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Manejo no fim do ciclo protege produtividade da soja

As plantas daninhas competem por recursos


As plantas daninhas competem por recursos As plantas daninhas competem por recursos - Foto: Nadia Borges

O manejo de plantas daninhas e pragas no final do ciclo da soja é uma etapa decisiva para preservar o potencial produtivo da lavoura e assegurar a qualidade dos grãos colhidos. À medida que a cultura se aproxima da maturação, falhas nesse processo podem resultar em perdas de rendimento, aumento de impurezas e dificuldades operacionais durante a colheita, além de impactos negativos sobre a próxima safra.

As plantas daninhas competem por recursos, elevam a umidade dos grãos e dificultam a colheita mecanizada. Quando não controladas, também favorecem a permanência de insetos na área e criam obstáculos para a implantação da cultura seguinte. No mesmo período, pragas como percevejos e lagartas seguem causando danos diretos aos grãos, comprometendo peso e qualidade no momento da colheita.

“Um manejo inadequado no final do ciclo pode impactar o rendimento e a qualidade da soja e também prejudicar a safra subsequente. Quando não controladas corretamente, as plantas daninhas são muito problemáticas para a rotação de culturas, enquanto o controle incorreto de pragas, pode levar a uma pressão muito maior na safra seguinte de milho safrinha, por exemplo. Por isso, é essencial que o produtor adote práticas corretas de manejo neste estágio para garantir tanto a produtividade atual quanto a sustentabilidade das lavouras no futuro”, alerta Fábio Lemos, engenheiro agrônomo e gerente de culturas e portfólio da FMC, empresa de ciências para agricultura.

Entre as tecnologias voltadas ao controle de pragas, a FMC destaca o Sofero Fall, solução baseada em feromônio específico para o manejo preventivo da Spodoptera frugiperda, integrada às estratégias de Manejo Integrado de Pragas. Na última safra, áreas demonstrativas em diferentes estados registraram ganhos de produtividade quando a tecnologia foi associada às práticas já adotadas pelos agricultores.

No controle de percevejos, o inseticida Hero é apontado como alternativa para proteção da soja na fase final do ciclo, com benefício adicional de reduzir a pressão sobre culturas posteriores. Já na dessecação pré-colheita, o herbicida Aurora 400 EC contribui para o controle de plantas daninhas de difícil manejo, melhora a uniformidade da lavoura e facilita a operação de colheita.
 

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