Bula Atrasimex 500 SC

acessos
Atrazina + Simazina
2396
Adama

Composição

Atrazina 250 g/L Triazina
Simazina 250 g/L Triazina

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Pré-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
4 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Deve ser aplicado uma única vez em pré-emergência nas plantas daninhas. 45 dias. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Deve ser aplicado uma única vez em pré-emergência nas plantas daninhas. 45 dias. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
4 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Deve ser aplicado uma única vez em pré-emergência nas plantas daninhas. 45 dias. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
6 L p.c./ha 150 a 400 L de calda/ha - Deve ser aplicado uma única vez em pré-emergência nas plantas daninhas. 45 dias. Aplicação em pré-emergência das plantas daninhas

Embalagem plástica de 5 L. Balde de latão de 20 L. Frasco plástico de 100, 200, 250 e 500 mL. Frasco plástico de 1 L. Bombona plástica de 5, 10 e 20 L. Container plástico de 25, 50, 100, 150, 200, 250, 300, 400 L. Embalagens de metal de 5, 10, 20, 25, 50, 100, 150, 200, 250, 300, 400 e 500 L.

MODO DE APLICAÇÃO: Aplicação em pré-emergência das ervas daninhas.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: O produto pode ser aplicado com equipamentos costais ou tratorizados, o volume de aplicação deverá ser de 150 a 400 l/ha, utilizar bicos leque 80º 02 a 80º 06, os bicos deverão ser espaçados a 50 cm, a pressão de trabalho deve ser de 60 psi.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: 7 dias

LIMITAÇÕES DE USO: Não se deve utilizar o produto em solo seco

FITOTOXIDADE: O produto nas doses testadas não apresentou fitotoxidade à cultura.

COMPATIBILIDADE: O produto é compatível com a maioria dos defensivos agrícolas

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Em caso de ingestão acidental, provoque vômito e procure imediatamente um médico, levando o rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave os olhos com água em abundância, e se houver sinais de irritação, procure um médico levando o rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave a pele com água em abundância, e se houver sinais de irritação, procure um médico levando o rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Se inalado: Procure local arejado e se houver sinais de intoxicação, procure um médico, levando o rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Realizar tratamento sintomático, e administrar terapia de suporte.

ANTÍDOTO: Não há um antídoto específico.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamento com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

MANUSEIO DO PRODUTO: Use Protetor Ocular: O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca: Produto perigoso se inalado ou aspirado. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha: Produto irritante para a pele. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE O USO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. O produto produz neblina, use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho troque e lave suas roupas.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: O produto não é considerado bioacumulativo. As triazinas são pouco absorvidas pela pele e pelo trato gastrointestinal. Estudos realizados em macacos demonstraram que por via oral, a maior parte da dose ingerida é eliminada inalterada nas fezes, e quando aplicada à pele menos 2% da dose é absorvida.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: O produto não é considerado mutagênico, Sendo a DL 50 oral > 3400 mg/kg para ratos e a CL 50 > 1200 mg/kg/litro.

EFEITOS COLATERAIS: Como não há casos conhecidos em seres humanos, a intoxicação, pode levar a uma série de sintomas nem sempre específicos, observar o paciente intoxicado para efeitos adversos que poderão ocorrer.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO E AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
( X ) Muito Perigoso ao meio ambiente.

Este produto é ALTAMENTE TÓXICO a organismos aquáticos (algas).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula.
Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES AMBIENTAIS: Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções: Piso pavimentado: Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINO FINAL DOS RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem se enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo a longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 metros de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 metros, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso do fosso, e após cada 15 cm de material descartado, colocar camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulto o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODOS DE DESATIVAÇÃO: Incineração, em incinerador licenciado pelo ÓRGÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE, numa única operação a 850 º C por 3 minutos. Ácidos fortes, ou hidrólise alcalina conduzem a uma completa degradação, realizar a hidrólise, com NaOH a 10%.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, principias e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e o outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilitem o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.