Bula Assist

acessos
Óleo mineral
1938789
Basf

Composição

Óleo mineral 756 g/L Hidrocarbonetos alifáticos

Classificação

Acaricida, Inseticida, Espalhante adesivo
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato
Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha parda
(Saissetia hemisphaerica)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha parda
(Saissetia hemisphaerica)
10 a 20 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano
Cochonilha verde
(Coccus viridis)
10 a 20 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha branca
(Planococcus citri)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quandou houver nível de dano econômico
Cochonilha cabeça de prego
(Chrysomphalus ficus)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Cochonilha escama vírgula
(Lepidosaphes beckii)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quandou houver nível de dano econômico
Cochonilha parda
(Saissetia coffeae)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quandou houver nível de dano econômico
Cochonilha verde
(Coccus viridis)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Mosca branca
(Aleurothrixus floccosus)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano e conômico
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Cochonilha do lenho
(Pseudaulacaspis pentagona)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Pêra Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. quando houver nível de dano econômico
Cochonilha do lenho
(Pseudaulacaspis pentagona)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico
Cochonilha do lenho
(Pseudaulacaspis pentagona)
2 L p.c. / 100 L de água 200 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir o tratamento quando houver reinfestação das pragas em nível de dano econômico. Não há restrições. Quando houver nível de dano econômico

Baldes de aço: 20 litros. Tambores de aço: 50; 100 e 200 litros. Latas de flandres: 1 e 5 litros. Polietileno: 1; 5; 20; 50; 100 e 200 litros. Aço carbono: 5000; 10000 e 15000 litros. Contentor plástico em polietileno: 1000 litros. Contentor metálico em aço c/ saco plástico interno de polietileno: 1000 litros.

Este produto é um ADJUVANTE e INSETICIDA/ACARICIDA de contato, do grupo químico hidrocarbonetos alifáticos.

INSTRUÇÕES DE USO:

ASSIST impede a respiração normal das pragas quando recobre seus corpos.

DOSE:
CAFÉ:
-20 l/ha em temperatura baixa (inverno), menor que 25 oC.
-10 l/ha em temperatura alta (verão), maior que 25 oC.

PARA AS FRUTÍFERAS QUE PERMANECEM ENFOLHADAS DURANTE TODO O ANO, COMO LARANJEIRAS, LIMOEIROS, TANGERINEIRAS E ABACATEIROS:
-Temperatura baixa (inverno), menor que 25 ºC: 2,0 litros de Assist(r) em 100 l/água.
-Temperatura alta (verão), maior que 25 ºC: 1,0 litro de Assist(r) em 100 l/água.
Em temperaturas baixas, a atividade fisiológica das pragas diminui, havendo, portanto, necessidade de uma dose maior de óleo.

PARA AS CULTURAS QUE PERDEM AS FOLHAS, NUM PERÍODO DE DESCANSO ANUAL, COMO AS FRUTÍFERAS DE CLIMA TEMPERADO, RECOMENDA-SE APENAS O TRATAMENTO DURANTE ESSE PERÍODO:
-2,0 litros de ASSIST em 100 litros de água.

O volume de calda por planta ou por hectare varia conforme o porte e número de plantas por área. Volume de calda recomendado para tratamento com alto volume, para dar boa cobertura às plantas:

Café, Maçã, Pêra e Pêssego:
1000 - 1500 litros/ha.

Citros e Abacate:
2000 litros/ha.

NÚMERO , ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Efetuar o tratamento quando, pela intensidade do ataque das pragas, possa haver dano econômico.
Repetir o tratamento quando houver reinfestação da praga, em nível de dano econômico.

MODO DE APLICAÇÃO:
Misturar o produto nos volumes adequados de água e aplicar de forma a dar plena cobertura, até o nível de escorrimento sobre todas as partes das plantas onde se localizam as infestações.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Considerando-se baixa toxicidade do produto, pode-se entrar novamente na lavoura 24 horas após a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Estando as plantas enfolhadas ou brotadas, não efetuar o tratamento em horas de temperatura elevada.
Não tratar as plantas quando as folhas estiverem desidratadas (murchas).

INSTRUÇÕES DE USO:
A adição de Assist à calda de aplicação de herbicidas, inseticidas e fungicidas que necessitam de óleo mineral para boa performance, diminui os efeitos das condições adversas, como lavagem pela chuva, evaporação e deriva.
Assist promove melhor distribuição da calda sobre as superfícies tratadas, diminui a tensão superficial e facilita a penetração do agrotóxico.

DOSE:
- Aplicações terrestres:
1 a 1,5 Llha com gasto aproximado de 200 a 300 L de calda/ha.
- Aplicações aéreas:
0,2 a 0,5 Llha, com gasto aproximado de 20 a 40 L de calda/ha.

Nota:
Observar na bula do agrot6xico se existe recomendação de adição de um adjuvante na calda, pois nem sempre essa adição é conveniente. A dose do adjuvante também deve ser ajustada às recomendações dos agrot6xicos, que podem chegar até 1,5% v/v.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Devem ser obedecidas as indicações do agrotóxico em uso.

MODO DE APLICAÇÃO:
Misturar o produto nos volumes adequados de água e aplicar de forma uniforme para uma boa cobertura.

INTERVALO DE SEGURANÇA/INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Devem ser obedecidas as indicações do agrotóxico em uso.

Fitotoxicidade:
Assist não é fitotóxico nas dosagens recomendadas. Alguns agrotóxicos, entretanto, passam a ser fitotóxicos quando aplicados com adjuvantes. Por isso, observar as recomendações de uso dos agrotóxicos.

PRECAUÇÕES GERAIS: não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor Ocular: se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha: ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: use óculos ou viseira facial eluvas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação; Não aplique o produto contra o vento; Quando ASSIST(r) for utilizado como adjuvante em caldas de agrotóxico, observar as recomendações de equipamentos de proteção individual relativos a este produto.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia; Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de INGESTÃO não provoque vômito. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de contato com os OLHOS, lave-os imediatamente com água limpa por 15 minutos. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de contato com a PELE, lave-a imediatamente com água e sabão em abundância. Se houver irritação, procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de INALAÇÃO da calda pulverizada mantenha o paciente em local arejado. Procure o médico levando a bula do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático. Não foram relatados casos de intoxicação associados ao uso de ASSIST. Devido a ASSIST ser um adjuvante e classificado internacionalmente como "não perigoso", não foram conduzidos estudos agudos, crônicos e de mecanismos de ação, absorção e excreção em animais de laboratório.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é POUCO PERIGOSO ao meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BASF S.A. Telefone de emergência: 0800-11.2273 ou Oxx 12 528.1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, C02 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIASE RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA EXTERNA).

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuanos, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impr��prio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
- Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Não misturar com produtos fortemente alcalinos.