Bula Academic

acessos
Cimoxanil + Mancozebe
1205
Oxon

Composição

Cimoxanil 60 g/kg Acetamida
Mancozebe 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,5 a 3 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias Aplicar preventivamente no controle da requeima
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
150 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias Aplicar preventivamente no controle da requeima
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
200 a 300 g p.c./100 L de água 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações com intervalos de 7 dias. 7 dias Aplicar no início do crescimento da brotação até o início da frutificação

Sacos de papel com filme de polietileno, compolietileno e alumínio, com polietileno, de celopoli, de alumínio com polietileno e de papel multifolhado para: 0,5; 1,0; 2,0; 5,0; 10; 20; 25 e 50 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:

ACADEMIC é um fungicida para aplicações nas culturas de batata, tomate e uva, conforme quadro de recomendações.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para as culturas da Batata e Tomate aplicar preventivamente no controle da requeima, com intervalos de 7 dias, com um número máximo de 4 aplicações. Em condições altamente favoráveis à doença (alta umidade e temperaturas amenas), recomenda-se usar a dosagem maior e uma redução no intervalo das aplicações.
Para a uva aplicar no início do crescimento da brotação até o início da frutificação. Em condições normais aplicar com intervalos de 7 a 10 dias, com um número máximo de 4 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
ACADEMIC é apresentado na forma pó molhável, e é aplicado através de pulverizadores com
equipamentos terrestres. São usados pulverizadores tratorizados de barra, ou outros tipos de
equipamentos.
A quantidade de calda varia em função do porte e enfolhamento da planta, em geral de 600 a 1000 L/ha. Para as culturas na plenitude do seu desenvolvimento usar 1000 L/ha para tomate e uva e 600 L/ha para batata.
Em qualquer tipo de aplicação, providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata: 07 dias
Tomate: 07 dias
Uva: 07 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com a recomendação aprovada pelo órgão responsável pela Sa~de humana -
ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses recomendadas, ACADEMIC não é fitotóxico às culturas indicadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto altamente irritante para os olhos
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Conforme o tipo de produto.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.

Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.

Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.

Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.

Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.

Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.

No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeavéis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR CIMOXANll + MANCOZEBE

Informações Médicas

Grupo químico:
Acetamida + Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classe toxicológica:
II - Altamento Tóxico.

Mecanismos de toxicidade:
Cimoxanil - Conjugação com proteínas hepáticas.
Mancozebe - As formulações contendo mancozebe têm ação irritante para a pele, trato res iratório e olhos.

Vias de absorção:
Cimoxanil - Pode ser absorvido por via respiratória e cutânea e oral.
Mancozebe - É rapidamente absorvido por via respiratória e cutânea e pouco absorvido or via oral.

Sintomas e sinais clínicos:
Exposição Dérmica:
Cimoxanil - O contato com a pele pode causar irritação, queimaduras, inchaço e vermelhidão.

Mancozebe - Pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema síndrome parkinsoniana (manganismo).

Exposição Respiratória:
Cimoxanil - A inalação pode causar irritação das narinas e garganta dolorida, falta de coordenação e corisa.
Mancozebe - Pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), síndorme parkinsoniana (manganismo) fadiga, cefaléia visão borrada e náuseas.
Exposição Ocular:
Cimoxanil - Irritação nos olhos, dor e visão borrada.
Mancozebe - Pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição Oral:
Cimoxanil - A ingestão pode causar depressão temporária do sistema nervoso com confusão e falta de coordenação, sonolência, perda de consciência, alteração sanguínea e mudanças patológicas do fígado e perda de peso.
Mancozebe - Pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, dores abdominais diarréia, náuseas, vômitos e diarréia, além de anorexia, cefaléia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraqueza muscular, miose, sudorese, lacrimejamento excessivo, bradicardia convulsões e coma.

Metabolismo e toxicocinética:
Cimoxanil - Prontamente absorvido pelo intestino, eliminado pela urina e em quantidade menor pelas fezes. A principal rota de eliminação é via renal. A formação do metabólito envolve a hidrólise e conseqüente degradação do cimoxanil em glicina que é incorporada nos constituintes naturais e logo metabolizada. Hidrólise e subseqüente conjugação com a glucuronida é provavelmente a maior via metabólica.
Mancozebe - Após a absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas rinci almente através das fezes 71% e urina 16%.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação la boratoria I.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal, dosagem do manganês do sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 ~gjL e 1 a 8 ~gjL na urina) para o diagnóstico de intoxica ão or mancozebe.
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e à descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e lavar a Dele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger via aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 gjkg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado em 240 ml de água.
4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro - traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.

Contra-indicação:
O vômito é contra indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos sinérgicos:
Cimoxanil - E estruturalmente relacionado ao metazacloro, dimetenamida e amifós. Mancozebe - É estruturalmente relacionado ao dissulfiram, podendo produzir reação similar a este quando interagindo com o álcool: intolerância ao álcool ou efeitos antabuse.
Com carbamatos ou organofosforados.

ATENÇÃO:
As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comuni ue o caso e obtenha informações especializadas sobre odiagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGENCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicações: 0800 580 1000
Centro de Informações Toxicológicas (PR): 0800-410148 Da Em resa: 0800 701 0450

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Efeitos agudos para o ACADEMIC
DL50 aguda oral em ratos> 2.000 mgjkg - os sintomas de intoxicação observados foram pêlo eriçado, postura encurvada, dispnéia, sintomas comuns nos testes de toxicidade aguda.
DL50 aguda dérmica em ratos > 2.000 mgjkg - não ocorreram sintomas nos animais testados durante todo o estudo.
O estudo de irritabilidade ocular em coelhos demosntrou irritação da conjuntiva reversível em até 7 dias. O estudo de irritabilidade dérmica em coelhos demonstrou uma irritação muito leve.
O estudo de sensibilização dérmicá em cobaias classificou o produto como sensibilizante (30%).

Efeitos crônicos
Cimoxanil: Apresenta dose de nenhum efeito observável de 5,6 mg/kg em ratos e 18,7 mg/kg em camundongos. O Cimoxanil não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico.

Mancozebe: A médio prazo, o Mancozebe tem uma dose de nunhum efeito observável, após administração oral, em ratos, de 7,42 mgjkgjdia para machos e 9,24 mgjkgjdia para fêmeas, sendo o único efeito observado a queda de níveis de T4 e T5H. A longo prazo, o Mancozebe nao provoca nenhum efeito irreversível. O Mancozebe nao é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico.

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
[ ] - Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
[x] - PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
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- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa SIPCAM NICHINO BRASIL S.A. pelo telefone (34) 3319-5568 e pelo telefone de emergência 0800 701 0450.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima;
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal; contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

10- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA – NÃO CONTAMINADA
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde
das pessoas.
- PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação
final.
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A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem
como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
(De acordo com as restrições estabelecidas pelos órgãos responsáveis).

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
-Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrõnomo para orientação sobre as recomendações locais
para o manejo de resistência.