Bula Cipermetrina Nortox 250 EC

CI
Cipermetrina
3101
Nortox

Composição

Cipermetrina 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
4 - Produto Pouco Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão

Algodão

Dosagem Calda Terrestre
Alabama argillacea (Curuquerê) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Anthonomus grandis (Bicudo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Heliothis virescens (Lagarta da maçã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pectinophora gossypiella (Lagarta rosada) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Amendoim

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata yacon

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Dosagem Calda Terrestre
Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cará

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Cenoura

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Dosagem Calda Terrestre
Ceratitis capitata (Mosca do mediterrâneo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Ervilha

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-caupi

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-fava

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-guandu

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-mungo

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão-vagem

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Grão-de-bico

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Inhame

Dosagem Calda Terrestre
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Lentilha

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Dosagem Calda Terrestre
Erinnyis ello (Mandarová) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioquinha-salsa

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milheto

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Piezodorus guildinii (Percevejo verde pequeno da soja) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Sorgo

Dosagem Calda Terrestre
Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Dosagem Calda Terrestre
Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Bombona (plástico): 10 e 20 L;

Tambor (plástico): 50, 100, 110,. 125 e 200 L;

Tambor (metálico): 50, 100, 110, 125 e 200 L;

Tambor retornável (plástico): 50, 100, 110, 125 e 200 L;

Isotanque retornável – IBC - (plástico): 500 e 1000 L;

Tanque estacionário (polietileno): 5.000, 10.000, 15.000, 20.000, 25.000, 30.000, 35.000, 40.000, 45.000, 50.000, 55.000 e 60.000 L;

Tanque estacionário (polipropileno): 5.000, 10.000, 15.000, 20.000, 25.000, 30.000, 35.000, 40.000, 45.000, 50.000, 55.000 e 60.000 L;

Tanque estacionário (poliéster reforçado com fibra de vidro): 5.000, 10.000, 15.000, 20.000, 25.000, 30.000, 35.000, 40.000, 45.000, 50.000, 55.000 e 60.000 L;

Tanque estacionário (aço inox): 5.000, 10.000, 15.000, 20.000, 25.000, 30.000, 35.000, 40.000, 45.000, 50.000, 55.000 e 60.000 L;

Bambona (plástico): 5 e 25 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

O produto é um inseticida piretróide que age por contato e ingestão nos alvos biológicos abaixo indicados os quais causam consideráveis danos à produção das culturas do algodão, amendoim, arroz, batata, batata doce, batata yacon, beterraba, café, cará, cenoura, citros, ervilha, feijão, feijões, grão-de-bico, inhame, lentilha, mandioca, mandioquinha-salsa, milheto, milho, soja, sorgo e tomate.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto pode ser aplicado através de pulverizadores costais (manuais ou motorizados), estacionário com mangueira, turbo atomizador, ou tratorizado (barra ou autopropelido) e via aérea.

PREPARAÇÃO DA CALDA

Agitar a embalagem do produto antes do preparo da calda.
Recomenda-se o preparo da quantidade necessária de calda para uma aplicação.
Para preparar a calda, coloque a dose indicada no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. Aplique de imediato sobre o alvo biológico.

APLICAÇÃO TERRESTRE

O produto é um líquido prontamente emulsionável em água. Deve ser aplicado através de equipamento de pulverização adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado; estacionário com mangueira; turbo atomizador ou tratorizado com barra ou auto-propelido. Utilizar gotas de classe Média – M ou Grossa – C. A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas, utilizando sempre a menor altura possível da barra para se obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.
Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo. O produto deve ser aplicado sempre quando o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas) for atingido ou na constatação de altas infestações na área de cultivo.
As maiores doses devem ser utilizadas em altas pressões da praga e/ou em estádios vegetativos avançados da cultura, bem como os volumes de calda recomendados.
O equipamento de aplicação deverá apresentar uma cobertura uniforme na parte tratada. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo para flexibilizar caso necessário a aplicação mediante uso de tecnologia adequada.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÕES TERRESTRES

Temperatura ambiente: máximo 27ºC
Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde).

APLICAÇÃO AÉREA

Recomendada para as culturas de Algodão, Arroz, Batata, Café, Citros, Feijão, Feijões, Mandioca,
Milheto, Milho, Soja, Sorgo e Tomate.

Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Deve-se utilizar gotas de classe Média – M ou Grossa – C. Volume de calda: 10 – 40 L/ha.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO AÉREA

As condições climáticas mais favoráveis para a realização de uma pulverização, utilizando-se os equipamentos adequados de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
- Velocidade do vento: mínimo: 2 km/hora; máximo: 10 km/hora;
- Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal;
Caso haja a presença de orvalho, não há restrições nas aplicações com aviões; porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições, ou seja, a presença de orvalho na cultura.

RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO

- Evitar as condições de inversão térmica.
- Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
- Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
- Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
- O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Uso restrito as culturas agrícolas, alvos e doses registrados.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana –ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pelo Meio Ambiente ¬
IBAMA.

Recomenda-se, de maneira geral o Manejo Integrado de Pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle como:
- Utilizar sementes sadias;
- Utilizar de variedade e/ou cultivares resistência;
- Realizar rotação de culturas;
- Realizar manejo adequado de adubação e irrigação de modo que visem o melhor equilíbrio do sistema;
- Semeadura/transplante em época adequada para a cada região.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao grupo 3A (Moduladores de canais de sódio- Piretróides) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as estratégias de MIP que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência.
- Rotacionar as aplicações com produtos efetivos para a praga alvo com mecanismos de ação distintos do Grupo 3A.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 3A quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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