Bula Atabron 50 EC

acessos
Chlorfluazuron
6894
ISK

Composição

Clorfluazurom 50 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,2 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
0,6 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 20 a 40 dias. 60 dias. Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3° ínsta
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
30 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - 10 a 14 dias. 28 dias. Aplicar no início do aparecimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,15 a 0,3 L p.c./ha 300 a 500 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar no início do aparecimento da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 mL p.c./100L água 600 a 800 L de água/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Aplicar no início do aparecimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,6 a 0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar com presença de lagartas de até 2º instar ou menores que 1,5cm
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar com presença de lagartas de até 3º instar ou menores que 1cm
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
0,4 a 0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do aparecimento da praga
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,1 a 0,25 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar no início do aparecimento da praga
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,4 a 0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14dias. Aplicar no início do aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de água/ha - 7 a 10 dias. 3 dias. Aplicar logo no início do aparecimento da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 a 150 mL p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do aparecimento da praga

Frasco plástico: 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 1; 2; 5; 6; 10; 15 e 20 Litros
Frasco PET/COEX/PEAD: 1; 2; 5; 6; 10; 15 e 20 Litros
Galão plástico: 1; 2; 3; 3,785(1 galão americano); 5; 5,6775(1,5 galões americanos) 6; 10; 15; 15,14(4 galões americanos); 18,925(5 galões americanos) 20 e 50 Litros
Galão PET/COEX/PEAD: 1; 2; 3; 3,785(1 galão americano); 5; 5,6775(1,5 galões americanos) 6; 10; 15; 15,14(4 galões americanos); 18,925(5 galões americanos) 20 e 50 Litros
Galão metálico: 3; 3,785(1 galão americano); 5; 5,6775(1,5 galões americanos) 6; 10; 15; 15,14(4 galões americanos); 18,925(5 galões americanos) 20 e 50 Litros
Bombona plástico/PET/COEX/PEAD: 3; 3,785(1 galão americano); 5; 5,6775(1,5 galões americanos) 6; 10; 15; 15,14(4 galões americanos); 18,925(5 galões americanos) 20 e 50 Litros
Tambor plástico e metálico: 10; 15; 20; 50; 100 e 200 Litros
Bulk plástico e metálico: 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 1000 e 2000 Litros

MODO DE APLICAÇÃO:
Algodão e Soja - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos de pulverização tipo cone (jato Cônico). Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros de água por hectare.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Batata - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 500 litros por hectare.
Cana-de-açúcar — Aplicação terrestre: Com pulverizador tratorizado ou costa' manual usar bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros de água por hectare.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Citros - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 1000 a 2000 litros por hectare.
Milho - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo leque (jato plano). O jato deve ser dirigido ao cartucho da planta, ut-?Tido-se de 300 a 500 litros d'água por hectare.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Repolho - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 600 a 800 litros d' água por hectare.
Tomate - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 800 a 1000 litros d'água por hectare.
Trigo - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros por hectare.
Aplicação aérea: Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 14 dias
Batata 14 dias
Citros 28 dias
Cana-de-açúcar 60 dias
Milho 14 dias
Repolho 7 dias
Soja 14 dias
Tomate 3 dias
Trigo 14 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI's recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso.
INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS: De acordo com os Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: E ui amentos terrestres: Utilizar pulverizador tratorizado ou costa! manual
Bicos: para aplicação com barras de pulverização, utilizar bicos de jato cônico (bico cônico) ou de jato plano (bico leque) simples ou duplo.
Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo da planta. Pressão: 50-100 psi (equipamentos tratorizados).
Diâmetro e densidade de gotas: 110 a 500 la com um mínimo de 40 gotas/cm2.
Faixa de deposição: Utilizar distância entre os bicos na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.
Aeronaves Agrícolas:
Bicos: bicos de jato cônico vazio que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico) de 110-150 sobre o alvo desejado.
Número de bicos na barra: aviões Ipanema (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando-se 4 a 5 em cada extremidade das asas e 3 intermediários de cada lado próximos a fuselagem, mantendo em operação, os 8 bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a deposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas.
Altura de voo: 2 a 4 metros em relação à altura das plantas.
Faixa de deposição: aviões Ipanema ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 metros.
Aviões maiores que o Ipanema: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Produto para uso exclusivamente agrícola. Não transporte o produto juntamente com alimentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular: o produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado. VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha: produto moderadamente irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente. VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use chapéu de aba larga. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão de mangas compridas, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Use macacão de mangas compridas, chapéu de aba larga,óculos ou viseira facial, luvas, botas e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave as suas roupas separadamente das demais roupas domésticas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Se a pessoa estiver completamente consciente, dê água e provoque o vômito. Procure ajuda médica imediatamente levando rótulo, ou bula, ou embalagem, ou receituário agronômico do produto. Nunca dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente. Olhos: Lave com água em abundância por 15 minutos e procure ajuda médica levando rótulo, ou bula, ou embalagem, ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure ajuda médica levando rótulo, ou bula, ou embalagem, ou receituário agronômico do produto. Inalação: Remova a pessoa para um local arejado. Procure ajuda médica levando rótulo, ou bula, ou embalagem, ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático

MECANISMO DE AÇÃO: O produto ATABRON 50 CE (Clorfluazuron) é um inseticida fisiológico que atua na inibição da síntese da quitina em insetos. Nos estudos crônicos realizados com animais em laboratório, Clorfluazuron, suas conjugações ou metabólitos não provocaram danos relevantes nos animais analisados, mesmo quando submetidos as maiores doses administradas.

ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Nos estudos de metabolismo realizados em laboratório o produto foi administrado via oral, diretamente no estomago dos animais, sendo esta a inicial via de absorção. Os estudos mostraram que o produto é pouco absorvido pelo trato gastrintestinal, visto que nos dois primeiros dias após a administração, o produto foi rapidamente excretado, principalmente via fezes (>80%). Outra via de excreção é através da urina, porém de modo menos efetivo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido pelos animais analisados. A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variou de 94,8 a 115,9%, sendo o Clorfluazuron o principal produto excretado.

EFEITOS AGUDOS: Os efeitos que poderão ocorrer: Quando ingerido pode causar náuseas, salivação e diminuição da atividade locomotora. Causar severa irritação ocular quando em contato com os olhos. Quando em contato com a pele pode causar irritação moderada.

EFEITOS CRÔNICOS: Em estudos realizados com animais em laboratório, somente nos animais submetidos a elevadas doses testadas foram observados alguns efeitos limitados a fezes macias, podendo chegar a causar diarréia, e um aumento nos níveis de colesterol no soro sanguíneo. Em menores doses administradas, tais efeitos não foram observados. Os resultados obtidos com animais em laboratório até o momento não mostraram que o produto apresenta efeitos mutagênicos, carcinogênicos ou teratogênicos.

EFEITOS COLATERAIS: Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

Precauções de uso (Meio Ambiente)
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE. (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produto tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa ISHIHARA BRASIL COMERCIAL LTDA - telefone de emergência: (19) 3875-7450 ou a empresa HOKKO DO BRASIL IND. QUÍM. E AGROPEC. LTDA. – telefone de emergência (15) 3292-1161. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante ou a empresa Hokko do Brasil Ind. Quím. e Agropec. Ltda., para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água. Solo - retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante ou a empresa Hokko do Brasil Ind. Quím. e Agropec. Ltda, conforme indicado acima. Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Lavagem da embalagem: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto. a)Tríplice lavagem (lavagem manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo. b) Lavagem sob pressão: 1. Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. 2. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida, no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS): ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela empresa registrante; pela empresa Hokko do Brasil Ind. Quím. e Agropec. Ltda. ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.



É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante ou a empresa Hokko do Brasil Ind. Quím. e Agropec. Ltda. através dos telefones indicados no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO D.F. E MUNICIPAIS: Somente no estado do PR. Atabron 50 CE não apresenta restrições de uso nos demais estados onde o produto foi cadastrado.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo poderemos prolongar a vida útil do produto utilizado:
¨ Qualquer produto para o controle das pragas, da mesma classe ou mecanismo de ação, não deve ser utilizado em aplicações consecutivas. Utilizar rotação de produtos com mecanismos de ação distintos;
¨ Utilizar os produtos somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo ou bula;
¨ Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência;
¨ Incluir outros métodos de controle (ex.: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.