O relatório parcial do inquérito referente à Operação Semilla, da Polícia Federal, apontou irregularidades que causaram um prejuízo de mais de R$ 20 milhões. A investigação apurou a participação de um grupo criminoso na Superintendência Regional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio Grande do Sul (Mapa). O documento foi entregue pela Polícia Federal (PF) e revelado nesta terça-feira (18.08) pela Justiça Federal. Ao todo, cinco pessoas foram indiciadas por corrupção passiva e ativa, além de associação criminosa.
Segundo a Polícia Federal, o dinheiro é oriundo de desvios diretos de pagamentos a eventos fictícios da empresa Ícone Eventos e Viagens Ltda. Os agentes chegaram até o montante por meio de dados fornecidos pela investigação e documentos colhidos na fase ostensiva da operação, em maio. A investigação apurou que o grupo agia em benefício de empresas do setor reduzindo valores de multas, alertando sobre fiscalizações (incluindo diligências da Operação Leite Compen$ado, do Ministério Público) e auxiliando em processos de autos de infração. Francisco Signor foi apontado como coordenador da organização criminosa.
Após ação da PF, o Mapa exonerou o superintendente da Pasta no Rio Grande do Sul, Francisco Signor. O fiscal federal agropecuário Roberto Schroeder já foi nomeado como novo titular da Superintendência gaúcha.
O inquérito ainda revelou que inúmeras empresas, sobretudo das áreas de sementes, insumos e defensivos agrícolas, teriam sido beneficiadas com a redução de valores ou anulação de multas. A investigação apurou ainda que o grupo agia em benefício de empresas do setor alertando sobre fiscalizações (incluindo diligências da Operação Leite Compen$ado, do Ministério Público) e auxiliando em processos de autos de infração. Signor foi apontado como coordenador da organização criminosa.
Segundo a Polícia Federal, o dinheiro é oriundo de desvios diretos de pagamentos a eventos fictícios da empresa Ícone Eventos e Viagens Ltda. Os agentes chegaram até o montante por meio de dados fornecidos pela investigação e documentos colhidos na fase ostensiva da operação, em maio. A investigação apurou que o grupo agia em benefício de empresas do setor reduzindo valores de multas, alertando sobre fiscalizações (incluindo diligências da Operação Leite Compen$ado, do Ministério Público) e auxiliando em processos de autos de infração. Francisco Signor foi apontado como coordenador da organização criminosa.
Após ação da PF, o Mapa exonerou o superintendente da Pasta no Rio Grande do Sul, Francisco Signor. O fiscal federal agropecuário Roberto Schroeder já foi nomeado como novo titular da Superintendência gaúcha.
O inquérito ainda revelou que inúmeras empresas, sobretudo das áreas de sementes, insumos e defensivos agrícolas, teriam sido beneficiadas com a redução de valores ou anulação de multas. A investigação apurou ainda que o grupo agia em benefício de empresas do setor alertando sobre fiscalizações (incluindo diligências da Operação Leite Compen$ado, do Ministério Público) e auxiliando em processos de autos de infração. Signor foi apontado como coordenador da organização criminosa.


