Bula Attic - FMC
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Bula Attic

Iprodiona
15408
FMC

Composição

Iprodiona 500 g/L

Classificação

Tratamento de Sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Fraco- PEAD: 0,25L, 0,3L, 0,5L, 1L, 1,5L, 2L, 2,5L, 3L;
Bombona- plástico; PEAD; COEX;PET: 5, 10, 20, 25, 50L;
Tambor- PEAD: 100, 200, 250, 500, 1.000, 2.000, 2.500, 5.000L;
Tanque container estruturado- Aço inox com proteção anticorrosiva: 10.000, 15.000, 20.000, 23.000, 25.000 L.
BAG IN BOX- fibra de papel com bolsa plástica: 1; 5; 10; 20; 1000; 1250 L
Bulk- COEX; PEAD; PET; metal/plastico com pallet de madeira; metal/plastico com pallet de plastico; metal/plastico com pallet de metal; ferro revestido com resina epóxi; plastico com estrutura metálica: 500; 1000; 2000; 3000; 4000; 5000; 10.000 L
Farm-pack e Container- COEX; PEAD; PET; metálico; metal/plastico com pallet de madeira; metal/plastico com pallet de plastico; metal/plastico com pallet de metal; plastico com estrutura metálica:100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Contentor intermediário (IBC)- COEX; PEAD; PET; plastico com estrutura metálica: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000 L
Frasco- polietileno; COEX; PET; plastico: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 5 L
Isocontainer e Isotanque- COEX; PEAD; metálico; aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1000; 5000; 10.000; 20.000; 25.000; 30.000 L
Mini bulk- COEX; PEAD; PET; metálico; metal/plastico com pallet de madeira; metal/plastico com pallet de plastico; metal/plastico com pallet de metal; plastico com estrutura metálica; ferro revestido com resina epóxi:100; 200; 300; 400; 500 L
Stand up pouch com tampa- polietileno; COEX; PEAD; PET; plástico; poly-nylon: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 5 L
Tambor- polietileno; Papelão; COEX; PET; metálico; ferro revestido com resina epóxi; poly-nylon: 0,1; 0,2; 0,25; 5; 10; 20; 25; 50; 100; 200; 300; 400 L

INSTRUÇÕES DE USO

ATTIC é um fungicida de contato exclusivo para tratamento de sementes no controle de doenças.

MODO DE APLICAÇÃO

O tratamento de sementes deverá ser feito em equipamentos que propiciem uma distribuição uniforme do produto sobre as sementes. Utilize os EPIs recomendados no item “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO” durante toda a operação de tratamentos de sementes.
Siga sempre as boas práticas agrícolas e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Tambores Rotativos e Betoneiras: colocar uma quantidade de sementes com peso conhecido no interior do equipamento e adicionar a dose indicada do produto, agitando até se obter a perfeita cobertura das sementes. O tempo da mistura (agitação) é variável em função de cada equipamento e da quantidade de sementes, mas deve ser suficiente para que todo o produto cubra uniformemente as sementes. Atentar para que no final do tratamento não haja sobra de produto no fundo do equipamento utilizado.
Equipamentos para tratamento de sementes com fluxo contínuo: Aferir o fluxo de sementes (peso) em um determinado período de tempo e regular a dose do produto desejada para este peso de sementes no mesmo período de tempo. É importante aferir, periodicamente, o fluxo de sementes e de produto a fim de evitar erros na aplicação.
Manutenção dos equipamentos de tratamento das sementes:
a) Para todos os métodos de tratamento de sementes é importante realizar medições periódicas dos equipamentos, fluxos de sementes e volume de calda/produto para que o tratamento efetuado seja o mais uniforme.
b) Não tratar sementes sobre lonas, sacos ou mesmo nas caixas de sementes dos equipamentos de plantio (semeadoras).
c) Para obter o controle desejado, recomenda-se o uso de equipamentos que promovam uma completa cobertura das sementes.
Importante: manter a calda/produto em agitação constante para evitar decantação.
d) Os mecanismos dosadores e/ou pulverizadores destes equipamentos devem ser revisados e limpos diariamente ou a cada parada do equipamento. Resíduos de calda podem diminuir a capacidade das canecas ou copos dosadores ou afetar a regulagem de bicos e ou mecanismos de aplicação da calda sobre as sementes.
e) É obrigatória a utilização de EPI durante a operação de tratamentos de sementes, conforme descrito no item “PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO”.
f) A aplicação do produto com equipamentos desregulados ou inadequados podem resultar em cobertura desuniforme das sementes com consequente redução no controle das doenças. Para outros parâmetros referentes à tecnologia de tratamento, consulte um Engenheiro Agrônomo.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Imediatamente após o uso do equipamento, proceda com a sua limpeza.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não especificado por referir-se a tratamento de sementes.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado conforme recomendações da bula e rótulo
- As sementes tratadas serão destinadas unicamente para a semeadura, não sendo aptas para alimentação ou extração de óleo.
- Na semeadura das sementes tratada, adotar medidas que reduzam a possibilidade de geração de poeiras.
- Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico, controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
O produto fungicida ATTIC é composto por IPRODIONA que apresenta mecanismo de ação das MAP/Histidina-cinase na transdução do sinal osmótico, pertencente ao Grupo E3, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).

PT - Iprodione Técnico registro nº 1418401