Bula Avura - Syngenta

Bula Avura

acessos
Azoxistrobina + Difenoconazol
38218
Syngenta

Composição

Azoxistrobina 200 g/L Estrobilurina
Difenoconazol 125 g/L Triazol

Classificação

3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis à doença a partir do florescimento e durante a frutificação
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Podosphaera Xanthii)
400 a 600 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (25 a 30 dias após a emergência)
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Podosphaera Xanthii)
400 a 600 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (25 a 30 dias após a emergência)
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
300 a 400 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 - 20 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, ao redor dos 40-45 DAP
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo (aprox. 30 DAE)
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
300 a 400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do florescimento (aprox. 30 DAT)
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora beticola)
300 a 400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo aprox. 20-30 DAP
Caju Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 14 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis à doença a partir do florescimento e durante a frutificação
Caqui Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha circular
(Cercospora kaki)
400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 14 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis à doença a partir da emissão das brotações novas após a poda de inverno e durante a frutificação
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo (aprox. 30-40 DAP, dependendo do plantio ser de mudas ou bulbinhos ou sementes)
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 15 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-30 DAP)
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
400 mL p.c./ha 2000 a 3000 L de calda/ha - Realizar duas aplicações conforme descrito em época. 7 dias. Realizar 2 aplicações com intervalo de 4 semanas, sendo a primeira no início da floração (estádio “palito de fósforo” - flores ainda verdes)
Mancha preta
(Guignardia citricarpa)
400 mL p.c./ha 2000 a 3000 L de calda/ha - Realizar duas aplicações conforme descrito em época. 7 dias. Realizar 2 aplicações em intervalo de 4 a 6 semanas (dependendo do histórico de ocorrência da doença na área), sendo a primeira 30 dias após a queda das pétalas
Verrugose da laranja doce
(Elsinoë australis)
400 mL p.c./ha 2000 a 3 L de calda/ha - Realizar 2 aplicações com intervalo de 4 semanas, sendo a primeira quando ¾ das pétalas estiverem caídas. 7 dias. Realizar 2 aplicações com intervalo de 4 semanas, sendo a primeira quando ¾ das pétalas estiverem caídas
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe pisi)
400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar duas aplicações conforme descrito em época. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente durante a fase de desenvolvimento vegetativo (aprox. 20-25 dias após a emergência)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
500 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações, preventivamente, antes do florescimento (aprox. 20 DAE)
Ferrugem
(Uromyces appendiculatus)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações, preventivamente, antes do florescimento (aprox. 20 DAE)
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações, preventivamente, antes do florescimento (aprox. 20 DAE)
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da figueira
(Cerotelium fici)
600 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis à doença a partir da formação das folhas e durante a frutificação
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
300 a 600 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 14 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, durante a fase de intenso desenvolvimento vegetativo, logo após a poda
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
500 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 90 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do período mais suscetível da cultura ao desenvolvimento das doenças (durante o desenvolvimento dos frutos)
Varíola
(Asperisporium caricae)
300 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 90 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do período mais suscetível da cultura ao desenvolvimento das doenças (durante o desenvolvimento dos frutos)
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
300 a 600 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações, preventivamente, desde a fase do pré-florescimento
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose
(Cladosporium herbarum)
400 mL p.c./ha 800 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 14 dias. 7 dias. Iniciar as aplicações preventivamente quando as condições forem favoráveis à doença a partir do início da frutificação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAP, dependendo do plantio ser de mudas ou sementes)
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAP, dependendo do plantio ser de mudas ou sementes)
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAP, dependendo do plantio ser de mudas ou sementes)
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
300 a 400 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo seis aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente antes do florescimento (aprox. 25-30 DAP, dependendo do plantio ser de mudas ou sementes)
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
300 a 600 mL p.c./ha 400 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 dias. 1 dia. Iniciar as aplicações preventivamente, desde o início do florescimento (aprox. 30 DAT)
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
300 a 600 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 dias. 2 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, desde antes do florescimento (aprox. 20-30 DAP, dependendo do plantio ser de sementes ou mudas)
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
300 a 400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do florescimento (aprox. 30 DAT)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
200 a 400 mL p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo oito aplicações com intervalo de 7 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações preventivamente, no início do florescimento (aprox. 30 DAE)

MODO DE APLICAÇÃO:

Aplicar AVURA nas dosagens recomendadas, diluído em água, com volumes que dependem da cultura e do desenvolvimento vegetativo:
Para aplicações com equipamentos terrestres tratorizados e costais nessas culturas, procurar obter uma cobertura boa e uniforme na parte aérea da cultura, utilizando bicos adequados.
AVURA pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou motorizado), motorizado, estacionário com mangueira e pistola ou pelo sistema convencional com barra. Os equipamentos devem ser adaptados com bicos de jato cônico, da série “D” ou similar, ou bicos de jato tipo leque capazes de produzir espectro de gotas compatível com a pulverização de fungicidas, com pressão variando entre 80 a 100 PSI (ou utilizar pressão segundo recomendação do fabricante), observando-se uma cobertura total das plantas até próximo do ponto de escorrimento ou observar o diâmetro do volume médio dfe gotas (DMV) de 200 a 250 µm e uma densidade acima de 200 gotas/cm2. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada.

Condições Meteorológicas:
• Temperatura do ar: abaixo de 30°C
• Umidade relativa do ar: acima de 55%
• Velocidade do vento: média entre 3 km/h e 10 km/h
• Evitar aplicações durante os horários mais quentes do dia.

A critério do Engenheiro Agrônomo as condições de aplicação podem ser alteradas.
Abacate, caju, caqui, figo e maracujá: as doses de AVURA expressas em mL/ha são recomendadas para aplicações terrestres, onde se empregam quantidades de água de 600 – 1000 L/ha para abacate, caju, caqui e figo e 800 L/ha para maracujá.
Abóbora, abobrinha e ervilha: as doses de AVURA expressas em mL/ha são recomendadas para aplicações terrestres, onde se empregam quantidades de água de 400 a 600 L/ha para ervilha e 600 a 1000 L/ha para abóbora e abobrinha.

Algodão: utilizar vazões de 100 a 200 litros de água por hectare, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura e da capacidade do equipamento. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

Batata, beterraba, cebola, cenoura, feijão, melancia, melão e morango: utilizar vazões de 400 a 600 litros de água por hectare, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização.

Berinjela, goiaba, mamão, manga, pepino, pimentão e tomate: utilizar vazões de 600 a 1.000 litros de água por hectare, dependendo do desenvolvimento vegetativo da cultura. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que 1000 litros por hectare, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare.

Citros: utilizar vazões médias de 2000 a 3000 litros de água por hectare. Assegurar uma boa cobertura foliar com a pulverização. Caso o equipamento de pulverização proporcione cobertura adequada da cultura em seu pleno desenvolvimento com volumes menores que 2000 litros por hectare, concentrar a calda de modo a respeitar a dose recomendada por hectare. Para esta cultura, recomenda-se a utilização de espalhante do tipo óleo vegetal ou mineral emulsionável.

MODO DE PREPARO DE CALDA:
O produto, nas quantidades pré-determinadas em função da dose recomendada em bula, deve ser despejado diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), com o sistema de agitação em funcionamento, promovendo uma mistura homogênea. Em seguida completar o volume com água.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita): Cultura Intervalo de Segurança
ABACATE 14 dias
ABÓBORA 2 dias
ABOBRINHA 2 dias
ALGODÃO 30 dias
BATATA 7 dias
BERINJELA 3 dias
BETERRABA 3 dias
CAJÚ 2 dias
CAQUI 2 dias
CEBOLA 7 dias
CENOURA 15 dias
CITROS 7 dias
ERVILHA 3 dias
FEIJÃO 14 dias
FIGO 7 dias
GOIABA 2 dias
MAMÃO 3 dias
MANGA 7 dias
MARACUJÁ 7 dias
MELANCIA 3 dias
MELÃO 3 dias
MORANGO 1 dia
PEPINO 2 dias
PIMENTÃO 3 dias
TOMATE 3 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para a cultura.
Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.

Outras restrições a serem observadas:
A azoxistrobina é extremamente fitotóxica para certas variedades de maçãs e por essa razão, não pulverizar o produto quando a deriva da pulverização possa alcançar macieiras. Não use equipamentos de pulverização que tenham sido usados previamente para aplicar AVURA para pulverizar macieiras. Mesmo resíduos do produto que tenham permanecido nos equipamentos podem causar fitotoxicidade inaceitável para certas variedades de maçã.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

Precauções quanto a Saúde Humana

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

Precauções quanto ao Meio Ambiente

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:

Avura é um fungicida composto por uma estrobilurina, azoxistrobina, e um triazol, Difenoconazol. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, o primeiro pertencente ao grupo dos QoI e o segundo pertencente ao grupo dos IBEs. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
? Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
? Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
? Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.