Bula Chiva WP - CropChem

Bula Chiva WP

acessos
Mancozebe + Cimoxanil
30517
CropChem

Composição

Cimoxanil 80 g/kg Acetamida
Mancozebe 640 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis à Requeima (temperaturas amenas e alta umidade)
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Peronospora destructor)
2 a 2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis ao Míldio (temperaturas amenas e alta umidade)
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 7 dias. Realizar aplicações sempre que houver condições favoráveis à Requeima (temperaturas amenas e alta umidade)
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Míldio
(Plasmopara viticola)
2,5 kg p.c./ha 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 14 dias. 7 dias. Realizar aplicações no início do crescimento da brotação até o início da frutificação (bagas "chumbinho")

Conteúdo: 50;60;70;100;150;200;250 e 500 gramas; 1;2;3;4;5;10;12;15;20;24;25 e 50 kg.

MODO DE APLICAÇÃO:

CHIVA WP é indicado para aplicações terrestres. Realizar aplicações em alto
volume com pulverizadores atomizadores costais (manuais ou motorizados), dotados com bomba centrífuga, estacionários dotados de mangueiras, pulverizadores de barra acoplados a trator, procurando-se cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta (caule, folhas e frutos).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Tipo de bico: cone, como XH4 ou D 2-13.
Altura da barra: deve permitir uma boa cobertura de toda a parte aérea da planta.
Volume de aplicação: conforme instruções de uso.
Tamanho e densidade de gotas: 90 a 100 micra e no mínimo 60 gotas/cm².
Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre
proporcionar boa cobertura das plantas.

INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Batata, tomate, uva e cebola: 7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

??Uso exclusivo para culturas agrícolas.
??Os períodos de carência devem ser observados.
??CHIVA WP não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina,tais como calda bordaleza ou sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
??Utilize equipamentos de proteção Individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; viseira facial; touca árabe e luvas de borracha.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO,
DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E
DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM
DESUSO:

(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente –IBAMA/MMA).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:

??Produto para uso exclusivamente agrícola.
??Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto;
??Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
??Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos
na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e
luvas.
??Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
??Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
??Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
??Não transporte o produto junto com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

??Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de
emergência.
??Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
??Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental
impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
??Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

??Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
??Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes do dia;
??Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entra na névoa do produto.
??Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
??Utilize equipamentos de proteção Individual - EPI: macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; viseira facial; touca árabe e luvas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

??Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA
TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
??Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do
intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs)
recomendados para o uso durante a aplicação.
??Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
??Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
??Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
??Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
??Não reutilizar a embalagem vazia.
??No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI:
macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência
levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra
naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita
água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local
aberto e ventilado.A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

- INTOXICAÇÕES POR CHIVA WP (Mancozebe + Cimoxanil) -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Alquilenobis (ditiocarbamato) + Acetamida
Classe toxicológica I – Extremamente tóxico
Vias de exposição Mancozebe – É rapidamente absorvido por cia
respiratória e cutânea e pouco absorvido por via
oral.
Cimoxanil – Pode ser absorvido por via respiratória,
cutânea e oral.
Toxicocinética Mancozebe – Após a absorção, são distribuídos
para o fígado, rins e tireoide, mas não são
acumulados devido à rápida metabolização pelo
fígado, através da glicuronização. Aetilenotioureia
(ETU) é o principal metabólito de importância
toxicológica e o dissulfeto de carbono, um
metabólito de menor importância. São quase que
totalmente excretado em 96 horas, principalmente
através das fezes (71%) e urina (16%).
Cimoxanil – Prontamente absorvido pelo intestino,
eliminado pela urina e em quantidade menor pelas
fezes. A principal rota de eliminação é via renal. A
formação do metabólito envolve a hidrólise e
consequente degradação do cimoxanil em glicina
que é incorporada nos constituintes naturais e logo
metabolizada. Hidrólise e subsequente conjugação
com a glucuronida é provavelmente a maior via
metabólica.
Mecanismos de toxicidade Mancozebe – As formulações contendo mancozebe
têm ação irritante para a pele, trato respiratório e
olhos.
Cimoxanil – Conjugação com proteínas hepáticas.

Sintomas e sinais clínicos Exposição Dérmica:
Mancozebe – Pode causar irritação da pele, prurido,
eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica,
sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema,
síndrome parkinsoniana (manganismo).
Cimoxanil – O contato com a pele pode causar
irritação, queimaduras, inchaço e vermelhidão.
Exposição Respiratória:
Mancozebe – Pode causar irritação e inflamação
das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e
traqueobronquite), síndrome parkinsoniana
(manganismo), fadiga, cefaleia, visão borrada e
náuseas.
Cimoxanil – A inalação pode causar irritação das
narinas e garganta dolorida, falta de coordenação e
corisa.
Exposição Ocular:
Mancozebe – Pode causar ardência ocular,
conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Cimoxanil – Irritação nos olhos, dor e visão borrada.
Exposição Oral:
Mancozebe – Pode causar irritação da mucosa do
trato gastrointestinal, dores abdominais, diarreia,
náuseas, vômitos e diarreia, além de anorexia,
cefaleia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraqueza
muscular, miose, sudorese, lacrimejamento
excessivo, bradicardia, convulsões e coma.
Cimoxanil – A ingestão pode causar depressão
temporária do sistema nervoso com confusão e falta
de coordenação, sonolência, perda de consciência,
alteração sanguínea e mudanças patológicas do
fígado e perda de peso.
Diagnóstico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e de quadro clínico compatível. Em se
apresentando sinais e sintomas indicativos de
intoxicação, trate o paciente imediatamente, não
condicionando o início do tratamento à confirmação
laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos.
Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame
de urina tipo Ie função renal, dosagem do manganês
do sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 µg/Le
1 a 8 µg/Lna urina) para o diagnóstico de intoxicação
por mancozebe.
Tratamento As medidas abaixo relacionadas, especialmente
aquelas voltadas para a adequada oxigenação do
intoxicado, devem ser implementadas
concomitantemente ao tratamento medicamentoso e
à descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.
1.Remover roupas e acessórios e lavar a pele
(incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos,
com água fria abundante e sabão.
2.Se houver exposição ocular, irrigar
abundantemente com soro fisiológico ou água, por
no mínimo 15 minutos, evitando contato com a
pele e mucosas.
3.Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem
gástrica. Atentar para nível de consciência e
proteger via aéreas do risco de aspiração.
Administrar carvão ativado na proporção de 50-100
g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos,
e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água,
na proporção de 30 g de carvão ativado em 240 ml
de água.
4.Emergência, suporte e tratamento sintomático:
manter vias aéreas permeáveis, se necessário
através de entubação oro - traqueal, aspirar
secreções e oxigenar. Atenção especial para
fraqueza de musculatura respiratória e parada
respiratória repentina, hipotensão e arritmias
cardíacas. Adotar medidas de assistência
ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação
(oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica.
Tratar pneumonite, convulsões e coma se
ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24
horas após o desaparecimento dos sintomas.
Administração do EDTAcálcio-sódio acelera a
eliminação do manganês.
Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do
risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Mancozebe – É estruturalmente relacionado ao
dissulfiram, podendo produzir reação similar a este
quando interagindo com o álcool: intolerância ao
álcool ou efeitos antabuse.
Cimoxanil – É estruturalmente relacionado ao
metazacloro, dimetenamida e amifós.
ATENÇÃO
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
para notificar o caso e obter informações
especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e
Assistência Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-
1300

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEBE é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a etilenotioureia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireoide. Sua eliminação do plasma é bifásica e está essencialmente completa em 24 horas. A excreção se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile em menor quantidade.
Em estudos de laboratório com o CIMOXANIL, observou-se que, com a
administração oral, a principal via de excreção é a urina, seguida pelas fezes, sendo que após 72 horas 82,30% do produto é eliminado, o restante pode ficar retido nos tecidos.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos Agudos:

??DL50 oral em ratos > 5.000 mg/kg
??DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg
??CL50 inalatória para ratos: > 2,419 mg/L de ar
??Irritação Dérmica: o produto é considerado irritante leve.
??Irritação Ocular: o produto é considerado irritante.
??Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.

Efeitos crônicos:

Mancozebe: A médio prazo, o Mancozebe tem uma dose de nenhum efeito
observável, após administração oral, em ratos, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas, sendo o único efeito observado a queda de níveis de T4 e TSH. A longo prazo, o Mancozebe não provoca nenhum efeito irreversível. O Mancozebe não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico.
Cimoxanil: Apresenta dose de nenhum efeito observável de 5,6 mg/kg em ratos e 18,7 mg/kg em camundongos. O Cimoxanil não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE
PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é
X - Perigoso ao Meio Ambiente ( Classe III)

MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.

MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Para as culturas que durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações,
recomenda-se:
• Realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando
prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos
fungicidas na agricultura; utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos
intervalos de aplicação recomendados na bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle
cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças
(MID) quando disponíveis e apropriados.
• Consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações
locais para manejo de resistência.