A escolha da forrageira no consórcio com milho pode influenciar diretamente a produtividade de grãos e o desempenho do sistema. Pesquisa conduzida em Jaboticabal mostrou diferenças importantes entre materiais utilizados junto à cultura.
O estudo da UNESP comparou milho solteiro, milho consorciado com braquiária híbrida Mavuno e milho com braquiária ruziziensis, além de diferentes doses de nitrogênio. O experimento foi realizado entre outubro de 2025 e abril de 2026.
Os resultados indicaram que o milho consorciado com Mavuno manteve produtividade equivalente à do cultivo solteiro. Já o uso da ruziziensis provocou redução de aproximadamente 13% na produção. Na comparação entre os consórcios, a diferença chegou a 1.332 quilos por hectare, cerca de 22 sacas, a favor do Mavuno.


