Milho argentino deve ter preços maiores em agosto
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Imagem: Nadia Borges
MERCADO INTERNACIONAL

Milho argentino deve ter preços maiores em agosto

Acompanhando o movimento dos preços do milho paraguaio, observou-se uma melhora nas indicações
Por: -Leonardo Gottems

O milho argentino terá preços maiores para agosto em diante, enquanto julho deve cair, de acordo com o que estima a TF Agroeconômica. “Os negócios de milho são feitos com base em prêmios, mas nós os convertemos aqui em US$/t para dar uma ideia do que poderiam significar em termos de custo efetivo para os importadores brasileiros”, comenta.

“O mercado FOB de milho argentino perdeu força, com queda de Chicago e dos prêmios, depois que a China elegeu o Brasil com parceiro para esta temporada. Para navios Handysize a cotação de julho recuou US$ 13/t para US$ 303/t. Para agosto o preço subiu US$ 9/t para US$ 319 e setembro subiu US$ 3/t para US$307. Para safra nova, em março23, não houve cotação nesta segunda-feira. Para os navios Panamax, também não houve cotação nesta terça-feira”, completa.

Acompanhando o movimento dos preços do milho paraguaio, observou-se uma melhora nas indicações de compradores na FAS Assunção para Safrinha. “Preços estáveis do milho paraguaio no Brasil e com aumento de US$ 5 por tonelada no rio Paraguai, bem como na demanda interna. Mas, os números ainda estão posicionados de 5 a 15 dólares distantes das ofertas que estão sendo apresentadas, dificultando o negócio”, indica.

“Para o mesmo produto, o Brasil manteve ideias semelhantes às da semana anterior, mas deixando em aberto a possibilidade de melhorar essas indicações, por conta do dólar, que está em patamar bem diferente de 15 dias atrás. O cereal disponível continua difícil de comercializar, com compradores de volume sem apetite no momento, o que está por vir fornecedores líderes para realizar vendas de pequenos volumes, para demandas específicas que surgem. Mas os valores entre o disponível e a próxima safra devem estar fechando, com o cereal spot perdendo valor. Importadores se queixando da demora no recebimento das mercadorias por conta da greve na Alfândega”, conclui.


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