta de 1,54 % ou $ 0,74/libra-peso a $ 48,89”, completa.
As cotações mais curtas da CBOT fecharam em alta com uma recuperação técnica dos preços, que tiveram uma longa sequência negativa nos dias anteriores. “A oleaginosa também se apoio na alta do óleo de soja, que valorizou 1,54% acompanhando a alta do petróleo. Já as cotações mais longas, fecharam no mesmo sentido negativo da semana. A
entrada dos grãos de Brasil e Argentina (que começou a colheita essa semana) no comércio internacional está pressionando Chicago. A América Latina como um todo está fazendo esse movimento de pressão, com Paraguai e Bolívia consolidado boas safras também”, indica.
“Neste sentido, a fraca demanda pela soja americana, já faz o mercado especular um aumento dos estoques finais norte-americanos no próximo relatório de oferta e demanda do USDA. Com isso a soja fechou a semana em baixa de -0,55% ou $-6,50 cents/bushel. O farelo de soja caiu -1,36% ou $-1,36 ton curta no período. O óleo de soja acumulou ganhos de 1,96% ou $0,94 libra/peso”, conclui.