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Mercados agrícolas iniciam dia em alta

No trigo, os contratos em Chicago operam em alta


No trigo, os contratos em Chicago operam em alta No trigo, os contratos em Chicago operam em alta - Foto: Divulgação

Os mercados agrícolas iniciam o dia com movimento positivo nas principais bolsas internacionais, refletindo fatores climáticos, geopolíticos e ajustes técnicos. As informações foram divulgadas pela TF Agroeconômica na abertura desta quinta-feira, 12 de fevereiro.

No trigo, os contratos em Chicago operam em alta. O vencimento março de 2026 é cotado a US$ 540,00 por bushel, enquanto dezembro de 2026 avança para US$ 586,25 e março de 2027 marca US$ 600,00. Segundo a TF Agroeconômica, o suporte vem da retomada das compras por fundos, da falta de umidade nas Grandes Planícies Centrais e do Sul dos Estados Unidos e das baixas temperaturas que afetam as lavouras de inverno. A reativação das hostilidades entre Rússia e Ucrânia também influencia o mercado. No físico, o Paraná registra R$ 1.166,91 por tonelada e o Rio Grande do Sul, R$ 1.066,54.

A soja amplia os ganhos em Chicago. O contrato março de 2026 sobe para US$ 1.135,50, após ter superado US$ 11,40 por bushel durante a madrugada, no nível mais alto desde 5 de dezembro. Maio de 2026 é negociado a US$ 1.151,00. O farelo acompanha o movimento e atinge US$ 307,9 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja é cotado a US$ 57,48 por libra-peso, próximo de resistência técnica em US$ 58,00. Chuvas intensas no Brasil atrasam a colheita e geram entraves logísticos, dando sustentação adicional aos preços nos Estados Unidos. O mercado também considera a expectativa de maiores vendas americanas para a China no fim da safra. No Paraná, a soja no interior vale R$ 119,46 e em Paranaguá, R$ 126,95.

O milho apresenta leve alta em Chicago, com março de 2026 a US$ 428,00. O movimento acompanha a força da soja e o ritmo acelerado das exportações dos Estados Unidos, com meta projetada pelo USDA em 83,82 milhões de toneladas para 2025/2026. A Bolsa de Rosário manteve a estimativa da safra argentina em 62 milhões de toneladas, acima das projeções de Buenos Aires e do USDA, destacando a importância das chuvas previstas para os próximos dias. Na B3, março de 2026 é negociado a R$ 70,05 e o físico registra R$ 67,21.

 

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