Bula Cercobin 875 WG - Iharabras

Bula Cercobin 875 WG

acessos
Tiofanato-metílico
9318
Iharabras

Composição

Tiofanato-metílico 875 g/kg Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium subglutinans)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
900 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Olho pardo
(Cercospora coffeicola)
500 a 700 g p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 30 dias. 28 dias. A aplicação deve ser realizada quando observar a ocorrência de 2% de incidência
Seca de ponteiros
(Phoma costaricensis)
500 a 700 g p.c./ha 500 a 800 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 28 dias. Realizar 2 aplicações por ciclo, sendo a primeira na pré-florada e a segunda 30 dias após
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
900 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
900 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
500 a 700 g p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Guignardia citricarpa)
50 a 90 g p.c./100 L de água 1000 a 3000 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações quando os frutos estiverem na fase (tamanho) "ping-pong", as outras aplicações devem ocorrer no intervalo de 30 dias
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
50 a 90 g p.c./100 L de água 750 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 30 dias. 14 dias. Iniciar com aplicação preventiva, ao final do florescimento, quando as pétalas estiverem caídas
Cupuaçu Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
700 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 14 dias. Realizar no máximo 2 aplicações do produto na cultura, sendo a primeira aproximadamente 20 dias após a emergência da cultura e a segunda na fase de emissão do botão floral
Guaraná Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Kiwi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
60 a 70 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente ou no máximo no início dos primeiros sintomas
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Varíola
(Asperisporium caricae)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
70 a 90 g p.c./100 L de água 500 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo cinco aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
700 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. 3 dias. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 14 dias, sendo a primeira no estádio de pré-pendoamento e a segunda na fase de grão leitoso
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
700 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar no máximo 2 aplicações, sendo a primeira quando a cultura estiver no quarto par de folhas e a segunda no início da florada
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
700 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 21 dias. Realizar 2 aplicações, sendo a primeira em R1 e a segunda em R5.1. Respeitar intervalo mínimo de 10 dias entre aplicações
Oídio
(Microsphaera diffusa)
500 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 dias. 21 dias. Realizar no máximo 2 aplicações, sendo a primeira no estágio R1, no início da floração e a segunda 20 dias após a primeira
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
700 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 21 dias. Realizar 2 aplicações, sendo a primeira em R1 e a segunda em R2. Respeitar intervalo mínimo de 10 dias entre aplicações
Sorgo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum sublineolum)
700 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar no máximo 2 aplicações, sendo a primeira quando a cultura estiver no quarto par de folhas e a segunda no início da florada
Mancha foliar
(Exserohilum turcicum)
700 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 10 dias. 3 dias. Realizar no máximo 2 aplicações, sendo a primeira quando a cultura estiver no quarto par de folhas e a segunda no início da florada
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Septoriose
(Septoria lycopersici)
90 g p.c./100 L de água 600 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar no início do aparecimento dos sintomas da doença
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
900 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Fusariose
(Fusarium graminearum)
900 g p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início do aparecimento dos sintomas da doença
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mofo cinzento
(Botrytis cinerea)
50 a 70 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações no início da formação dos cachos

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicar CERCOBIN 875 WG nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação. Este produto pode ser aplicado por via terrestre, através de equipamentos pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e por via aérea, conforme recomendação para cada cultura.
Utilize sempre tecnologias de aplicação que ofereçam boa cobertura do alvo desejado.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação, a especificação do fabricante do equipamento e a tecnologia de aplicação empregada.
Preparo da Calda: O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo e respeitar as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva.

- APLICAÇÃO VIA TERRESTRE:
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de gotas.

- APLICAÇÃO VIA AÉREA:
A aplicação via aérea é indicada para as culturas: Aveia, Feijão, Milho, Soja, Sorgo, Tomate, Trigo e Triticale.
Realize a aplicação via aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagri´colas e sempre consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas) deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais (velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e, principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
Condições Climáticas:
Para quaisquer tecnologias de aplicação, devem-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante a aplicação, e não valores instantâneos: Temperatura ambiente abaixo de 30ºC. Umidade relativa do ar acima de 50%. Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para aplicação do produto, conforme consta no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacaxi – 14 dias
Café – 28 dias
Cevada – 30 dias
Citros – 14 dias
Feijão – 14 dias
Maçã – 7 dias
Mamão, Abacate, Cacau, Cupuaçú, Guaraná, Maracujá, Kiwi (Quivi) – 3 dias
Manga – 14 dias
Milho, Sorgo – 3 dias
Soja – 21 dias
Tomate – 14 dias
Trigo, Aveia, Centeio, Triticale – 14 dias
Uva – 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura ou áreas tratadas antes deste prazo, usar macacão de algodão hidrorrepelente de mangas compridas, luvas e botas de borracha.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
O produto fungicida CERCOBIN 875 WG é composto por Tiofanato-metílico, que apresenta mecanismo de ação de Montagem de ß-tubulina na mitose, pertencente ao Grupo B1, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
? Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B1 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
? Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).