CotesiaBug CI

Geral
Nome Técnico:
Cotesia flavipes
Registro MAPA:
20123
Empresa Registrante:
Koppert
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Cotesia flavipes 750 Vespas/copo
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Terrestre
Diatraea saccharalis (Broca do colmo) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um agente de controle biológico (Cotesia flavipes) utilizado no controle da lagarta da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência, na forma inundativa. Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.

Modo, Número e Intervalo de aplicação

As liberações devem ser realizadas somente depois de 8 a 12 horas do início do "nascimento" (emergência) dos adultos. Realizar a liberação do predador entre 15 a 30 dias após constatado o nível de controle da praga, através do monitoramento de adultos com armadilhas tipo Delta. O nível de controle é de 10 ou mais machos capturados em 30% das armadilhas em um período mínimo de 3 noites. Caso for realizado o monitoramento de lagartas de Diatraea saccharalis, realizar a liberação quando for contabilizado de 800 a 1.000 lagartas por hectare. Se o levantamento populacional da broca-da-cana não for realizado na fazenda, deve-se realizar a liberação nos talhões onde a intensidade de infestação da broca-da-cana tenha sido superior a 2% na colheita da safra anterior. A liberação deve ocorrer com a dose correspondente a 6.000 parasitoides/ha (8 copos ou tubetes/ha) divididas em 8 pontos de liberação – 01 copo ou tubete/ponto de liberação. Se constatada a presença de 800 a 1.000 lagartas de broca-da-cana não parasitadas por hectare, a liberação pode ser repetida. As liberações devem ser realizadas ao entardecer ou pela manhã, evitando as horas mais quentes do dia. Aplicação terrestre: Liberar o produto em 8 pontos/ha, os copos ou tubetes deverão ser abertos ao entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída das vespas. Os copos ou tubetes deverão ser distribuídos no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro. Não deixar os copos ou tubetes expostos ao sol durante o processo de liberação.

Aplicação Aérea

Realizar a liberação em faixas de 30 a 40 metros de largura, em pelo menos 8 pontos por hectare. A altura de voo deverá seguir as regras e normativas vigentes de aplicação, respeitando-se a faixa média de altura de 10 a 30 metros acima da cultura, com tolerância de ventos de até 12 km/h. As liberações devem ser realizadas ao entardecer ou pela manhã, evitando as horas mais quentes do dia. O produto deve ser devidamente acondicionado no veículo de transporte, em temperatura controlada, utilizando embalagens que não acumulem calor, como os tubetes, esferas e copos, todos eles feitos de papel ou papelão.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

Não existem relatos científicos relativos ao desenvolvimento de resistência a predação e ao parasitismo.

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