Diante da realidade que preocupa muitas famílias rurais gaúchas, o tema da sucessão familiar será foco em diferentes espaços da Emater/RS-Ascar durante a 14ª edição da Expodireto Cotrijal, que será realizada no Parque de Exposições emNão-Me-Toque, entre os dias 4 e 8 de março.
Morador de Ubiretama, noroeste do Estado, o agricultor Edemar Schulz pretende acompanhar a programação da feira. A sucessão familiar é um tema bastante presente em sua vida, uma vez que têm os dois filhos e a esposa tirando o sustento da propriedade de 12,5 hectares na qual vivem.
A partir da reestruturação do sistema produtivo da propriedade e da possibilidade de acessar tecnologias de comunicação como a Internet, os dois filhos do casal resolveram permanecer no campo e auxiliam os pais nas atividades diárias. Para isso, a família deixou a monocultura de soja e investiu em alternativas como a atividade leiteira.
Depois de três décadas de trabalho, Gelci, esposa de Edemar, relata a felicidade de ter os filhos por perto. “No começo, não era fácil. No início, plantávamos soja e ainda não vendíamos leite. Hoje, estamos investindo mais no leite e podemos dizer que valeu a pena”. Ter os filhos por perto, segundo a mãe, é uma recompensa. “Esse era o meu maior desejo, que eles não fossem embora. E, hoje, estou muito feliz que tenho os dois comigo”.
Capacitação
Morador de Ubiretama, noroeste do Estado, o agricultor Edemar Schulz pretende acompanhar a programação da feira. A sucessão familiar é um tema bastante presente em sua vida, uma vez que têm os dois filhos e a esposa tirando o sustento da propriedade de 12,5 hectares na qual vivem.
A partir da reestruturação do sistema produtivo da propriedade e da possibilidade de acessar tecnologias de comunicação como a Internet, os dois filhos do casal resolveram permanecer no campo e auxiliam os pais nas atividades diárias. Para isso, a família deixou a monocultura de soja e investiu em alternativas como a atividade leiteira.
Depois de três décadas de trabalho, Gelci, esposa de Edemar, relata a felicidade de ter os filhos por perto. “No começo, não era fácil. No início, plantávamos soja e ainda não vendíamos leite. Hoje, estamos investindo mais no leite e podemos dizer que valeu a pena”. Ter os filhos por perto, segundo a mãe, é uma recompensa. “Esse era o meu maior desejo, que eles não fossem embora. E, hoje, estou muito feliz que tenho os dois comigo”.
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