Por *Leandro Diniz
Estudos da doença são necessários para estabelecer um programa de detecção, controle e erradicação em Sergipe e assim evitar a disseminação. A Embrapa Tabuleiros Costeiros vem trabalhando no desenvolvimento de um sistema de diagnose que permitirá ao produtor eliminar plantas com e sem sintomas, evitando disseminação ao longo da propriedade.
O Brasil é o segundo maior produtor de banana do mundo alcançando 7,1 milhões de toneladas anuais em uma área estimada de 504 mil hectares tendo o Nordeste como a maior região produtora do país com 39% deste total. Com estes dados podemos ver que a bananicultura possui considerável importância sócio-econômica nesta região, sendo importante fonte de renda principalmente para pequenos agricultores.
Em Sergipe, um dos problemas fitossanitários relatados é a ocorrência do moko da bananeira ou murcha bacteriana que é causado pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, considerada uma praga quarentenária com ampla distribuição em regiões tropicais, sub-tropicais e temperadas em todo o mundo. Além de Sergipe ocorre também nos Estados da região Norte à exceção do Acre.
Estudos da doença são necessários para estabelecer um programa de detecção, controle e erradicação em Sergipe e assim evitar a disseminação. A Embrapa Tabuleiros Costeiros vem trabalhando no desenvolvimento de um sistema de diagnose que permitirá ao produtor eliminar plantas com e sem sintomas, evitando disseminação ao longo da propriedade.
O Brasil é o segundo maior produtor de banana do mundo alcançando 7,1 milhões de toneladas anuais em uma área estimada de 504 mil hectares tendo o Nordeste como a maior região produtora do país com 39% deste total. Com estes dados podemos ver que a bananicultura possui considerável importância sócio-econômica nesta região, sendo importante fonte de renda principalmente para pequenos agricultores.
Em Sergipe, um dos problemas fitossanitários relatados é a ocorrência do moko da bananeira ou murcha bacteriana que é causado pela bactéria Ralstonia solanacearum raça 2, considerada uma praga quarentenária com ampla distribuição em regiões tropicais, sub-tropicais e temperadas em todo o mundo. Além de Sergipe ocorre também nos Estados da região Norte à exceção do Acre.


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