Chicago cai e milho exportação também
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Imagem: Divulgação
PREÇOS

Chicago cai e milho exportação também

O Milho Safrinha do Paraguai já está 3% colhido, novamente bom volume de negócios
Por: -Leonardo Gottems

Com as quedas na Bolsa de Chicago, os preços FOB para o milho de exportação recuaram nesta segunda-feira, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços para julho recuaram para US$ 322/t; agosto para US$ 298; setembro também para a US$ 3298; outubro fechou a US$ 300 e novembro a US$ 305/tonelada, nos portos de Santos-SP ou Tubarão-ES. Os preços dos embarques em Barcarena/Itaqui avançaram para a US$ 303/t para agosto e setembro”, comenta.

Na Argentina o efeito foi contrário, já que os preços subiram. “Mesmo com a queda em Chicago os preços para os navios Handysize subiram, mostrando que o mercado de milho argentino, assim como o de trigo, está descolado da CBOT: julho fechou a US$ 288/t; agosto para US$ 285, setembro a US$ 285 e outubro para US$ 281. Novembro e dezembro não foram cotados. Para safra nova, março23 também não houve cotação nesta sexta-feira. Para os navios Panamax, os preços não tivemos informação, nesta segunda-feira", completa.

O Milho Safrinha do Paraguai já está 3% colhido, novamente bom volume de negócios. “Os preços do milho paraguaio caíram muito mais do que a depreciação semanal em Chicago, U$18,50 por tonelada ou mais. As exportações pelo rio Paraguai, que pagavam US$ 253 na sexta-feira 17 de junho, caíram para US$ 240 na terça-feira 21 e US$ 227 na sexta-feira 24, uma queda de 10% ou US$ 26 por tonelada”, indica.

“Na região oeste do Paraná no Brasil, de US$ 270 a US$ 247 entre duas sextas-feiras, US$ 23 ou 9% menos. Embora com alguma reação no mercado FAS, acompanhando o movimento de preços, e o mercado brasileiro apresentando números menos atrativos do que no meio da semana, os vendedores continuaram a optar por este mercado. Um volume razoável de negócios foi novamente registrado para o Brasil, com entregas principalmente a partir de setembro, com a maior parte dos lotes destinados ao oeste catarinense e o Paraná conseguindo participar em menor proporção”, conclui.

 


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