Bula Banter - UPL

Bula Banter

acessos
Abamectina
9409
UPL

Composição

Abamectina 18 g/L Avermectina

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
300 a 600 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 5 a 10 dias 21 dias Aplicar a dose maior, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento de pragas e/ou quando a cultura atingir maior densidade foliar
Curuquerê
(Alabama argillacea)
300 a 600 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 5 a 10 dias 21 dias Aplicar a dose maior, quando as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento de pragas e/ou quando a cultura atingir maior densidade foliar
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
500 a 1000 mL p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 7 a 10 dias 14 dias O controle de minas será mais efetivo, se a aplicação for feita tão logo sejam observadas as primeiras pontuações, ou presença de adultos na cultura. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
1000 mL p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos de 10 dias 14 dias Iniciar as aplicações com os primeiros sinais de presença da praga. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
100 a 125 mL p.c./100L água 400 a 600 L de calda/ha - Aplicação única 14 dias Fazer uma aplicação foliar no período de fevereiro a setembro no início da infestação. Adicione 250 mL de óleo mineral ou vegetal
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
20 a 30 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por safra, com intervalos de 30 dias 7 dias Aplicar quando do surgimento da praga. Evite escorrimento. Fazer uma aplicação foliar no período de fevereiro a setembro no início da infestação. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Minadora da folhas
(Phyllocnistis citrella)
15 a 30 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por safra, com intervalos de 15 dias 7 dias Iniciar as aplicações com os primeiros sinais de aparecimento da praga nas brotações, e repetir se necessário. Fazer uma aplicação foliar no período de fevereiro a setembro no início da infestação. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
300 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por safra, em intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Inicie as aplicações no início da infestação, aos primeiros sinais do aparecimento da praga. Utilize a maior dose para as maiores infestações
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
300 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por safra, em intervalos de 7 a 14 dias 14 dias Inicie as aplicações no início da infestação, aos primeiros sinais do aparecimento da praga. Utilize a maior dose para as maiores infestações
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
75 a 150 mL p.c./100L água 500 a 1000 L de calda/ha - Aplicação única 14 dias Aplique no estágio entre a queda de pétalas e início de frutificação, logo após a retirada das colmeias do pomar, com ou sem a presença de ácaros. Use volume de calda que propicie cobertura completa da planta. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização. Durante 10 dias antes e 10 dias após a aplicação, não devem ser usados produtos que contenham Captan, Folpet ou Enxofre
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
80 a 120 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações a intervalos de 15 dias 14 dias Aplique no início da infestação dirigindo a aplicação para as folhas mais novas no topo da planta
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva minadora
(Liriomyza huidobrensis)
50 a 100 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por safra, em intervalos de 7 a 10 dias 7 dias Aplique no início da infestação. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
200 a 300 mL p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações por safra, em intervalos de 10 dias 14 dias Inicie as aplicações no início da infestação, aos primeiros sinais do aparecimento da praga observando sempre a ocorrência das “reboleiras”. Utilizar a maior dose em períodos favoráveis ao desenvolvimento da praga como períodos secos ou estiagem prolongada. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
75 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Aplicação única 3 dias Aplique no início da infestação ou, de preferência, preventivamente, no início da frutificação. A cobertura total da planta é essencial para um bom controle
Larva minadora
(Liriomyza trifolii)
75 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por safra, em intervalos 7 a 10 dias 3 dias Início da infestação
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 mL p.c./100L água 400 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por safra, em intervalos 7 dias 3 dias Aplique no início da infestação. A cobertura total da planta é essencial para um bom controle. Misture 250 mL de óleo mineral ou vegetal junto ao produto antes de adicioná-los ao tanque de pulverização
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
80 a 100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 28 dias Aplique no início da infestação, antes do aparecimento de danos. A cobertura total da planta é essencial para um bom controle

Balde plástico (Coex ou PEAD):
5, 10, 20 e 50 L.

Bombona plástica (Coex, PAD ou PEAD, Metálico (aço):
5, 10, 20, 25, 50, 100 e 200 L.

Container aço inox:
500, 1000 e 1500.

Frasco plástico (Coex, PAD, PET ou PEAD):
0,25; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 4,0 e 5,0 L.

Galão plástico (Coex ou PEAD):
5 L.

Saco plástico (polietileno) inserido em contentores de polietileno/aço inox:
500, 750 e 1000.

Tambor metálico (ferro ou aço) ou plástico (PEAD):
100 e 200 L.

MODO DE APLICAÇÃO:
Recomendações gerais: Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
Via aérea:
Essa modalidade de aplicação é indicada para as culturas de Algodão, Feijão e Soja. A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas. Recomendações específicas: Via terrestre para a cultura do café, maçã, mamão e uva: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio, ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
PREPARO DE CALDA:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária de produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão - 21 dias
Batata - 14 dias
Café - 14 dias
Citros - 07 dias
Feijão - 14 dias
Maçã - 14 dias
Mamão - 14 dias
Melão - 07 dias
Soja - 14 dias
Tomate - 03 dias
Uva - 28 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- A calda deve ser aplicada no mesmo dia da preparação. Não deixar a calda de um dia para o outro.
- Mantenha a calda em agitação, no tanque de pulverização.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, manejo de irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

GRUPO 6 INSETICIDA

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida BANTER pertence ao Grupo 6 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo glutamato) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do BANTER como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distinto do Grupo 6. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar BANTER ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de BANTER podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do BANTER, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Avermectinas não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BANTER ou outros produtos do Grupo 6 quando for necessário; - Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas; - Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e de modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).