Bula Cercobin 700 WP - Iharabras

Bula Cercobin 700 WP

acessos
Thiophanate methyl
1248399
Iharabras

Composição

Tiofanato-metílico 700 g/kg Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico

Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
70 a 100 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 25 a 30 dias. 14 dias. Após a indução floral
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Logo após a emergência da cultura
Antúrio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Preventivas, início do florescimento
Begônia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Preventiva, início do florescimento
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação;
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
200 a 250 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 30 dias. 28 dias. Início da formação dos frutos
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
200 a 250 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 30 dias. 28 dias. Início da formação dos frutos
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal-das-sete-voltas
(Colletotrichum gloeosporioides f. sp. cepae)
100 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Logo após a emergência ou transplante da cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Bolor azul
(Penicillium italicum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Bolor verde
(Penicillium digitatum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Doença rosada
(Corticium salmonicolor)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Podridão penducular
(Diaporthe citri)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. 14 dias. Durante o florescimento
Cravo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Oídio
(Oidium chrysanthemi)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - Pré e pós florada. 14 dias. 20 dias após a emergência
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
100 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Pouco antes da semeadura
Mofo cinzento
(Sclerotium rolfsii)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - Pré e pós florada. 14 dias. 20 dias após a emergência
Oídio
(Erysiphe polygoni)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - Pré e pós florada. 14 dias. 20 dias após a emergência
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - Pré e pós florada. 14 dias. 20 dias após a emergência
Podridão radicular seca
(Fusarium solani f. sp. phaseoli)
100 g p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Pouco antes da semeadura
Seca de ponteiros
(Phoma exigua var. exigua)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - Pré e pós florada. 14 dias. 20 dias após a emergência
Gladíolo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de botrites
(Botrytis gladiolorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Hortência Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Início do florescimento
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Novembro a janeiro
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Novembro a janeiro
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Novembro a janeiro
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Novembro a janeiro
Sarna da maçã
(Venturia inaequalis)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Novembro a janeiro
Sarna do pessegueiro
(Cladosporium carpophilum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 7 dias. Novembro a janeiro
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium caricae)
100 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 20 dias. 14 dias. Início da florescimento / frutificação
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Mancha das folhas
(Cercospora citrullina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Mancha de alternaria
(Alternaria cucumerina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 13 dias. Início da frutificação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mancha de alternaria
(Alternaria cucumerina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Morango Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de Dendrophoma
(Phomopsis obscurans)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. A cada período de florescimento ou frutificação
Mancha de diplocarpon
(Diplocarpon earlianum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. A cada período de florescimento ou frutificação
Mancha foliar
(Mycosphaerella fragariae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. A cada período de florescimento ou frutificação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. A cada período de florescimento ou frutificação
Orquídea Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Preventiva, início do florescimento
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Início da frutificação
Mancha das folhas
(Cercospora citrullina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Início da frutificação
Mancha zonada
(Leandria momordicae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Início da frutificação
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Início da frutificação
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Início da frutificação
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Logo após a primeira poda
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Logo após a primeira poda
Oídio
(Sphaerotheca pannosa)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. UNA. Logo após a primeira poda
Seringueira (Floresta implantada) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal das folhas
(Microcyclus ulei)
0,3 a 0,4 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 20 a 30 dias. UNA. Outubro a março
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,43 a 0,6 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. Estádio R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,43 a 0,6 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. Estádio R5.1
Oídio
(Erysiphe diffusa)
0,6 kg p.c./ha 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 21 dias. Estádio R5.1
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de clasdoporium
(Fulvia fulva)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Primeiros sintomas
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Primeiros sintomas
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. 55 dias após o transplante
Septoriose
(Septoria lycopersici)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 10 dias. 14 dias. Primeiros sintomas
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Cercospora
(Pseudocercospora vitis)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação
Oídio
(Uncinula necator)
70 g p.c./100 L de água 700 a 1000 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 14 dias. Início da frutificação

Sacos plásticos: 1, 5 e 25 Kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
CERCOBIN 700 WP: Trata-se de um fungicida sistêmico, empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas em diversas culturas, na forma de Pulverizações da parte aérea e em Tratamento de Sementes.

CULTURAS, DOENÇAS E DOSES*:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

(*)DOSES DE APLICAÇÃO: Culturas em geral: as dosagens do CERCOBIN 700 WP expressa em gramas/100 litros de água, são recomendadas para aplicações terrestres, onde se empregam quantidades de água de 700 - 1000 litros/hectare ou assegurando a dose de 0,7 kg/ha de CERCOBIN 700 WP.

Observações:
1) 1 kg do produto comercial CERCOBIN 700 WP equivale à 700 g do ingrediente ativo.
2) Para as instruções acima, recomendamos alternância com fungicidas de outros grupos químicos (mecanismo de ação diferente) no mesmo intervalo de aplicação para a prevenção e gerenciamento de controle.
3) Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÃO:
ABACAXI: Iniciar logo após a indução floral em jato dirigido à coroa, com intervalos de 25 a 30 dias. Realizar 3 aplicações.
ABÓBORA, BERINJELA, MELANCIA, MELÃO, PEPINO, UVA: Iniciar quando da frutificação com intervalos de 7 a 10 dias. Realizar 3 aplicações.
ALHO: Iniciar após a emergência da cultura (7 dias) com intervalos de 7 a 10 dias. Realizar 3 aplicações.
ANTÚRIO, BEGÔNIA, CRAVO, CRISÂNTEMO, GLADÍOLO, HORTÊNCIA, ORQUÍDEAS: Realizar as aplicações de forma preventiva (com o início do florescimento), com intervalos de 7 a 10 dias. Realizar 3 aplicações.
CAFÉ: Para o controle de Cercosporiose efetuar a 1º aplicação logo no início da formação dos frutos (estágio de chumbinho) com intervalo de 30 dias. No caso de ocorrência de baixas temperaturas e alta umidade efetuar mais uma aplicação para controle de Phoma. Realizar 2 aplicações durante a safra.
CEBOLA: Iniciando-se logo após a emergência (7 dias) ou transplante da cultura com intervalos de 7 a 10 dias. Realizar 3 aplicações.
CITROS: Realizar aplicações durante o florescimento, sendo a primeira no estágio “palito de fósforo” e a segunda com “2/3 das pétalas caídas”.Realizar 2 aplicações durante a safra da cultura.
FEIJÃO: A primeira aplicação deverá ser realizada aos 20 dias após a emergência e as demais em pré e pós florada. Realizar 3 aplicações.
MAÇÃ: Concentrar as aplicações de Novembro a Janeiro (período chuvoso), com intervalos de 10 dias. Realizar 3 aplicações.
MAMÃO: Iniciando-se as aplicações no início do florescimento/frutificação com intervalos de 20 dias. Realizar 5 aplicações durante o ano.
MORANGO: Realizar uma aplicação a cada período de florescimento ou frutificação. Realizar 4 aplicações.
ROSA: Realizar aplicações anuais (iniciando-se logo após a primeira poda) com intervalos de 7 a 10 dias.
SERINGUEIRA: Concentrar as aplicações de Outubro a Março (período chuvoso), realizando aplicações com intervalos de 20 a 30 dias. Realizar 2 aplicações.
SOJA: A primeira no estágio R5.1 (início da formação dos grãos) e a segunda 10 dias após a primeira aplicação. Realizar 2 aplicações.
TOMATE: A primeira pulverização nos primeiros sintomas e a segunda 10 dias após. Para a podridão-de-Sclerotínia o controle deverá ser realizado preventivamente, sendo a primeira aos 55 dias do transplante e a segunda 10 dias após. Realizar 2 aplicações.

- Tratamento de sementes:
FEIJÃO: O tratamento de sementes deve ser feito pouco antes da semeadura.
BATATA: O tratamento de sementes deve ser realizado no máximo 8 horas após a colheita.

EQUIPAMENTOS E MODO DE APLICAÇÃO:
VIA TERRESTRE: Usar pulverizadores tratorizados, dotados de bicos cônicos, densidade mínima de 80 gotas/cm² com 200 micra. Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter uma cobertura uniforme da parte aérea da planta.

. Na cultura do Mamão: Pulverizadores acoplados a tratores (atomizadores) com bicos cônicos apropriados para a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve ser de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento em questão, de modo a atingir todas as partes aéreas das plantas proporcionando uma cobertura homogênea da calda fungicida.

VIA AÉREA:
Uso de barra e atomizador rotativo Micronair: Volume de aplicação: 30-40 L/ha de calda, procurando assegurar dosagens do CERCOBIN 700 WP. Altura de vôo com barra: 2-3 m, com Micronair: 3-4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m. Tamanho/densidade da gota: 180-220 micra, com mínimo de 80 gotas/cm². Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45°. Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.

. Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação. Em se tratando de aplicação aérea obedecer umidade relativa não inferior a 70%.

O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.

• Para tratamento de Sementes:
O tratamento deve ser feito em Tambor Rotativo ou em outro equipamento que possibilite uma distribuição homogênea do produto.
O tratamento de sementes de feijão pode ser feito de duas maneiras, via seca ou via úmida. O tratamento via seca consiste em misturar o produto comercial às sementes na dose recomendada e homogeneizar até obter uma cobertura uniforme das sementes pelo produto. Para o tratamento por via úmida, primeiramente umedecer as sementes levemente usando-se no máximo 500 mL de água/100 kg de sementes. À seguir, adicionar a dose recomendada do produto sobre as sementes, misturando de forma homogênea para obter uma cobertura uniforme.
O tratamento de sementes de batata deverá ser realizado, no máximo, até 8 horas após a colheita.
Este tratamento poderá ser realizado, na esteira, sempre a seco e após o término, as sementes deverão ser armazenadas em condições adequadas.
Para tratamento de sementes adicionar corante.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
• Abacaxi, abóbora, alho, berinjela, citros, feijão, melão, morango, tomate e uva: 14 dias.
• Mamão: 3 dias.
• Café: 28 dias.
• Cebola, maçã e pepino: 7 dias.
• Melancia: .13 dias.
• Soja:21 dias.
• Batata e Feijão: Intervalo de Segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
•Antúrio, begônia, cravo, crisântemo, gladíolo, hortênsia, orquídeas, rosa e seringueira: U.NA = Uso Não Alimentar.

LIMITAÇÕES DE USO:
A semente tratada deve ser usada unicamente para o plantio, não podendo ser usado como alimento, ração ou na produção de óleo.
Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.
O tratamento de sementes com CERCOBIN 700 WP deve ser feito antes da inoculação com microorganismos fixadores de Nitrogênio.
Outras restrições à serem observadas: Efetuar a correção do pH da água para valores entre 4,0 e 6,0 antes do preparo da calda para aplicação.

PRECAUÇÕES GERAIS: Antes de usar o produto leia com atenção as instruções: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto: INGESTÃO: Provoque vômito e procure logo o médico. OLHOS: Lave-os com água em abundância e procure logo o médico. PELE: Lave com água e sabão em abundância. INALAÇÃO: Procure lugar arejado.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Nos estudos realizados em animais de laboratórios sua ação foi bastante reduzida, e nos estudos de metabolismo o produto foi eliminado rapidamente pelas excreções fezes e urina.

EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS: Não foram observados efeitos agudos, crônicos e colaterais adversos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente (CLASSE II). Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas. É PROIBIDA a aplicação deste produto em áreas alagadas ou sujeitas a inundação por causar danos ao meio ambiente, quando aplicado nesses locais. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da Legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Em caso de derrame, siga as instruções: Piso pavimentado: Recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: As embalagens devem ser enxaguadas três vezes e a cada resultante acrescentada à preparação para ser pulverizada (tríplice lavagem). Não utilize embalagens. Observe as legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido enterrar as embalagens. Consulte o órgão Estadual de Meio Ambiente.

MÉTODO DE DESATIVAÇÃO DO PRODUTO: Tratamento com produtos alcalinos (soda cáustica): eleva-se o pH à 12 - 13 por 24 horas, faz-se a filtragem com carvão ativado, com posterior incineração em incineradores revestidos com material refratário, equipados com lavadores de gases, a uma temperatura de 176 - 180°C por alguns segundos.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
- Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com cúpricos e produtos alcalinos.