Infocafé de 30/05/22
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Imagem: Pixabay
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Infocafé de 30/05/22

Sem referencial em N.Y. devido ao feriado de Memorial Day nos E.U.A. a semana começa com mercado parado, na BM&F a posição setembro fechou cotada à US$ 284,60 com +US$1,10.
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Sem referencial em N.Y. devido ao feriado de Memorial Day nos E.U.A. a semana começa com mercado parado, na BM&F a posição setembro fechou cotada à US$ 284,60 com +US$1,10.

O dólar fechou em alta nesta segunda-feira (30), com participantes do mercado chamando a atenção para distorções de liquidez devido a um feriado nos Estados Unidos e à aproximação da formação de um importante taxa de câmbio no mercado local. A moeda norte-americana subiu 0,33%, vendida a R$ 4,7535. No exterior, ativos de risco tinham bom desempenho nesta manhã em meio à perspectiva de retomada gradual da atividade em cidades chinesas após semanas de duras medidas de restrição para combater a Covid-19. Por aqui, a FGV mostrou que o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) desacelerou a alta para 0,52% em maio e atingiu 10,72% em 12 meses. A confiança do comércio avançou em maio para o maior nível desde outubro do ano passado, enquanto que a confiança de serviços subiu pelo terceiro mês seguido. O Banco Central não divulgará mais uma vez o tradicional relatório com as projeções do mercado para a economia brasileira devido à greve dos servidores. 

A receita bruta do café foi estimada em R$ 66,78 bilhões e ocupa o quarto lugar no ranking das 17 principais lavouras brasileiras, considerando o volume físico e os respectivos preços médios dos produtos a serem recebidos pelos agricultores, de janeiro a abril deste ano. O total do faturamento bruto estimado para as 17 principais lavouras brasileiras deve alcançar R$ 881,17 bilhões, segundo análise do Observatório do Café, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com base no Valor Bruto da Produção (VBP Abril/2022), divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura. Os cinco principais produtos são: soja, em primeiro lugar, com R$ 351,98 bilhões, valor que equivale a 28,5% do total das lavouras pesquisadas; em segundo, destaca-se o milho com R$ 163,83 bilhões (13,2%); na terceira posição vem a cana-de-açúcar com R$ 118,89 bilhões (9,6%); na sequência, em quarto, o café com R$ 66,78 bilhões (5,4%), e, em quinto, o algodão com R$ 42,06 bilhões, cujo valor corresponde a 3,4% do valor total das lavouras pesquisadas. Em relação à receita do café, o faturamento bruto exclusivo do arábica deverá atingir o montante de R$ 52,37 bilhões, o qual equivale a 78% do total do setor cafeeiro nacional. Já a receita do café da espécie conilon (robusta) será de R$ 14,4 bilhões. No ranking dos cinco maiores Estados brasileiros produtores de café, nota-se que Minas Gerais ocupa o primeiro lugar com R$ 37,97 bilhões, o que equivale a aproximadamente 57% do faturamento total, seguido pelo Espírito Santo com R$ 14,34 bilhões (21,4%). Em terceiro lugar vem o Estado de São Paulo com o faturamento estimado em R$ 6,18 bilhões (9,2%), em quarto a Bahia com R$ 3,92 bilhões (5,8%) e, por fim, Rondônia, com R$ 2,4 bilhões (3,5%). Por regiões, constata-se que o Sudeste, com faturamento de R$ 58,98 bilhões, é o destaque com participação de 88,3% do total; e, na sequência, vem a Região Nordeste com R$ 3,95 bilhões (5,9%); Região Norte - R$ 2,52 bilhões (3,7%); Região Sul - R$ 780 milhões (1,1%); e, por fim, a Região Centro-Oeste, cujo faturamento foi estimado em R$ 550,17 milhões, terá um montante menor que 1% da receita total.


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