Milho fecha em alta de 0,20% na B3
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Imagem: Divulgação
BOLSA DE MERCADORIAS

Milho fecha em alta de 0,20% na B3

Em Chicago o milho fecha em alta de 1,47% no dia, mas queda de 0,25% na semana e 4,55% no mês
Por: -Leonardo Gottems

Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em alta de 0,20% no dia, mas queda de 1,45% na semana e de 1,65% no mês, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O dia foi claramente de tomada de lucros, depois de dois dias de quedas consecutivas. Este movimento marca, também um parâmetro para o suporte dos preços, que parece estar ao redor de R$ 0,80/saca abaixo da cotação de cada mês, o que significa dizer que o mercado acredita que não cairá além deste limite”, comenta.

“A semana foi de fortes expectativas, que ainda não se confirmaram. O anúncio do acordo fitossanitário do Brasil com a China tem um potencial de exportação de 10 milhões de toneladas, que poderão elevar novamente os preços a patamares atraentes, tanto no mercado futuro, como no mercado físico. Mas, enquanto não houver confirmação concreta de negócios efetuados, a dança das cotações irã oscilar ao sabor das especulações dos investidores financeiros”, completa.

Em Chicago o milho fecha em alta de 1,47% no dia, mas queda de 0,25% na semana e 4,55% no mês. “A cotação do milho para julho22, que passou a ser mês presente é período importante para a exportação brasileira, fechou em nova alta de 1,47% ou 11,25 cents/bushel a $ 776,25. Compras de oportunidade (após quedas recentes) e a possibilidade de as chuvas anunciadas atrasarem o plantio deram sustentação aos preços. O mercado começa a descontar a possibilidade de impacto nos rendimentos. Petróleo e trigo firme adicionaram um sentimento de alta,” indica.

“O relatório semanal da CFTC mostrou uma redução de 48.242 contratos na posição líquida Das posições dos Fundos para futuros e opções de milho na semana que terminou em 24/5. Essa redução semana/semana, de 340 mil contratos para 291,4 mil, foi impulsionada principalmente pelo fechamento de 30,9 mil contratos longos de milho. Os hedgers comerciais também reduziram a exposição ao longo da semana, recomprando 54,8 mil contratos por um saldo líquido 58 mil mais leve a menos de 635.456 contratos”, conclui.


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