Bula 2,4 D Amina 840 SL

CI
2,4-D
5002
Albaugh

Composição

2,4-D 840 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 698 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Hormonal, Seletivo

Arroz

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Calda Terrestre Dosagem
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea quamoclit (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Triumfetta bartramia (Carrapichão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Calda Terrestre Dosagem
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco plástico (PET/COEX/PE) de 1 L.
Bombona plástica de 5 e 20 L.
Balde de aço de 20 L.
Tambores de aço de 200 L.
Bombona plástica PET/COEX/PE de 10L.
Caixa de papelão tripla face parede dupla de 20 L( 2x10).

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é recomendado como eficiente no controle de plantas daninhas em aplicação pós-emergente nas culturas do arroz (na forma irrigada), trigo, milho, cana-de-açúcar e áreas de pastagens (Cynodon dactylon e Brachiaria decumbens). É recomendado também na aplicação em pré-plantio (manejo ou dessecação). Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas para eliminação da vegetação antes do plantio, sistema de plantio direto para as culturas de milho e soja. Deve ser aplicado nas plantas daninhas já crescidas (pós-emergência) controlando as plantas daninhas de folhas largas.

MODO DE APLICAÇÃO

Deve ser diluído em água e aplicado por pulverização via terrestre, através de pulverizadores manuais, costais, motorizados, tratorizados com barra ou autopropelidos, conforme recomendações para cada cultura. Realizar a aplicação com volume de calda suficiente para distribuição uniforme em toda a área. O volume de calda pode variar em função da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras. Deve ser adequado ao tipo do equipamento aplicador e poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do mesmo. Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura das plantas. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável e siga as boas práticas para aplicação e asrecomendações do fabricante do equipamento.

PREPARO DA CALDA

Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”. Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente. Para melhor preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa até a metade da capacidade do tanque. Fazer uma pré-diluição do produto de acordo com a dose recomendada para a cultura ou adicionar o produto no tanque, mantendo a agitação da calda. Manter o agitador ligado, completar o volume de água do pulverizador e aplicar imediatamente.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

APLICAÇÕES TERRESTRES

Aplicação em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento costal (manual ou motorizado) ou tratorizado. É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação do risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidades, vilas, bairros, bem como moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.

- Aplicação Tratorizada

Na cultura da café cana-de-açúcar, é obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de pelo menos 50% na aplicação tratorizada.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto. Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo e as orientações do equipamento de aplicação.

Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.

Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.

Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição. Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.

Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

Faixa de volume de calda: 200 a 400 L de calda por hectare.

- Aplicação dirigida com Costa Manual
Na cultura da cana-de-açúcar, é obrigatória a utilização de tecnologias de redução de deriva de pelo menos 55% na aplicação costal.

Bicos: utilize bicos que gerem gotas médias ou grossas de forma a minimizar os riscos com deriva. Pressão: deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas. Tamanho de gotas: médias (M) ou grossas (G).

Faixa de volume de calda: 200 a 400 L de calda por hectare. Calcular a área a ser efetivamente tratada, adaptando a dose indicada por hectare, ao tamanho da mesma. Em geral, é recomendado utilizar estrutura de proteção (protetor tipo chapéu), de modo a evitar a possibilidade do jato atingir a cultura. Tratamento de plantas daninhas em pastagens com jato dirigido: Utilizar bicos de jato em leque ou jato cônico, dirigindo o jato sobre as plantas daninhas, de forma a garantir uma boa cobertura.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:

Temperatura (máxima) do ar: 35ºC
Umidade relativa do ar: 55% (mínima)
Velocidade do vento: 10 km/h (3 m/seg)

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro Agrônomo.

Cuidados durante a aplicação

Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação. Gerenciamento de deriva: Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Inversão térmica

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado. Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”. Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Cultura: Arroz
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 24 horas
8h de atividades: 14 dias
Cultura: Cana-de-açúcar
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 13 dias
8h de atividades: 31 dias²

Cultura: Milho
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: -
8h de atividades: 18 dias

Cultura: Pastagem
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 5 dias³
8h de atividades: 23 dias³

Cultura: Soja
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: -
8h de atividades: 18 dias

Cultura: Trigo
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 2 dias
8h de atividades: 20 dias

¹A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.

²Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana -de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.

³Mantido em 24 horas por não ter sido realizada a avaliação de risco da exposição ocupacional pela ausência de produtos formulados com uso autorizado para estas culturas.

MEDIDAS DE MITIGAÇÃO DE RISCO PARA OS RESIDENTES E TRANSEUNTES (DEMAIS INDIVÍDUOS TRANSITANDO OU DE PASSAGEM) EM ÁREAS PRÓXIMAS DAS CULTURAS COM APLICAÇÃO DO PRODUTO EXEMPLO (2,4-D)

- É exigida a manutenção de bordadura de, no mínimo, 10 metros livres de aplicação costal e tratorizada de produtos formulados contendo 2,4-D, conforme resultados da avaliação de risco da exposição de residentes. A bordadura terá início no limite externo da plantação em direção ao seu interior e será obrigatória sempre que houver povoações, cidade, vilas, bairros, bem como, moradias ou escolas isoladas, a menos de 500 metros do limite externo da plantação.
- É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 55% para aplicação costal.
- É proibida a utilização de taxas de aplicação costal superiores a 1,7 Kg/ha de produtos à base de 2,4-D na cultura de café no caso de impossibilidade de utilização de tecnologia de redução de deriva de pelo menos 55%. - É exigida a utilização de tecnologia de redução de deriva nas culturas de café e cana-de-açúcar de pelo menos 50% para aplicação tratorizada.
- Limitar o acesso em área tradada de transeuntes e residentes.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Respeitar uma área de bordadura (área não aplicada) mínima de 10 metros entre o local de aplicação e áreas vizinhas com culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como uva, oliva, tomate, algodão e batata.
- Não aplicar com ventos a favor de culturas sensíveis ao 2,4-D.
- Seguir rigorosamente as recomendações de aplicação, observando as condições climáticas recomendas e demais informações sobre deriva.
- A eficiência pode ser reduzida se ocorrerem chuvas até o período de 6 horas após a aplicação.
- Por se tratar de um herbicida sistêmico, não aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira ou qualquer barreira que impeça a penetração do herbicida nas plantas infestantes alvo.
- Não utilizar águas turvas ou com presença de argilas (barrentas), pois a eficiência do produto poderá ser prejudicada.
- O pulverizador usado para a aplicação deve ser rigorosamente limpo realizando a tríplice lavagem (tanque, barra, filtros em geral e pontas de pulverização) antes da aplicação de outros produtos.
- Não armazenar a calda de pulverização em quaisquer recipientes, ou mesmo, para aplicação no dia subsequente.

Atenção: Para aplicação tratorizada, o mesmo indivíduo não pode realizar as atividades de mistura, abastecimento e aplicação.

OBSERVE ESSES ITENS ABAIXO PARA FAZER UMA APLICAÇÃO SEGURA

- Não pulverize com ar muito calmo. O ar parado, sem qualquer vento, geralmente ocorre nas primeiras horas da manhã. Reduz as trocas de ar entre as camadas verticais, próximo ao solo, significando que a névoa pulverizada pode se mover lentamente, com o vento, para longas distâncias.
- Utilize menores pressões. Altas pressões geram muito mais gotas pequenas (menores que 150 micrômetros). Na maioria dos casos, não é necessário mais do que 40-45 PSI (pressão de trabalho). Observar com os fabricantes, a pressão mínima de trabalho dos bicos de pulverização utilizados (principalmente os bicos de injeção de ar).
- Menores alturas das barras. A velocidade do vento aumenta com a altura. Se a barra estiver um pouco mais baixa a deriva será reduzida. Para pontas de 110° graus de ângulo leque, a relação adequada entre espaçamento e altura é de 1:1, isto é, se o espaçamento for 50 cm, a altura deverá ser 50 cm também. Alguns bicos têm características de distribuição individual que permitem menor altura da barra.
- Não pulverize no período mais quente do dia. Altas temperaturas geram baixa umidade do ar favorecendo a evaporação e o tempo de duração das gotas, podendo, estas, secarem antes de atingir o alvo.
- Selecione um bico que produza gotas maiores. Use gotas que sejam grandes o suficiente para evitar a deriva, mas num tamanho que forneça a cobertura adequada.
- O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas quando aplicado nas doses e usos recomendados. Evitar aplicações em proximidade de culturas sensíveis. São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas, hortaliças, bananeiras, quando a pulverização atinge diretamente a folhagem.
- A utilização fora das especificações pode causar sérios danos em culturas sensíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir estas culturas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. O herbicida é composto por 2,4-D dimetilamina, que tem como ação mimetizar a auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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