Bula Bayfidan EC

acessos
Triadimenol
1468494
Bayer

Composição

Triadimenol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
40 mL p.c./100L água 1200 a 1500 L de água/ha - Reaplicação de 12 a 15 dias. 15 Aparecimento dos primeiros sintomas
Álamo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do álamo
(Melampsora medusae)
250 mL p.c./100L água 300 L de calda/ha - Reaplicar de 20 a 30 dias durante período chuvoso. UNA Meados de novembro
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia allii)
125 mL p.c./100L água 600 L de calda/ha - Reaplicar de 12 a 15 dias. 15 Aparecimento dos primeiros sintomas
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
0,4 L p.c./ha - - Reaplicar a cada 30 dias. 14 Novembro
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação após 30 dias. 30 5% de infecção
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Carvão
(Ustilago scitaminea)
100 mL p.c./100L água 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - - -
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia hordei)
0,75 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação se necessário. 30 No máximo quando a infecção atingir 5% da superfície foliar
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,75 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação se necessário. 30 No máximo quando a infecção atingir 5% da superfície foliar
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. hordei)
0,75 L p.c./ha até 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Segunda aplicação se necessário. 30 No máximo quando a infecção atingir 5% da superfície foliar
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 45 No máximo com 5% da área foliar infectada
Ferrugem do colmo
(Puccinia graminis)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 45 No máximo 5% da área foliar infectada
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 45 No máximo com 5% de infecção na área foliar
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 45 No máximo quando a infecção atingir 5% da área foliar
Mancha salpicada
(Septoria tritici)
0,5 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 45 No máximo com 5% da área foliar infectada
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,35 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 45 Quando a incidência atingir de 10 a 15%

Frascos de polietileno: 1 litro. Bombonas de polietileno: 5 e 20 litros. Baldes metálicos: 20 litros.

INSTRUÇÕES DE USO:

BAYFIDAN EC é um fungicida sistêmico do grupo dos triazóis com efeito preventivo, curativo e erradicativo, apresentando ainda um largo espectro de ação e longo residual.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Abóbora e alho: Recomenda-se iniciar a aplicação no aparecimento dos primeiros sintomas, reaplicando com intervalos de 12-15 dias.
Álamo: iniciar a aplicação em meados de novembro, repetindo a cada 20 - 30 dias durante o período chuvoso.
Banana: O controle deve ser preventivo, iniciando em novembro e repetindo-se a cada 30 dias.
Café: Iniciar quando forem encontrados 5% de infecção, fazendo-se uma segunda aplicação após 30 dias.
Cana-de-açúcar: Tratamento de toletes para o plantio com imersão durante 10 minutos.

Cevada: Iniciar o controle quando forem encontrados no máximo 5% da superfície foliar infectada pela doença. Uma segunda aplicação será necessária se o nível crítico for atingido novamente.

Trigo: Iniciar a aplicação quando a incidência de oídio atingir 10 - 15% da área foliar e sempre que as ferrugens, septorioses e helmintosporiose atingir no máximo 5% da área foliar infectada.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

O produto deve ser aplicado na forma de pulverização, com aparelhos terrestres ou aeronaves.
Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos D3 ou D4, pressão de 80 a 100 lb/pol² e 300 L de calda por hectare.
No caso de aeronaves, usar micronair ou barra com bicos cônicos D6 a D12, altura de vôo de 3 a 4 m, com volume de calda de 20-30 L/ha, largura da faixa de 15 a 18 m, vento calmo ou inferior que 8 km/h, umidade relativa do ar maior que 70% e temperatura menor que 30ºC.
Na cultura de café, o produto é diluído em água e aplicado com atomizador tratorizado, utilizando-se de 300 a 500 L de calda/ha e a adição de espalhante adesivo à calda.
Para os outros aparelhos, recomendamos observar um deslocamento e pressão constante, para distribuir uniformemente a calda. O volume de calda empregado deve ser de 1200 a 1500 L/ha para abóbora e 600 L/ha para alho. Na cultura de banana dilui-se a dose (0,4 L/ha) em 10 a 12 L de óleo mineral.
Em álamo recomenda-se aplicar com canhão, empregando-se 300 L de calda/ha.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Abóbora e alho: 15 dias
Álamo: UNA **
Banana: 14 dias
Café e cevada: 30 dias
Cana-de-açúcar: *
Trigo: 45 dias

** UNA - Uso não alimentar.
* Não determinado por ser para tratamento de toletes para plantio.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

De acordo com a recomendação aprovada pelo órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS.

LIMITAÇÕES DE USO:

Excluídos os intervalos de segurança e reentrada e sendo seguidas as instruções de uso do produto, não há outras limitações.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO: PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingo. Use macacão com mangas compridas, óculos ou viseira facial, luvas e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos. Nos casos em que a aplicação produzir neblina, use protetor cobrindo nariz e boca. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas. No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado. Se houver sinais de intoxicação, procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Não se dispõe de dados referentes ao ser humano. Em ratos, 98% do produto é eliminado via fezes e urina, não se acumulando nos tecidos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: O produto formulado apresenta dose letal oral aguda (DL50) para rato fêmea de 1720 mg/kg e para macho 3700 mg/kg e dérmica maior que 5000 mg/kg. O nível sem efeito tóxico foi de 125 ppm no ensaio crônico em ratos.

EFEITOS COLATERAIS/SINTOMAS DE ALARME: Não existem informações sobre efeitos colaterais específicos para o ser humano.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTÍDOTO: Não específico - Tratamento sintomático.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância mínima de 500 (quinhentos) metros de proteção de mananciais de captação de água para abastecimento público; e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes a atividades aeroagrícolas. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções constantes no item Destinação Adequada de Resíduos e Embalagens. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE: Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o Equipamento de Proteção Individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água; Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada; Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido; Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES DE TRANSPORTE: O transporte é feito observando-se as normas da legislação sobre cargas perigosas vigente, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, alimentos, rações, medicamentos ou outros materiais.

INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO FINAL DE EMBALAGENS E DAS SOBRAS DE AGROTÓXICOS E AFINS: As embalagens deverão ser enxaguadas três vezes e a calda resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada (TRÍPLICE LAVAGEM). Não reutilize embalagens vazias. As embalagens devem ser destruídas e enterradas em fosso para lixo tóxico. O local para construção do fosso deve ser distante de casas, de instalações ou de qualquer fonte de água, fora do trânsito de pessoas ou animais, porém de fácil acesso e onde não se preveja o aproveitamento agrícola, mesmo em longo prazo. O local não deve ser sujeito a inundações ou acúmulos de água. O solo deve ser profundo, de permeabilidade média para permitir uma percolação lenta e degradação biológica do agrotóxico. Abrir um fosso de 1 a 2 m de profundidade, comprimento e largura, não devendo exceder a 3 m, de acordo com as necessidades. Distribuir no fundo do fosso uma camada de pedras irregulares e uma camada de brita. Ao redor do fosso cavar uma valeta, com escoadouro, para impedir a penetração de enxurradas. Reservar uma área suficiente para instalação de mais fossos, de acordo com a necessidade. Isolar a área com cerca de tela, para impedir a entrada de animais e dificultar a entrada de pessoas. Colocar uma placa de advertência (CAVEIRA) com os dizeres: CUIDADO LIXO TÓXICO. Antes de iniciar o uso e após cada 15 cm de material descartado intercalar com camadas de cal virgem ou calcário para ajudar a neutralização. Completada a capacidade do fosso, cobrir com uma camada de 50 cm de terra e compactar bem. Uma camada adicional de 30 cm de terra deve ser colocada sobre o aterro, para que este fique acima do nível do terreno. Observar legislação Estadual e Municipal específica. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas de abrangência do PROGRAMA NACIONAL DE RECOLHIMENTO E DESTINAÇÃO ADEQUADA DE EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

É importante associar ao emprego de fungicidas, outros métodos de controle de fungos (cultural, biológico, etc.), sempre com base no programa de Manejo Integrado de Doenças para cada cultura, quando disponível e apropriado.

Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação diferentes, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações mais adequadas para o manejo e prevenção de resistência aos fungicidas.