Bula Cimox WP Helm - Helm
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Bula Cimox

Cimoxanil; Mancozebe
1010
Helm

Composição

Cimoxanil 80 g/kg
Mancozebe 640 g/kg

Classificação

Terrestre
Fungicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico, Contato

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima)

Cebola

Calda Terrestre Dosagem
Peronospora destructor (Míldio)

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Phytophthora infestans (Requeima)

Uva

Calda Terrestre Dosagem
Plasmopara viticola (Míldio)

Saco de Plástico ou papel, ou aluminizado de 0,5; 1,0; 2,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20 e 25 Kg

Frasco de plástico de 0,5 e 1,0 Kg

Caixa de papel de 0,5 e 1,0 Kg

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Batata: Aplicar quando ocorrer condições favoráveis à requeima (temperaturas amenas e alta umidade). Reaplicar com intervalo de 5 a 7 dias, no máximo de 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, o que equivale a 2,0 kg/ha de produto comercial.
Cebola: Aplicar quando ocorrer condições favoráveis ao míldio (temperaturas amenas e alta umidade). Reaplicar com intervalo de 5 a 7 dias, no máximo de 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, o que equivale a 2,0 a 2,5 kg/ha de produto comercial. Utilizar a maior dose em condições de maior favorecimento da doença.
Tomate: Aplicar quando ocorrer condições favoráveis à requeima (temperaturas amenas e alta umidade). Reaplicar com intervalo de 5 a 7 dias, no máximo de 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, o que equivale a 2,0 a 3,0 kg/ha de produto comercial. Utilizar a maior dose em condições de maior favorecimento da doença.
Uva: Aplicar no início do crescimento da brotação até o início da frutificação. Reaplicar com intervalo de 7 a 14 dias, no máximo de 4 aplicações durante o ciclo da cultura. Utilizar volume de calda de 1000 L/ha, o que equivale a 2,5 kg/ha de produto comercial.
Em qualquer tipo de aplicação, providenciar para que haja uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre com pulverização da calda na parte aérea da planta, visando cobrir uniformemente caules, folhas e/ou frutos.
O volume de calda pode variar de acordo com o desenvolvimento das plantas, estado vegetativo, no momento da aplicação.
Equipamentos:
O produto deverá ser aplicado em pulverização da parte aérea das plantas, utilizando-se equipamento de ação terrestre, costal, motorizado ou tratorizado.
Bicos de pulverização: deverão ser utilizados em pulverização, bicos de jato cônico vazio com a combinação adequada de ponta difusor (core) de maneira a obter uma distribuição uniforme do produto sem escorrimento para o solo.
Faixa de deposição: a faixa de deposição especifica para cada tipo de equipamento utilizado, de maneira a obter uma deposição mínima de 60 gotas/cm². Altura da barra: em equipamentos de barra, esta deverá posicionar-se à uma distância mínima de 0,50 m de alvo desejado. Com turbos pulverizadores, esta distância será no mínimo de 1 m do alvo desejado.
Pressão de trabalho: quando utilizar barra, a pressão deverá ser de 80 a 100 psi, com turbos pulverizadores a pressão de trabalho deverá ser de 60 a 100 psi.

INTERVALO DE SEGURANÇA PARA CADA CULTURA

Batata, Cebola, Tomate e Uva: 7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Recomenda-se não entrar nas áreas tratadas sem os equipamentos de proteção individual (EPI) por um período de 24 horas, ou até que a calda de pulverização esteja seca nas plantas.

LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas, quando aplicado conforme instruções de uso.
Compatibilidade: CIMOX® não deve ser aplicado com produtos de reação fortemente alcalina, tais como calda bordaleza ou sulfocálcica.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.




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