Confira como está o mercado do milho
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Imagem: Marcel Oliveira
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Confira como está o mercado do milho

O estado do Paraná tem milho bem travado, comprador sem interesse e alguns negócios de milho paraguaio
Por: -Leonardo Gottems

Apesar das altas em Chicago e na B3, os compradores de milho estão inalterados no estado do Rio Grande do Sul e o balcão recuou, segundo a TF Agroeconômica. “Apesar das altas de hoje, na parte da tarde, comprador seguiu “empurrando” mercado para trás. Indicações em R$ 90,00 Marau, R$ 91,00 Arroio do Meio, R$ 88,00 Chapecó, R$ 91,00 Santa Rosa, R$ 92,00 Ijuí. Os preços de pedra mantiveram-se em R$ 85,00 ao produtor”, comenta.

As indicações de compra no estado de Santa Catarina estiveram entre R$ 96,00 a R$ 99,00, em que vendedores no diferido mantém as pedidas entre R$ 101,00 até R$ 103,00 e, tributado, a partir de R$ 100,00 por saca. “O milho, atualmente, está mais ofertado do que demandado. No Planalto Norte indicações de R$ 92,00 p/compra no com vendedores na faixa de R$ 97-98,00. No extremo oeste tem vendedor de R$ 96 a R$ 100 e compradores nem querendo dar preço. Na região de Campos Novos, compradores a R$ 95 e vendedores na faixa de R$ 100 a 105,00/saca”, completa.

O estado do Paraná tem milho bem travado, comprador sem interesse e alguns negócios de milho paraguaio. “Tinha comprador a R$ 95,00 porto, mas nada foi reportado. No interior, vendedores a R$ 89,00/88,00 nos Campos Gerais, com comprador a R$ 86,00/87,00 e comprador em SC a R$ 91,00+ICMS Videira. No Oeste do PR também mercado travado, com compradores, bem abastecidos, sem interesse. Ideias de preço muito distantes: vendedor a R$ 90,00, comprador R$ 86,00”, indica.

“Com as indicações dos compradores mostrando uma ligeira melhora ao longo do dia, os vendedores estavam na expectativa, mas, os valores não atingem os níveis esperados pela grande maioria dos produtores, de forma a ver um movimento de vendas no mercado. De qualquer forma, estão sendo relatados negócios específicos, tanto na FAS Assunção quanto com destino ao Brasil. O que preocupa muitos com negócios para o país vizinho é a logística, como vai funcionar a alfândega e como será o preço do frete durante a safra”, conclui.


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