Segundo a TF Agroeconômica, o USDA confirmou nesta semana safras recordes para os Estados Unidos, Brasil, Argentina e o mundo, com o clima favorecendo a colheita nas planícies americanas e o início das chuvas nas plantações da América do Sul após um período de seca. No entanto, a demanda chinesa apresenta incertezas devido a problemas financeiros no país, levando o USDA a ajustar a previsão de importações de soja da China de 112 milhões de toneladas para 109 milhões na safra 24/25. Com essa combinação de maior oferta e menor demanda, a tendência dos preços da soja é de queda nos mercados físico e futuro, em curto, médio e longo prazos.
Soja: é melhor vender agora?
Entre os fatores de alta, destaca-se no Brasil a elevação do uso de biodiesel
Por Leonardo Gottems
14/10/2024 06h32 · Fonte: Agrolink


