Bula Battle

acessos
Flutriafol + Carbendazim
5907
FMC - Campinas

Composição

Carbendazim 500 g/L Benzimidazóis
Flutriafol 84 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. 25 a 35 dias após o plantio
Tombamento
(Colletotrichum gossypii)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 21 dias. 25 a 35 dias após o plantio
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. 30 dias após a emergência
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
0,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. 30 dias após a emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 28 dias. Estágio fenológico de grãos perceptíveis ao tato
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 15 dias. 28 dias. Preventivo

Frasco: plástico, COEX, PEAD, PET - 1 L
Bombona: plástico, COEX, PEAD, PET - 5 L
Balde: plástico, COEX, PEAD, PET - 10, 20, 50, 100 e 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:

BATTLE é um fungicida sistêmico, do grupo químico Triazol (Flutriafol) e Bezimidazol (Carbendazim), usado em pulverização para controle das doenças da parte aérea das culturas de algodão, feijão e soja.

Obs. Utilizar a dose mais alta em regiões com histórico de ocorrência ou em condições favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Em geral as condições que favorecem o desenvolvimento das doenças para as quais o produto é indicado são: temperaturas e umidade relativa altas.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Algodão:
Iniciar as aplicações do 25º ao 35º dia após o plantio ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença e repetir se necessário em intervalos de 15 dias, dependendo da evolução da doença.
Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do algodão com intervalo de 15 dias entre aplicações.

Feijão:
Iniciar as aplicações preventivamente ao redor de 30 dias após a emergência e repetir a cada 15 dias de acordo com as condições climáticas e pressão da doença.
Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura do feijão com intervalo de 15 dias entre aplicações.

Soja:
Para mancha-parda, realizar aplicação quando a soja atingir o estágio fenológico de grãos perceptíveis ao tato a 10 % do enchimento das vagens (R.5.1).

Para o controle da ferrugem-asiática-da-soja, iniciar as aplicações de forma preventiva ou a partir do estádio R1 (inicio da floração: até 50% das plantas com uma flor) a R2 (floração plena: maioria dos racemos com flores abertas); a segunda aplicação deverá ser realizada no estágio R4 a R5.1 (grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento da vagem).
Efetuar no máximo 3 aplicações na cultura da soja com intervalo de 15 dias entre aplicações.

Monitoramento:
O monitoramento deve ser realizado desde o período vegetativo, intensificando-se a observação quando as condições climáticas forem favoráveis ao patógeno (temperatura, umidade e molhamento foliar). Maior atenção deve ser dispensada em regiões com histórico de ocorrência da doença.
Coletar folhas do terço médio e inferior das plantas e procurar os sintomas da ferrugem-asiática-da-soja.

Obs.: Há necessidade de realizar o monitoramento das áreas logo após a germinação da cultura. Caso seja constatada a presença da ferrugem-asiática-da-soja na região e as condições climáticas forem favoráveis à incidência da doença, as aplicações devem ser iniciadas em caráter preventivo, independente do estádio de desenvolvimento da cultura, obedecendo-se o número máximo de 3 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO
BATTLE deve ser diluído em água e aplicado através de pulverização sobre as plantas, de modo que haja uma boa cobertura. Antes da diluição, o produto deve ser agitado em sua embalagem original.

Aplicação terrestre:
Diluir o produto em água, conforme a indicação de uso.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 µm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm², e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 10 km/hora.
Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

Aplicação aérea:
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação.
Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 µm, e um mínimo de 60 gotas por cm².
O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada.
Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior a 60% visando reduzir ao mínimo as perdas por deriva ou evaporação.
O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 21 dias;
Feijão: 14 dias;
Soja: 28 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.


PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de vento ou nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e respeite o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia;
Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais;
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do Tome banho, troque e lave as roupas de proteção separado das roupas domésticas;
fabricante;
Ao lavar as roupas utilizadas/contaminadas, utilize luvas de nitrila e avental impermeável;
No descarte de embalagens vazias use EPI (macacão de algodão hidrorePelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas);
PRIMEIROS SOCORROS
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Não provoque vômito.
Olhos: Lave com água em abundância durante 15 minutos.
Pele: Lave com água e sabão em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.
Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para um serviço médico de emergência mais próximo.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO
Não há um antídoto específico. Realizar tratamento sintomático e terapia de suporte.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Benzimidazol (Carbendazim) e Triazol (Flutriafol)
Classe toxicológica III – Medianamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória ocular e dérmica
Toxicocinética: Carbendazim - Uma quantidade significativa de carbendazim (80-85%) é absorvida pelo trato gatro-intestinal.
O carbendazim também pode ser absorvido pelos pulmões ou pela pele íntegra, mas não há nenhum dado quantitativo publicado disponível. A distribuição do carbendazim nos tecidos não mostra nenhuma bioconcentração. Nos ratos, a mais alta concentração depois da administração oral (< 1% da dose) ocorreu no fígado. O carbendazim e seus metabólitos também foram encontrados nos rins de galinhas e vacas, mas não foram detectados em outros tecidos. Nos ratos, mais de 98% de uma dose 50 mg de carbendazim rádio-marcado foi recuperado na urina e fezes dentro de 72 horas.
A excreção urinária contabilizou aproximadamente 65% da dose administrada. O metabólito principal foi o methy1-5-hydroxy-benzimidazol-2-ylcarbamate livre, e os metabólitos secundários foram o glucuronide e/ou sulfatos conjugados deste metabólito.
Flutriafol com animais em laboratório, indicam que o produto foi rapidamente absorvido e excretado, predominantemente pelas fezes e urina, sendo que 90 a 96% foram excretadas nas primeiras 48 horas. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos
Mecanismos de toxicidade: Carbendazim - Os efeitos biológicos do carbendazim resultam das suas interações com os microtúbulos celulares. Essas estruturas estão envolvidas em funções vitais tais como a divisão celular, que é inibida pelo carbendazim. As toxicidades do carbendazim em mamíferos são relacionadas à disfunção O carbendazim, assim como outros compostos do grupo químico microtubular. benzimidazol, indica toxicidade espécie-seletiva. Essa seletividade é, ao menos em parte, explicada pelas ligações diferentes do carbendazim às tubulinas das espécies alvo e não alvo.
Futriafol: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos
Sintomas e sinais clínicos: Carbendazim - O carbendazim é um carbomato de benzimidazol sem atividade anticolinesterases. As toxicidades agudas oral e dermica do carbendazim são baixas. No entanto, efeitos espermatogênicos e efeitos nos fetos podem ser observados em animais de laboratório depois da administração de uma única dose.
Apesar de não existir nenhum caso registrado, os sintomas de intoxicação provavelmente incluiram: náusea, vômito e dor de cabeça

Flutriafol:
Os triazóis são irritantes aos olhos, sensibilizantes da pele e das membranas mucosas. A administração de altas doses em animais, provocou salivação, convulsão, letargia, redução na atividade, tremor, diarréia e ataxia.
Diagnóstico: Carbendazim - O carbendazim é um metabólito ativo do tiofanato metílico. Portanto, a quantificação direta de carbendazim no sangue ou de seus metabólitos na urina e nas fezes confirma a exposição à carbendazim ou a tiofanato metílico.
Flutriafol: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Carbendazirn:
Não há antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos. Remova a roupa contaminada e lave a pele contaminada com água e sabão. Enxágüe a pele com grande quantidade de água. Quando contaminados, os olhos devem ser lavados com quantidade copiosa de água limpa.
Flutriafol:
Não existe antídoto ou antagonista específico para os fungicidas trtazólicos. O tratamento médico é sintomático. Medidas terapêuticas imediatas devem ser tomadas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Analise os sinais vitais e as funções, como o monitoramento do estado cardíaco; a temperatura corpórea e o estado mental. O tratamento deve ser baseado nos achados clínicos. Os pacientes em coma ou estado mental alterado devem receber oxigênio, Naloxona, Tiamina e ter o nível de glicose medido, ou receber imediatamente glicose.
EXPOSIÇÃO ORAL
Não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Administre uma suspensão de carvão ativado em água: A) ADULTO: 25 a 100g de carvão em 240mL de água. B) CRIANÇAS (1 a 12 anos): 25 a 50g de carvão em 240mL de água.
Corrija os distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos.
Monitore as funções renais e hepáticas.
EXPOSIÇÃO INALATÓRIA
Administre oxigênio umidificado.
EXPOSIÇÃO OFTÁLMICA
Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho. EXPOSIÇÃO DÉRMICA
Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
As reações podem requerer o tratamento com antiinflamatórios tópicos.

TESTES LABORATORIAIS
Avalie a acidose metabólica

Execute os testes de função hepática e renal, de oximetria e radiografia da caixa torácica.
Faça eletrocardiograma para avaliar arritmia, taquicardia, ou a prorrogação do intervalo.
O conteúdo do sangue, da urina e gástrico são amostras analíticas potenciais e devem ser aproveitadas.
Teste o ph do produto para avaliar os possíveis efeitos caústicos.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indiada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades
de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Tóxico lógica
RENACIAT —ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800 77 20 320 (Horário comercial).

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
• Flutriafol: Os mecanismos de absorção, excreção e o metabolismo do Flutriafol foram estudados em animais de
laboratório, através do uso de produto radiomarcado. O produto foi rapidamente absorvido e excretado. A excreção do produto foi predominantemente efetuada pelas fezes e urina e foi rápida em ambos os sexos. A quantidade eliminada da dose administrada em 48 horas, nos ratos machos foi de 40-50% excretada na urina e 46-58% nas fezes, enquanto que nos ratos fêmeas, 46-60% da dose foi eliminada na urina e 37-51`)/0 nas fezes. Não houve diferença pronunciada entre os sexos. Após sete dias, abaixo de 1°/0 da dose administrada estava presente. A análise do produto nos órgãos e tecidos indicou baixa retenção do composto e seus metabólitos.
• Carbendazim: Testes realizados em animais de laboratório mostram que: Carbendazim é rapidamente absorvido
pelo trato gastrointestinal e rapidamente eliminado pelas fezes - 21% e urina - 65°/0 dentro de 72 horas. Não há afinidade do produto com tecidos e apenas pequenas quantidades de Carbendazim e seus metabólitos são encontrados nos órgãos excretores. A desintoxicação ocorre através da hidro¬xilação e hidrólise do Carbendazim. Em resultados de estudos indicam que a administração do Carbendazim em altas doses (1000 ppm ou maiores), em camundongos, causou uma moderada indução de enzimas específicas de fase I, que foi associada com algumas alterações histopatológicas nos fígados destes animais.
EFEITOS AGUDOS E CRÓNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Efeitos agudos:
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado):
DL50 oral para ratos: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica para ratos: > 4000 mg/kg
Irritabilidade dérmica em coelhos: não irritante.
Irritabilidade ocular em coelhos: irritação na conjutiva reversível em até 24h.
Concentração letal inalatória em ratos: > 4,044 mg/L
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.

Efeitos Crônicos:
Flutriafol:
Estudos de 90 dias realizados em ratos, na mais alta dose (100 mg/kg), os animais apresentaram decréscimo no peso corpóreo acompanhado de uma redução no consumo alimentar, bem como hipertrofia associada mudança ultra-estruturais e dos níveis enzimáticos do fígado, também foram notadas alterações na bioquímica do sangue e nos parâmetros hematológicos. Estudo de 90 dias em cães, na mais alta dose (15 mg/kg), houve redução no ganho de peso, aumento no tamanho do fígado e na atividade de aminopirina-N-demetilase hepática e da fosfatase alcalina do plasma.
- ratos 90 dias NOEL de 1 mg/kg/dia;
- cães 90 dias NOEL de 5 mg/kg/dia;
- camundongos 2 anos NOEL de 1,5 mg/kg/dia;
- ratos 2 anos NOEL de 1 mg/kg/dia;

Carbendazim:
Em estudos toxicológicos de longa duração, os animais expostos ao Carbendazim em diferentes concentrações, apresentam elevado teor de colesterol no sono e atividade fosfatase alcalina, redução no consumo alimentar e menor ganho de peso.

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE.

§ Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)

Este produto e ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.

Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.


2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.


3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- - Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CHERMINOVA BRASIL LTDA. - telefone de emergência: (08000) 111-767.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou terra, recolha o material com o auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.


4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM Rígida LAVAVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual)
- Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagens sob pressao seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de Água;
- Direcionar o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob_pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de Água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.


DEVOLUCÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer ate o fim do seu prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGINA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer ate o fim do seu prazo de validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDARIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e uns outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:

-Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
-Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
-Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.