Mercado internacional: milho segue parado
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Imagem: Marcel Oliveira
MERCADO

Mercado internacional: milho segue parado

O milho paraguaio segue em um mercado sem novidades enquanto a safrinha vem se desenvolvendo bem
Por: -Leonardo Gottems

O mercado argentino de milho manteve o preço inalterado para abril, recuando para junho e em alta para julho, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “Com o recuo das cotações dos prêmios na Argentina e do dólar no Brasil os preços ficaram, novamente, mais atraentes nesta sexta-feira", comenta.

“Para safra nova, abril o preço se manteve inalterado em US$ 320, que corresponderia a aproximadamente US$ 371 CIF portos brasileiros do sul ou R$ 107,70/saca nos portos, mais frete até o interior; já a cotação de maio recuou US$ 15/t para US$ 322/t; junho também recuou US$ 5/t para US$ 317 e julho subiu US$ 3/t para US$ 317/t. Já os embarques Panamax recuperaram US$ 18/t para US$ 338 para abril, mas recuaram e US$ 1/t para maio para US$ 336; junho subiram US$ 9/t para US$ 323 julho e julho foi cotado a US$ 315/t, segundo relatórios recebidos de corretores de Buenos Aires”, completa.

O milho paraguaio segue em um mercado sem novidades enquanto a safrinha vem se desenvolvendo bem. “O negócio de cereais ainda está muito lento, com os vendedores a continuarem a apostar em melhores níveis para os restantes lotes de cereais. Nesta altura, porém, a procura encontra-se retraída, avaliando qual a posição a tomar, com muitos compradores inclusive já cobertos até à entrada da próxima Safra”, indica.

“O Brasil pode ganhar alguma competitividade no produto disponível em função do câmbio, onde o real está ganhando espaço em relação ao dólar. Por outro lado, com a queda do câmbio, os preços no mercado interno brasileiro também estão caindo, seja por menos demanda de exportação, seja pela boa cobertura ao consumidor interno. Para a próxima safra, os vendedores apontam valores um pouco superiores aos que já eram praticados nos últimos dias, mas os compradores estão limitando seus números, especialmente devido à volatilidade dos preços. Tanto a FAS Assunção quanto o Brasil mantêm números estáveis com pequenos recuos”, conclui.


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