Brasileiros ensinam argentinos e paraguaios a tirar leite

leite de primeira

Brasileiros ensinam argentinos e paraguaios a tirar leite

Produtores de leite da região do Mercosul visitam produtores de Castro, nos Campos Gerais paranaenses, em busca de sistemas de produção mais eficientes
Por:
113 acessos

Receba Notícias como esta por email

Cadastre-se e receba nossos conteúdos gratuitamente
Obrigado por se cadastrar
  • Enviamos a você um email de boas vindas para ativação de seu cadastro.

Comitivas de três países do Mercosul estão de olho no sistema de produção de leite em Castro (PR). Com o objetivo de conhecer os sistemas de produção e manejo paranaense, um grupo de pecuaristas e médicos veterinários do Uruguai irá desembarcar ainda nas próximas semanas na região. Há cerca de 30 dias, 35 pessoas da Argentina e do Paraguai estiveram nas propriedades.

Uma das líderes da equipe argentina, a consultora Connie Córdoba, da empresa CRI Genética - especializada em inseminação artificial e melhoramento genético para a produção de carne e leite -, comenta que a maioria dos produtores leiteiros argentinos criam o gado no pasto, e que precisam aprender novos métodos para tirar o leite.

“É preciso construir algum tipo de galpão mais eficiente e a região de Castro tem diversos exemplos. Cada fazenda conta com um tipo de manejo e estrutura diferentes, o que foi muito bom para os produtores observarem”, revela.

Na opinião do médico veterinário Bruno Scarpa, gerente da área de leite da CRI Genética, esse intercâmbio é importante porque o Brasil passa por um processo de reorganização dos sistemas de produção, com novas tecnologias e ferramentas para a gestão. Neste sentido, a produção paranaense é exemplo internacional. “A região de Castro é referência não só para os produtores brasileiros, mas também para produtores ao redor do mundo”, comenta.

Para o especialista, ao conhecer diferentes fazendas e métodos de manejo, as decisões dos produtores ficam mais assertivas. “Assim se conhece todos os prós e contras de cada um, identificamos qual mais se enquadra para cada propriedade e não cometemos erros que outros parceiros produtores podem já ter identificado e solucionado”, finaliza Scarpa. Ele destaca que isso certamente impacta na rentabilidade final do produto.

Atenção: Para comentar esse conteúdo é necessário ser cadastrado, faça seu cadastro gratuíto.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink