Bula Carbomax 500 SC

acessos
Carbendazim
4602
Nufarm

Composição

Carbendazim 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
50 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, sendo a segundo 4 - 5 semanas depois da primeira aplicação. 7 dias. Pulverização com fungicidas na época de formação de folhas novas e após a floração. Essas pulverizações devem ser feitas após a queda de dois terços das pétalas, e uma segunda aplicação deve ser feita 4 - 5 semanas depois da primeira aplicação
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
40 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, sendo a segundo 4 - 5 semanas depois da primeira aplicação. 7 dias. Pulverização com fungicidas na época de formação de folhas novas e após a floração. Essas pulverizações devem ser feitas após a queda de dois terços das pétalas, e uma segunda aplicação deve ser feita 4 - 5 semanas depois da primeira aplicação
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
0,5 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações, sendo a segundo em um intervalo de 15 dias após a primeira aplicação, de acordo com o nível de infestações. 14 dias. A primeira aplicação deve ser feita 40 dias após o plantio
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Antes do plantio como tratamento de sementes
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Antes do plantio como tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Antes do plantio como tratamento de sementes
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Repetir a aplicação 15 - 20 dias após a primeira aplicação (estádio R 5.5) 14 dias. A aplicação deve ser iniciada do início do florescimento à formação de vagens (estádio R5.1)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,5 L p.c./ha 150 a 250 L de calda/ha - Repetir a aplicação 15 a 20 dias após a primeira aplicação (estádio R 5.5 ) 14 dias. A aplicação deve ser iniciada do início do florescimento à formação de vagens (estádio R5.1)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,4 L p.c./ha 400 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. A aplicação deve ser iniciada do início do florescimento à formação de vagens (estádio R5.1)
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
100 mL p.c./100 kg de sementes 400 mL de água/100 Kg de sementes - Realizar uma aplicação. Não determinado. Antes do plantio como tratamento de sementes

Frascos e bombonas de polietileno com capacidade para 1, 5, 10 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
CARBOMAX 500 SC é um fungicida sistêmico do grupo químico dos benzimidazóis com ação preventiva, curativa e erradicativa indicado para o tratamento de doenças da parte aérea nas culturas indicadas.

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
- Feijão: A primeira aplicação deve ser feita 40 dias após o plantio, podendo serem feitas uma ou duas aplicações a intervalos de 15 dias de acordo com o nível de infecção.

- Soja: Para as doenças de final de ciclo (Cercospora kikuchii e Septoria glycines) a aplicação deve ser iniciada do início do florescimento à formação de vagens (estádio R5.1), repetindo-se 15 a 20 dias após a primeira aplicação (estádio R5.5). Para o controle de Oídio (Microsphaera diffusa) usar bicos cônicos, pressão de 40 lb/pol2 e um volume de calda de 400 l/ha.

- Citros: Pulverização com fungicidas na época de formação de folhas novas e após a floração. Essas pulverizações devem ser feitas após a queda de dois terços das pétalas, e uma segunda aplicação deve ser feita 4-5 semanas depois da primeira aplicação.

- Sementes de soja: As sementes devem ser tratadas antes do plantio. As sementes tratadas destinam-se única e exclusivamente para o plantio, não podendo ser destinadas para o consumo humano ou animal.

MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda de aplicação e adicionar a dose recomendada ao volume de água indicado. Pode ser aplicado por meio de pulverizadores tratorizados ou aéreos.
Feijão: as aplicações devem ser realizadas com pulverizador tratorizado, bico tipo cone D ou similar, com volume de calda de 400 L/ha.

Soja: para as doenças de final de ciclo a cultura deverá ser pulverizada com equipamento tratorizado, equipados com bicos leque e com vazão de calda de 150 - 250 L/ha. Para o controle de Oídio usar bicos cônicos, pressão de 40 lb/pol2 e um volume de calda de 400 l/ha. Para aplicação aérea com barras: usar bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo inferior a 45° ou micronair com quatro atomizadores, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (VRV), pressão e ângulo de pá. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

Citros: Para aplicação do produto utilizar um atomizador ou pulverizador acoplado ao trator, com uma pressão de trabalho entre 200 e 300 lb/pol2 e usando um volume de 1000 L de calda/ha.

Tratamento de sementes de soja: diluir 100 mL do produto junto com 15ml de corante vermelho sun em 400 mL de água e distribuir uniformemente em 100 kg de sementes. Misturar homogeneamente o produto às sementes durante um período mínimo de 10 minutos em tambor giratório, pá sobre lonas, betoneiras ou equipamentos específicos para esse fim.

Na aplicação, verificar sempre se as plantas estão recebendo o produto de modo uniforme e ocorrendo uma boa cobertura de pulverização às plantas.

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
- Feijão: 14 dias.
-Soja: 14 dias.
-Sementes de soja: intervalo de segurança não determinado por referir-se a tratamento de semente.
-Citros: 07 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Carbomax 500 SC é incompatível com calda sulfocálcica e calda bordaleza; não devendo ser usado em mistura de tanque com qualquer produto.
- Obedecer o período de carência estabelecido para as culturas.
- A água da calda de pulverização deve ser de boa qualidade (não deve ser “dura” e/ou alcalina) e com pH 5, ideal para a aplicação do produto.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola:
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado. PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão hidrorepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestida
para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as
roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de
algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

INTOXICAÇÕES POR CARBENDAZIM
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Benzimidazol
Classe toxicológica: III - Medianamente tóxico
Vias de exposição: Inalatória, dérmica e oral
Toxicocinética: O CARBENDAZIM é bem absorvido por todas as vias principalmente pela via oral (80-85%), e em menor extensão pela via cutânea. QUando absorvido é metabolizado formando vários metabólitos, os principais são: 5-HBC e os óxidos do 5,S-HOBC-N e em menor quantidade os 11 metabólitos 5,S-DHBC-S e 5,S-DHBC-G. A distribuição do CARBENDAZIM nos tecidos demonstrou a ausência de bioconcentração. Em estudos com ratos, a maior concentração de carbendazim e seus metabólitos após a administração oral foi encontrada no fígado. O CARBENDAZIM é excretado na urina e fezes após 72 h da absorção oral.
Mecanismos de toxicidade: Estudos bioquímicos do mecanismo de ação dos compostos benzimidazólicos demonstraram que seus efeitos biológicos são causados pela interaçâo com os microtúbulos celulares. Estas estrututras celulares estão presentes em todas as células eucarióticas e estão envolvidas com várias funções vitais como o transporte intracelular e a divisão celular. O CARBENDAZIM tem interação com os microtúbulos celulares inibindo funções vitais, tal como a divisão celular. Como os outros benzimidazóis, ele demonstrou ter toxicidade seletiva nas váriasl espécies. Esta seletividade toxicológica é explicada pelo menos em parte pelo fato que a substância não se liga da mesma maneira à tubulina das espécies alvos e não alvo.
Sintomas e sinais clínicos: O produto pode causar dermatite alérgica e irritação nos olhos, nenhum outro efeito adverso foi obeservado em humanos, em animais de experimentação foram observados sinais de hepatotoxicidade.
Diagnóstico: Nos casos de exposição excessiva o diagnóstico clínico pode ser feito pelo monitoramento das funções hepáticas.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico tais como lavagem gástrica poderão ser realizados e com especial atenção visando prevenir a aspiração pulmonar, em virtude do risco de pneumonite química. O carvão ativado deverá ser administrado em doses múltiplas em intervalos de 4 ou 6 horas, para diminuir a absorção gastrintestinal do ativo. Laxantes salinos como o sulfato de sódio ou magnésio deverão ser associados. O tratamento sintomático deverá compreender sobretudo medidas de suporte como correção de distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder a lavagem comi soro fisiológico seguida de encaminhamento para avaliação oftalmológica.
Contra-indicação: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não se conhecem efeitos sinérgicos para este produto.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVIS/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefones de Emergência da Empresa: Agripec Química e Farmacêutica S/A- (085) 3215-1000

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação de solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicação aérea de agrotóxico em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. -Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa AGRIPEC QUÍMICA E FARMAcÊuncA S/A -telefone de emergência: (085) 215.1000. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'águas. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RIGÍDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nesta posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

AS EMBALAGENS - SACARIAS -NÃO PODEM SER REUTILIZADAS PARA OUTROS FINS.

AS EMBALAGENS - SACARIAS -NÃO PODEM SER LAVADAS.

ARMAZENAMENTODAS EMBALAGENS VAZIAS: O armazenamento das embalagens - SACARIAS - vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio das SACARIAS.

As embalagens - SACARIAS - vazias devem ser armazenadas separadamente das lavadas, em sacos plásticos transparentes (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGENS - SACARIAS - VAZIAS: Devem ser devolvidas, em conjunto, com a embalagem do agrotóxico (CARBENDAZIN AGRIPEC 500 SC).

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBE o MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Profissional legalmente habilitado para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
· Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Compatibilidade

Incompatível com caldas sulfocálcica e bordaleza.