De maneira geral, este final de semana terá uma boa distribuição de chuvas sobre o país, além de momento de tempo firme, permitindo as operações em campo. Contudo, existem algumas ressalvas em função do predomínio de uma massa de ar mais seco entre o norte de Minas Gerais e Bahia, o que vem trazendo restrições para a região.
Confira a previsão para os próximos dias
Sábado (13/01)
No sábado, as condições de tempo no Brasil apresentaram uma grande variação. No Sul do país, após um período de instabilidades, observa-se uma diminuição significativa destas, levando a um aumento gradual das temperaturas.
Essa condição é crucial para os agricultores, visto que períodos prolongados de umidade excessiva podem afetar culturas sensíveis a doenças fúngicas. A atenção se volta para o monitoramento da umidade do solo e possíveis tratamentos fitossanitários.
Já na região Sudeste, o cenário é de reforço nas instabilidades. Com o deslocamento da frente fria, áreas como o sul de Minas Gerais, norte de São Paulo e Triângulo Mineiro devem se preparar para chuvas intensas. As projeções indicam mais de 50 mm em alguns setores do sudeste de Minas.

Domingo (14/01)
O domingo reserva mudanças significativas, principalmente para a região Sul do Brasil. A formação de uma nova área de baixa pressão na fronteira sul sugere o retorno das instabilidades, com potencial para eventos de tempo adverso, como chuvas intensas em curtos períodos, vendavais e possibilidade de granizo.
Enquanto isso, espera-se a diminuição das condições de chuvas sobre o Sudeste.
Região Norte e Centro-Oeste, seguem registrando precipitações, embora estas aconteçam de maneira isolada e passageira.
Sobre o Nordeste, o predomínio segue com o domínio da massa de ar mais seco, no sul da Bahia, o que também deve influenciar as condições de tempo ao nordeste de Minas e Espírito Santo.

Atenção especial: Leste do Nordeste
Um ponto crítico para o fim de semana é a situação no Leste do Nordeste, estendendo-se até o norte de Minas Gerais e Espírito Santo.
Uma massa de ar mais seco prevalece na região, mantendo o tempo firme.
Essa condição resulta em restrições hídricas significativas, afetando diretamente as lavouras de milho e feijão.
A análise é do meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues com revisão de Seane Lennon