Covinex 700
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Oxicloreto de Cobre
Registro MAPA:
20819
Empresa Registrante:
TradeCorp |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Oxicloreto de cobre | 1196,8 g/L | |
| Equivalente em cobre metálico | 700 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Bactericida, Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Protetor |
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Indicações de Uso
| Algodão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides (Ramulose) | veja aqui | veja aqui | |
| Xanthomonas axonopodis pv. malvacearum (Mancha angular) | veja aqui | veja aqui |
| Amendoim | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Cercospora arachidicola (Mancha castanha) | veja aqui | veja aqui | |
| Cercospora personata (Mancha preta) | veja aqui | veja aqui | |
| Sphaceloma arachidis (Verrugose) | veja aqui | veja aqui |
| Batata | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Phytophthora infestans (Requeima) | veja aqui | veja aqui |
| Café | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Cercospora coffeicola (Olho pardo) | veja aqui | veja aqui | |
| Hemileia vastatrix (Ferrugem do cafeeiro) | veja aqui | veja aqui |
| Feijão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Uromyces appendiculatus (Ferrugem) | veja aqui | veja aqui |
| Mamão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Asperisporium caricae (Varíola) | veja aqui | veja aqui |
| Manga | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Colletotrichum gloeosporioides (Antracnose) | veja aqui | veja aqui |
| Trigo | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Drechslera teres (Mancha angular) | veja aqui | veja aqui |
| Uva | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Plasmopara viticola (Míldio) | veja aqui | veja aqui |
INSTRUÇÃO DE USO
O produto age por contato (protetor), atuando como coagulador de protoplasma nos alvos biológicos.
MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO
Soja
Para o manejo eficiente de ferrugem da soja, o uso de fungicidas protetores-multissítio é indicado pela pesquisa oficial brasileira para aumentar a eficácia dos fungicidas sitio-especifico e dirimir o risco de desenvolvimento de resistência destes, sempre de forma preventiva, antes da incidência da doença. O monitoramento da doença, a partir do início do estádio vegetativo, e sua identificação na região, são essenciais para a utilização eficiente do controle químico. O atraso na aplicação, após constatados os sintomas iniciais de ferrugem, pode acarretar redução de produtividade, mesmo com uso de várias aplicações.
Formulação para aplicação foliar
- O produto deve ser diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização sobre as plantas, nas doses recomendadas.
- Equipamento de aplicação: utilizar pulverizador tratorizado, com pressão de 100 a 150 libras ou utilizar pulverizador costal com pressão de 50 libras, com bico X-2 ou X-3 ou ainda, utilizar atomizador com pressão de 250 libras.
- Em todas as formas de aplicação deve-se observar que esteja ocorrendo uma boa cobertura de pulverização nas plantas. Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e a evaporação do produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca.
Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto quando diluído em água deverá ser utilizado no mesmo dia. Após as aplicações, lavar interna e externamente os pulverizadores, reservatórios etc., para evitar problemas de corrosão nos seus componentes à base de ferro e ferro galvanizado.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Quando houver recomendação/informações sobre MIP oriundas de pesquisa pública ou privada, as mesmas devem ser implementadas.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo M01 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível.
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
GRUPO M01 FUNGICIDA
O produto fungicida é composto por Oxicloreto de cobre que apresenta mecanismo de ação dos Multi-sítio de contato, pertencente ao Grupo M01, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).
Agite antes de usar.