Bula Alverde

CI
Metaflumizone
21117
Basf

Composição

Metaflumizone 240 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Acelga

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hellula phidilealis (Broca da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Hypothenemus hampei (Broca do café) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cana-de-açúcar

Dosagem Calda Terrestre
Heterotermes tenuis (Cupim) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Procornitermes triacifer (Cupim) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hellula phidilealis (Broca da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Hellula phidilealis (Broca da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maçã

Dosagem Calda Terrestre
Grapholita molesta (Mariposa oriental) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Dosagem Calda Terrestre
Diaphania nitidalis (Broca dos frutos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mostarda

Dosagem Calda Terrestre
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Plutella xylostella (Traças das crucíferas) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Dosagem Calda Terrestre
Agrotis ipsilon (Lagarta rosca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Trichoplusia ni (Trichoplusia) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tuta absoluta (Traça do tomateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Uva

Dosagem Calda Terrestre
Cryptoblades gnidiella (Traça dos cachos) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Bag in box.
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna.
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 10; 20 L.

Tipo: Balde.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 1; 5; 10; 20 L.

Tipo: Bombona.
Material: Plástico.
Capacidade: 2; 3; 5; 10; 20; 50; 100 L.

Tipo: Frasco.
Material: Plástico.
Capacidade: 0,1; 0,25; 0,5; 0,75; 1,0 L.

Tipo: Sachê com tampa.
Material: Plástico metalizado/Plástico aluminizado/Plástico.
Capacidade: 0,25; 0,5; 0,6; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0; 10 L.

Tipo: Tambor.
Material: Metálico/Plástico.
Capacidade: 50; 100; 190; 200; 210 L.

INSTRUÇÕES DE USO

ALVERDE® é um produto com um novo modo de ação que bloqueia o fluxo de corrente através do canal de sódio, o que leva à supressão da atividade do sistema nervoso levando o inseto a morte, devido principalmente a uma interrupção na alimentação. Inseticida do grupo químico semicarbazone, derivado de inseticidas bloqueadores de canais de sódio, com alta segurança para mamíferos é o único bloqueador de canais de sódio que não requer bioativação.
ALVERDE® apresenta excelente atividade contra pragas importantes das ordens lepidóptera, hemíptera, himenóptera, díptera, isóptera e siphonaptera, como por exemplo, algumas lagartas pragas em diversas culturas. Seu modo de ação específico se mostra como uma excelente opção para os programas de manejo de resistência e integrado de pragas.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Aplique o produto ALVERDE conforme as recomendações de bula, utilizando as menores doses sob condições de menor infestação da praga e as maiores doses em casos de alta infestação da praga ou para conseguir um maior período de controle.

Agrião, Chicória, Espinafre, Rúcula, Mostarda e Acelga: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência.

Alface: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência.

Algodão: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 05 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. Deve-se evitar a aplicação do produto durante o período de maior visitação de abelhas.

Batata: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 05 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Brócolis, Couve, Couve-Flor, Couve-Chinesa, Couve-de-Bruxelas: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência.

Café: Iniciar as aplicações foliares quando a cultura se encontrar em estágio de frutificação, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo 02 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 30 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Cana-de-açúcar: Realizar uma (1) única aplicação no sulco de plantio sobre as mudas, cobrindo o produto com terra.

Citros: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Maçã: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 04 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Melão e Melancia: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 05 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Milho: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 05 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Repolho: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência.

Soja: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. Deve-se evitar a aplicação do produto durante o período de maior visitação de abelhas. Tomate: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 05 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

Uva: Iniciar as aplicações foliares no início da infestação da praga, repetir a aplicação sempre que houver reinfestação, não ultrapassando o limite máximo de 03 aplicações durante o ciclo da cultura, respeitando o intervalo de 07 dias entre as aplicações e o período de carência. As aplicações não devem ser realizadas no período de floração da cultura.

MODO DE APLICAÇÃO

Este produto deve ser aplicado conforme as seguintes recomendações:
Preparo da Calda Para Pulverização: Colocar 1/3 do volume de água no tanque do pulverizador, com o agitador ligado, adicionar o produto e, após completar o volume total com água, quando recomendado, adicione o óleo mineral a 0,5%v/v, mantendo-a sob constante agitação. Lavar bem todo equipamento de pulverização antes e depois do seu uso. A aplicação deverá ser realizada no mesmo dia do preparo da calda. Observar para que haja sempre uma boa cobertura da pulverização dos alvos a serem atingidos. De preferência, aplicar nas horas mais frescas do dia e com pouco vento, para evitar a deriva do produto. Após a ocorrência de chuvas ou sereno da manhã, não iniciar a aplicação enquanto as plantas estiverem molhadas. Não aplicar o produto em condições de temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. Chuvas no intervalo menor que 06 horas após aplicação, pode interferir no resultado apresentado pelo produto.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
• Aplicação Terrestre: Utilize equipamento de pulverização tratorizado ou costal manual, com volume de calda que proporcione uma boa cobertura do alvo, produzindo pulverizações com gotas de média (M - medium) a grossa (C - coarse) - de acordo com a norma ASAE – S572. As pontas de pulverização, bem como pressão de trabalho e velocidade da operação devem ser ajustadas de modo a proporcionar o tamanho das gotas recomendado, de acordo com o espaçamento entre os bicos e a cobertura desejada, conforme recomendação dos fabricantes. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis – com temperaturas menores que 30ºC, umidade relativa do ar superior a 50% e velocidade do vento entre 3 (brisa leve) e 10 km/h (vento leve).
• Aplicação aérea: As aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas algodão, batata, citros, maçã, milho e soja.
A aplicação aérea deve ser realizada sob as mesmas condições climáticas para aplicações terrestres e observando-se as seguintes regras: Não é permitida a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de:
- 500 (quinhentos) metros de povoações, cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para abastecimento de população;
- 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas e agrupamentos de animais;
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Utilizar técnicas de redução de deriva para as áreas com colmeia ou no habitat dos polinizadores.
Quando utilizar aplicações por via aérea deverá obedecer às normas técnicas de operação previstas na legislação vigente do Ministério da Agricultura. Potencialize a eficiência de ambas as modalidades de aplicação com:
- Aplicação em plantas com pleno desenvolvimento vegetativo (sem estresse);
- Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle;
- Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 a 30ºC.
Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30ºC, e com baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 50%, ou com ventos acima de 10 km/hora, principalmente quando essas condições causem stress hídrico nas plantas e favoreçam a deriva da pulverização.
Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do agrônomo responsável, evitando sempre a deriva e perdas de produto por evaporação.
O descarte da água utilizada para a lavagem do equipamento utilizado para pulverização deverá ser realizado em local específico para posterior tratamento da mesma e reutilização ou descarte.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Acelga, Alface, Agrião, Batata, Brócolis, Chicória, Couve, Couve-de-Bruxelas, Couve-chinesa, Couve-flor, Espinafre, Maçã, Melancia, Melão, Mostarda, Repolho, Rúcula, Tomate e Uva: 3 dias
Algodão, Milho e Soja: 14 dias
Café: 45 dias
Cana-de-açúcar: carência não definida devido à modalidade de aplicação.
Citros: 7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se aguardar 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso haja necessidade de entrar na área tratada antes da secagem total da calda aplicada, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
- Deriva: não permitir que ocorra deriva da calda aplicada ou que esta atinja plantas e culturas nas proximidades da área a ser tratada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas da mesma praga, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.




Usamos cookies para armazenar informações sobre como você usa o site para tornar sua experiência personalizada. Leia os nossos Termos de Uso e a Privacidade.