De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), os comerciantes de feijão-carioca têm enfrentado dificuldades nos últimos dias devido à baixa umidade do produto, o que impacta o empacotamento. A seca, aliada às altas temperaturas e à baixa umidade relativa do ar, tem gerado feijões com níveis de umidade em torno de 9%, o que causa uma quebra superior a 20% durante o processamento. Essa situação afeta diretamente o mercado, que observa uma redução nas negociações de feijão-carioca extra.
Feijão com 9% de umidade dificulta venda
“O feijão que mais tem negócios no momento são os intermediários entre cor"
Por Leonardo Gottems
25/09/2024 08h49 · Fonte: Agrolink


