Bula Copa

acessos
Diflubenzuron
6017
BRA

Composição

Diflubenzuron 250 g/kg Benzoiluréia

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
60 g.p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha - 28 dias. Iniciar os tratamentos antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
500 g p.c./ha 2000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento no inicio da infestação antes que a larva penetre no fruto
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 60 dias. Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o inicio de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
30 a 60 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 21 dias. Iniciar as aplicações no início do ataque da praga, com lagartas no 1º e 2º instar (fase jovem), repetindo a aplicação 15 dias após a primeira
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição, repetir com intervalos de 7 a 14 dias
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição, repetir com intervalos de 7 a 14 dias
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 - 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição, repetir com intervalos de 7 a 14 dias
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
500 g.p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 - 14 dias. 4 dias. Eefetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição, repetir com intervalos de 7 a 14 dias
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gafanhoto
(Rhammatocerus schistocercoides)
100 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga
Gafanhoto
(Rhammatocerus spp.)
100 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga

Tipo de embalagem: Caixa
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna
Capacidade:0,25;0,5;1,0 kg

Tipo de embalagem:Frasco
Material:Plástico
Capacidade :1,0;2,0;3,0;5,0 kg

Tipo de embalagem:Saco
Material:Hidrossolúvel
Capacidade :0,125;0,25;0,5 kg

Tipo de embalagem: Saco
Material: Plástico/ Plástico Aluminizado
Capacidade :0,125;0,25;0,5;1,0 kg

Tipo de embalagem: Tambor
Material: Metálico
Capacidade: 20;50;100;200 kg

Tipo de embalagem: Tambor
Material: Plástico
Capacidade: 5,0;10;20;50;100;200 kg

COPA é um inseticida fisiológico, cujo ingrediente ativo DIFLUBENZUROM atua interferindo na deposição de quitina presente na cutícula dos insetos. Após a ingestão de COPA as larvas têm dificuldade na ecdise. A cutícula mal formada do novo instar não suporta a pressão interna durante a ecdise e/ou não consegue dar suficiente suporte aos músculos envolvidos. Isso resulta na incapacidade de liberar a exúvia e finalmente leva as larvas à morte.
COPA atua principalmente por ingestão. O produto não tem efeito sistêmico nas plantas e não penetra nos tecidos vegetais. Desta forma os insetos sugadores não são afetados, conferindo ao produto uma seletividade adicional entre os insetos.
Em pulverização aérea, recomenda-se o volume de calda de 15 a 20 Uha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICACAO:

COPA não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle. Recomendamos o inicio dos tratamentos para as seguintes culturas:

ALGODÃO: iniciar os tratamentos antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais. Em regiões onde o curuquerê ataca na fase inicial da cultura, efetuar duas aplicações seqüenciais de 30 g com Interval° de 10 dias.

CITROS: efetuar o tratamento no inicio da infestação antes que a larva penetre no fruto.

MILHO: efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o inicio de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho.

SOJA: iniciar as aplicações de 30 g/ha de COPA no inicio do ataque da praga, com lagartas no e 2' instar (fase jovem), repetindo a aplicação 15 dias após a primeira. Caso a cultura encontre-se em estágios com alto grau de enfolhamento, utilizar 60 g/ha, reaplicando 15 a 20dias após a primeira (caso necessário), sempre com lagartas no 10 e 2° instar, de acordo com o preconizado no manejo integrado de pragas.

• Tomate: efetuar o tratamento entre o começo do vôo dos adultos e a oviposição, repetir com intervalos de 7 a 14 dias, evitando reinfestação.
• Trigo: efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga.
• Gafanhoto: efetuar o tratamento sobre os insetos na fase jovem (saltão) propiciando uma cobertura adequada inclusive das áreas subseqüentes, observando-se o sentido de deslocamento da praga.

ADIÇÃO DE ADJUVANTE:
A adição de adjuvante oleoso na dose de 0,5 Uha nas aplicações aéreas tende a melhorar a eficácia do produto.

MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:
COPA deve ser preparado em mistura com água e aplicado em pulverização, usando o volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme.
Pulverização via terrestre:
• Costal: utilizar bicos cônicos das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 Ib/pol2 (p.s.i.).
No caso especifico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o estágio da cultura.
• Tratorizado: quando aplicar com barra, usar bico cônico das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb/pol (p.s.i.) nos bicos.

Pulverização via aérea:
• Costal: utilizar bicos cônicos das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 Ib/pol2 (p.s.i.).
No caso especifico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o estágio da cultura.
• Tratorizados: quando aplicar com barra, usar bico cônico das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb/pol2(p.s.i.) nos bicos.
Pulverização via aérea:
Nas culturas de algodão, milho, soja ou combate de gafanhotos, o avião deverá ser equiparado com micronair AU 5000.
Largura da faixa: a ser definida por teste dependendo da altura do vôo.
Volume da calda. 15 a 20 litros por hectare

Calcular a dose do produto de forma a manter a dose indicada por hectare.
COPA não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 60%.
COPA não deve ser aplicado com equipamento de ultra-baixo-volume (UBY).

Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com ague limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.




PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Nunca dê nada para beber ou comer.
OLI-1OS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele contaminada com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ('respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Não existe antídoto específico para Diflubenzurom. Tratamento sintomático e de suporte das funções vitais.

Grupo Químico: Benzoiluréia
Classe toxicológica
Vias de exposição: Oral (digestiva), dérmica, ocular e inalatória.
Sintomas e sinais clínicos:Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoiluréia, não
parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em
humanos são limitados. A maioria dos casos de exposição é por via
dérmica ou inalatória. A exposição oral pode ocorrer, mas não há
dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional destes
agrotóxicos.
Alguns estudos em animais mostram que a exposição a inseticidas
benzoiluréicos pode causar metemoglobinemia.
Respiratório: Dificuldades respiratórias foram observadas em experimentos com ratos alistar. Alguns animais apresentam dificuldades de locomoção 2 horas após a administração da
substância. Em testes inalatórios não foram constatados lesões macroscópicas nos pulmões, fígado e rins.
Gastrintestinal: Podem ocorrem náusea, e vômito após a ingestão destes agrotóxicos.
Hematológico: Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com animais de laboratório.

Toxicocinética:
Absorção:
1) Inseticidas do grupo benzoiluréia podem ser absorvidos pelos humanos, devido a exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante a pulverização de inseticidas.
2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato
digestivo e, em um grau menor, através da pele.
Distribuicao:
1) Inseticidas do grupo benzoilureia parecem ser amplamente distribuído nos tecidos, sem acumular.
Metabolismo:
1) Não há estudos disponíveis em humanos.
2) Os estudos em animais com diflubenzurom mostraram que a
principal rota de metabolismo em animais 6 pela hidroxilação e que
altas doses orais não foram completamente absorvidas, mas o que foi
absorvido pareceu ser rapidamente e completamente metabolizado
por hidroxilação e hidrólise.
Excreção:
1) Em ratos e camundongos, a excreção urinaria diminuiu
proporcionalmente ao aumento do nível da dose.
2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom são eliminados nas fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom altamente relacionada a dose administrada.
Quanto maior a dose, maior a excreção nas fezes.

Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Não existem dados disponíveis com relação a incidentes ou casos
clínicos de envenenamento com diflubenzuron.

Diagnóstico: O diagnostico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela
ocorrência de quadro clinico compatível.
tratamento :Prevenção da absorção:
A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do
grupo químico benzoilureia. Não há antidoto conhecido.

B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da substancia quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre tratamento sintomático quando necessário.
C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária. Não se
sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
Monitoramento:
A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e nível de metamoglobina após exposições significativas ou em pacientes sintomáticos.
C) Se ocorrer vômito severo ou diarreia após a ingestão de agrotóxico,
monitore os níveis hidroeletrolíticos.

Exposição Oral/ Parenteral:
A) 0 tratamento é sintomático e de suporte.
B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária.
C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão ativado após ingestão potencialmente tóxica. Administre uma suspenso de carvão ativado em agua (240ml de agua/ 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100g em adultos/ adolescentes, 25 a 50g em crianças (1 a 12 anos) e 1g/ kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando
administrado dentro de uma hora após a ingestão de agrotóxico. O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque..intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISAIMS
Telefone de Emergência da Empresa: (19) 3402-1975

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais do Laboratório:
Estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que o Diflubenzurom é absorvido e metabolizado principalmente no fígado e rins, sendo rapidamente excretado pelas fezes e urina. Os principais produtos de degradação encontrados são: 4-clorofenil uréia e acido 2,6 diflubenzóico. O diflubenzurom não apresenta potencial de bioacurnulação. Testes realizados com ratos demonstram que 85% do produto administrado foi eliminado pelas fezes e 2% pela urina, num período de 48 horas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (resultantes de ensaios com animais — Produto formulado):
• DL50 oral em ratos = 2000 mg /kg
e CL50 inalatória em ratos (4h): não determinado nas condições testadas o DL50 dérmica em ratos > 2000 mg /kg
o Irritação Dérmica: irritação reversível em 7 dias.
o Irritação Ocular: irritação reversível em 72 horas.
o Sensibilização cutânea: não sensibilizante

Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com animais de laboratórios (ratos) expostos a doses que variaram de 156 ppm à 10.000 ppm de Diflubenzurom, foi observada redução no ganho de peso corpóreo das fêmeas submetidas as doses mais altas assim como redução rio nível de hemoglobina do sangue de machos e fêmeas, após um ano de teste, nos tratamentos a partir de 625 ppm.



De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente/MMA.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. lmplementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses
- Sempre consultar em Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI. recomendadas na bula.