Bula 2,4-D Atanor II

CI
2,4 D
20721
Albaugh

Composição

2,4-D 840 g/L
Equivalente ácido de 2,4-D 698 g/L

Classificação

Terrestre
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Hormonal, Seletivo

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pastagens

Dosagem Calda Terrestre
Alternanthera tenella (Apaga fogo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Emilia sonchifolia (Falsa serralha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ipomoea quamoclit (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Triumfetta bartramia (Carrapichão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Malvastrum coromandelianum (Vassourinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Parthenium hysterophorus (Losna branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida cordifolia (Malva branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Trigo

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bidens pilosa (Picão preto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Croton glandulosus (Gervão branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heteranthera reniformis (Água pé mirim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Leonurus sibiricus (Rubim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polygonum persicaria (Erva de bicho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Portulaca oleracea (Beldroega) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Raphanus raphanistrum (Nabiça) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Thalia geniculata (Tália) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frasco (plástico): 0,5; 1,0; 2,0L

Bombona (plástico): 5; 10; 15; 20L

Balde (plástico): 20; 25; 50L

Tambor (metálico/plástico): 50; 100; 150; 200; 500L

Mini bulk (plástico com estrutura metálica): 100; 200; 400; 450; 500; 550; 600L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é recomendado no controle de plantas daninhas em aplicação pós-emergente nas culturas do arroz (na forma irrigada), trigo, milho, cana-de-açúcar e áreas de pastagens (Cynodon dactylon e Brachiaria decumbens). É recomendado também na aplicação em pré-plantio (manejo ou dessecação). Aplicação em pós-emergência das plantas daninhas para eliminação da vegetação antes do plantio, sistema de plantio direto para as culturas de milho e soja. Deve ser aplicado nas plantas daninhas já crescidas (pós-emergência) controlando as plantas daninhas de folhas largas.

MODO DE APLICAÇÃO

É aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e pulverizado por meio de equipamento costal (manual ou motorizado) ou tratorizado.

APLICAÇÕES TERRESTRES

É aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme e pulverizado por meio de equipamento costal (manual ou motorizado) ou tratorizado, observando os seguintes parâmetros:
- Densidade de gotas: 30 gotas/cm²;
- Volume de aplicação: 200 a 400 L/ha.

EQUIPAMENTO TERRESTRE

Equipamento: Costal manual
Tipos de bicos: 80.01 a 80.04 110.01 a 110.04 defletor (TK.05) (e equivalentes)
Vazão (L/ha): 200 a 400
Pressão (kg/cm²): 2,78
Tamanho de gotas (µm): 200 - 400
Densidade de gotas (gotas/cm²): 20 - 30

Equipamento: Tratorizado de barra
Tipos de bicos: 80.01 a 80.04 110.01 a 110.04 defletor (TK.05) (e equivalentes)
Vazão (L/ha): 200 a 400
Pressão (kg/cm²):2,78
Tamanho de gotas (µm): 200 - 500
Densidade de gotas (gotas/cm²): 20 – 30

Condições climáticas:
- Temperatura (máxima) do ar: 35ºC;
- Umidade relativa do ar: 55% (mínima);
- Velocidade do vento: 10 km/h (3 m/seg.) (máxima)

OBSERVAÇÃO

Sobre outros equipamentos, fazer uma boa cobertura de pulverização nas plantas, e consultar um Engenheiro Agrônomo para as condições de aplicação do produto e verificar as condições climáticas citadas acima.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Depois desse período, para a reentrada na área tratada com o produto devem ser seguidos os intervalos especificados para cada cultura e tempo de atividade, conforme tabela abaixo:
Intervalos de reentrada de trabalhadores nas áreas com aplicação do agrotóxico segundo a cultura e o tempo de atividades, conforme tabela a seguir:

Cultura: Arroz
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 24 horas
8h de atividades: 14 dias

Cultura: Cana-de-açúcar
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 13 dias
8h de atividades: 31 dias²

Cultura: Milho
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: -
8h de atividades: 18 dias

Cultura: Pastagem
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 5 dias³
8h de atividades: 23 dias³

Cultura: Soja
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: -
8h de atividades: 18 dias

Cultura: Trigo
Modalidade de Emprego (Aplicação): Pré/Pós-emergência
Intervalo de Reentrada¹
2h de atividades: 2 dias
8h de atividades: 20 dias

¹A entrada na cultura no período anterior ao intervalo de reentrada somente deve ser realizada com a utilização pelos trabalhadores de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e os equipamentos de proteção individual (EPI) vestimenta hidrorrepelente e luvas. Os intervalos de reentrada podem ser diferentes nas bulas dos produtos formulados caso a empresa registrante tenha apresentado dados para a realização da avaliação de risco da exposição ocupacional de seu produto formulado.
²Necessária a utilização pelos trabalhadores, após o intervalo de reentrada, de vestimenta simples de trabalho (calça e blusa de manga longa) e luvas como equipamento de proteção individual (EPI) para se realizar qualquer trabalho nas culturas de cana -de-açúcar após a aplicação de produtos contendo 2,4-D.
³Mantido em 24 horas por não ter sido realizada a avaliação de risco da exposição ocupacional pela ausência de produtos formulados com uso autorizado para estas culturas.

LIMITAÇÕES DE USO

O produto não é fitotóxico para as culturas recomendadas, dentro das dosagens e usos recomendados. Utilizar o produto somente para as culturas e plantas daninhas constantes na bula.

OBSERVE ESSES ITENS ABAIXO PARA FAZER UMA APLICAÇÃO SEGURA

- Não pulverize com ar muito calmo. O ar parado, sem qualquer vento, geralmente ocorre nas primeiras horas da manhã. Reduz as trocas de ar entre as camadas verticais, próximo ao solo, significando que a névoa pulverizada pode se mover lentamente, com o vento, para longas distâncias.
- Utilize menores pressões. Altas pressões geram muito mais gotas pequenas (menores que 150 micrômetros). Na maioria dos casos, não é necessário mais do que 40-45 PSI (pressão de trabalho). Observar com os fabricantes, a pressão mínima de trabalho dos bicos de pulverização utilizados (principalmente os bicos de injeção de ar).
- Menores alturas das barras. A velocidade do vento aumenta com a altura. Se a barra estiver um pouco mais baixa a deriva será reduzida. Para pontas de 110° graus de ângulo leque, a relação adequada entre espaçamento e altura é de 1:1, isto é, se o espaçamento for 50 cm, a altura deverá ser 50 cm também. Alguns bicos têm características de distribuição individual que permitem menor altura da barra.
- Não pulverize no período mais quente do dia. Altas temperaturas geram baixa umidade do ar favorecendo a evaporação e o tempo de duração das gotas, podendo, estas, secarem antes de atingir o alvo.
- Selecione um bico que produza gotas maiores. Use gotas que sejam grandes o suficiente para evitar a deriva, mas num tamanho que forneça a cobertura adequada.
- O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas quando aplicado nas doses e usos recomendados. Evitar aplicações em proximidade de culturas sensíveis. São sensíveis ao produto todas as culturas dicotiledôneas, hortaliças, bananeiras, quando a pulverização atinge diretamente a folhagem.
- A utilização fora das especificações pode causar sérios danos em culturas sensíveis. Dessa forma, não aplique quando houver possibilidade de atingir estas culturas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. O herbicida é composto por 2,4-D dimetilamina, que tem como ação mimetizar a auxina, pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo O para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).




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