Bula CottonQuik - Nufarm
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Bula CottonQuik

Etefom
5204
Sumitomo

Composição

Etefom 273 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Regulador de crescimento
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Regulador de crescimento - maturador (Maturador)

-Embalagens de material plástico de formato cilíndrico com tampa superior de rosca, com lacre e fundo plano, contendo 1 e 2 L.
-Embalagens de material plástico de formato quadrangular com tampa superior rosca, com lacre, fundo plano e alça resistente incorporada contendo 5; 10; 12; 15; 20 e 25 L.
-Bombonas plásicas de formato cilíndrico com tampa superior com lacre, fundo plano contendo 50; 100; 200 e 500 L.
As embalagens são providas de um lacre que é irremediavelmente destruído ao ser aberto pela primeira vez.

INSTRUÇÕES DE USO

CottonQuik é um maturador/desfolhante, do grupo químico Etileno (precursor de), que contém 273 g/Litro do ingrediente ativo ETEFOM, na forma de Concentrado Solúvel, recomendado para a cultura de algodão para induzir o desfolhamento e auxiliar na abertura das maçãs fisiologicamente maduras, aumentando a rapidez de abertura das mesmas, antecipando a colheita.

MODO DE APLICAÇÃO

CottonQuik deve ser aplicado através de pulverizadores terrestres, utilizando-se conjunto de barras e bico jacto cônico vazio adequado a uma cobertura uniforme da cultura sem escorrimento do produto com vazão de 200 a 300 litros de calda/ha e aeronaves de uso agrícola em área total, com volume de aplicação de 30-50 L de calda/ha.
Preparo da calda:
Para a preparação da calda, recomenda-se fazer uma pré diluição, em recipiente menor. Abasteça o tanque do pulverizador enchendo-se até ¾ da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então adicionando-se o produto previamente misturado com água em um balde. Complete por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação.
REALIZAR A APLICAÇÃO IMEDIATAMENTE APÓS O PREPARO DA CALDA.
NUNCA PREPARAR A CALDA E APLICAR NO DIA SEGUINTE, ALTO RISCO DE CORROSÃO E PROVOCAR DANOS AO EQUIPAMENTO DE PULVERIZAÇÃO.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Lave diariamente o pulverizador tanto interno quanto externamente, passando água limpa por todo o sistema do pulverizador, eliminando assim resíduos da calda de pulverização. Materiais apropriados e limpeza diária dos equipamentos possibilita a utilização de CottonQuik sem riscos de corrosão.
Após a aplicação, retirar as pontas e deixar correr água nas barras, nunca deixar calda com o produto de um dia para o outro, necessidade de limpeza constante dos filtros e sistema de bombeamento.
Limpeza do equipamento no final das operações:
Proceda à lavagem com solução a 3% de amoníaco logo após seu uso. Descartar a água remanescente da lavagem de acordo com os critérios de segurança, em local onde não atinja culturas sensíveis ao ETEFOM.
Em caso de dúvidas consultar o departamento técnico da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A.

PONTOS IMPORTANTES:
• Acompanhar como estão sendo realizadas as manutenções dos equipamentos de pulverização após o uso, todos tipos de pulverizador;
• Nunca deixar calda parada no equipamento, dosar apenas no momento de uso;
• Muito importante a lavagem diária, muito bem feita após cada uso;
• Lavagem do interior do pulverizador, e no exterior do equipamento e nos bicos de aplicação;
• Remoção dos bicos e peneiras de pulverização.

CUIDADOS NO USO DO COTTONQUIK:
• Aplicações fora de época poderá provocar a queda de maçãs imaturas;
• Produto não deve ser aplicado em temperaturas abaixo de 22 ° C;
• Baixas temperaturas noturnas diminuem o metabolismo das plantas e consequentemente o período para ocorrer a desfolha das mesmas;
• Ph < 2 ( produto corrosivo ) - Isso não é uma característica do CottonQuik e sim de todos os produtos à base de Etefom;
• Lave diariamente o pulverizador interna e externamente após uso.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 7 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Aguardar a secagem das partes das plantas atingidas pela aplicação

LIMITAÇÕES DE USO

• Fitotoxicidade: Não apresenta se o produto for utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula na cultura do algodão;
• Produto exclusivo para a cultura do algodão;
• Evitar deriva durante a aplicação;
• Não aplicar quando a temperatura média no período for inferior a 22 ºC;
• Sempre aplicar com o crescimento da temperatura durante o dia, temperatura ideal 22 ºC a 30 ºC.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS

Aplicação terrestre
• Equipamentos: trator equipado com conjunto de barras de bicos;
• Tipos de bicos: jato cônico vazio;
• Volume de aplicação: 200 a 300 L de calda/ha;
• Pressão de trabalho: 60 – 80 psi;
• Altura da barra: 50 cm em relação ao alvo de deposição;
• Condições climáticas: temperatura inferior a 30 ºC;
• Umidade relativa do ar superior a 70%;
• Velocidade do vento inferior a 10 km.

Aplicação aérea
• Equipamento: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos;
• Tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45;
• Volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha;
• Ângulo dos bicos em relação à direção de voo: 135º;
• Altura de voo: 2 a 4 metros sobre o solo;
• Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura;
• Evite a sobreposição das faixas de aplicação;
• Condições climáticas: temperatura inferior a 30 ºC;
• Umidade relativa do ar superior a 70%;
• Velocidade do vento inferior a 10 km/h.

Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja locais não desejados. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela intenção de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A.

Diâmetro da gota
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades e condições climáticas podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior, reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis.
Leia as instruções sobre Condições de Vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando as necessidades práticas.
Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior em vez de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Ventos
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

*Qualquer agente de controle de plantas infestantes pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se as plantas alvo desenvolverem algum mecanismo de resistência.
*Qualquer produto para controle de plantas infestantes da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas.
*Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
*Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de plantas infestantes.
*Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (Ex. controle cultural, mecânico, etc) dentro do programa de Manejo de Plantas Infestantes quando disponível e apropriado.