A “Iniciativa 2,4-D” lançou nota oficial rebatendo as acusações de que o herbicida estaria provocando câncer em cidades do Mato Grosso do Sul. “Não há nenhuma evidência de que seu uso cause efeitos no meio ambiente e na saúde humana, quando os usuários seguem as instruções do uso”, afirma o grupo, que é formado pelas empresas Adama, Atanor, Dow AgroSciences e Nufarm.
O comunicado foi publicado no site “Fátima News”, que havia veiculado matéria com o título: “Cinco cidades de MS estão entre as impactadas por agrotóxicos cancerígenos”.
“Com mais de 60 anos no mercado mundial, o 2,4-D é um dos herbicidas mais utilizados na agricultura moderna, com mais de 40 mil estudos conduzidos por diversas instituições de pesquisas acadêmicas e governamentais de diferentes países. Possui registro em cerca de 100 países, incluindo o Brasil, e não é proibido em nenhum lugar do mundo”, justifica a Iniciativa 2,4-D.
De acordo com o grupo, “estudos realizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Agência Regulamentadora do Canadá (PMRA), Comissão Europeia e a Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA) comprovam que o 2,4-D é seguro para utilização na agricultura”.
“O 2,4-D é considerado uma das principais ferramentas de controle de plantas daninhas de folha larga. Para auxiliar os produtores rurais na utilização correta deste herbicida, a Iniciativa 2,4-D realiza palestras e treinamentos disponibilizando material técnico com informações sobre esta molécula, bem como conceitos de tecnologia de aplicação. Em 2014, o grupo realizou 74 treinamentos em todas as macrorregiões do Brasil. Ao todo 3,5 mil produtores, técnicos e operadores de equipamentos participaram dos eventos de capacitação técnica”, conclui a nota.