Por Gilda M. Bozza - Economista DTE/FAEP
Na Bolsa de Chicago, a soja apresentou oscilações mistas, com predomínio de cotações inferiores no período de 28 a 31.01.13. Um fator que preocupa é a logística insuficiente, a nova lei dos caminhoneiros e a consequente pressão no preço dos fretes. Outra variável reside no atraso da colheita no Centro-Oeste. A questão de clima na América do Sul (no sul do Brasil e na Argentina), com possibilidade da safra argentina ser menor, haja vista, o stress hídrico, dá impulso ao mercado. Ademais a desvalorização do dólar frente ao real e o aumento do tempo de espera dos portos brasileiros são fatores que deixam o mercado em alerta. Com isso, o mercado trabalha de lado, em busca de uma direção.
Na quinta-feira (31), o movimento de realização de lucros derrubou os preços cotados a US$ 32,37 por saca, equivalente a R$ 64,41 por saca.
Na Bolsa de Chicago, a soja apresentou oscilações mistas, com predomínio de cotações inferiores no período de 28 a 31.01.13. Um fator que preocupa é a logística insuficiente, a nova lei dos caminhoneiros e a consequente pressão no preço dos fretes. Outra variável reside no atraso da colheita no Centro-Oeste. A questão de clima na América do Sul (no sul do Brasil e na Argentina), com possibilidade da safra argentina ser menor, haja vista, o stress hídrico, dá impulso ao mercado. Ademais a desvalorização do dólar frente ao real e o aumento do tempo de espera dos portos brasileiros são fatores que deixam o mercado em alerta. Com isso, o mercado trabalha de lado, em busca de uma direção.
Na quinta-feira (31), o movimento de realização de lucros derrubou os preços cotados a US$ 32,37 por saca, equivalente a R$ 64,41 por saca.


