Bula Curbix 200 SC

acessos
Etiprole
10806
Bayer

Composição

Etiprole 200 g/L Fenilpirazol

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
0,13 a 0,25 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Máximo uma aplicação na cultura. 75 dias. Início da irrigação permanente
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cigarrinha das raízes
(Mahanarva fimbriolata)
1,5 a 3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha - Única aplicação. 180 dias. Quando atingir nível de controle recomendado
Cupim
(Heterotermes tenuis)
2 a 2,5 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Única aplicação. 180 dias. Toletes-sementes, antes da cobertura

Frascos e bombonas de polietileno de alta densidade ou metálica de 0,5; 1; 5; 10; 20 e 200L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Curbix 200 SC é um inseticida de contato e ingestão do grupo fenilpirazol, indicado para o controle das pragas mencionadas nas culturas abaixo:

Cana-de-Açúcar (Plantios Novos): Cupins (Heterotermes tenuis)
Cana-de-Açúcar (Soqueira): Cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata)
Arroz Bicheira-da-raíz-do-arroz (Oryzophagus oryzae)

DOSES/PRAGAS CONTROLADAS: Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Cana-de-açúcar: para o controle de cupins a aplicação é feita preventivamente sobre os "toletes” sementes colocadas no sulco de plantio antes da operação de cobertura. Para o controle da cigarrinha em soqueira de cana crua, realizar as aplicações da calda inseticida em jato dirigido sobre a linha de cultivo, quando for observado o aparecimento das primeiras ninfas, e as condições de clima forem favoráveis para o desenvolvimento da praga (umidade e calor).
A eficiência no controle da cigarrinha-das-raízes manifesta-se a partir do 15° dia após a aplicação.

Arroz: para controle da bicheira-da-raiz-do-arroz, fazer aplicação no início da irrigação permanente.

Número máximo de aplicações para Cana-de-açúcar e Arroz: 1 aplicação

MODO DE APLICAÇÃO:

Cana-de-açúcar:

Cupins:
Dilui-se o produto em água na dose de 2,0 a 2,5 L/ha, e realiza-se a pulverização com auxílio de um pulverizador dotado de bico do tipo leque Gato plano) no interior dos sulcos sobre os "toletes" utilizados como sementes, procedendo-se a cobertura imediatamente após aplicação, utilizando volume de calda de 100 litros/ha.

Cigarrinha:
Para o controle de cigarrinha em soqueira, realiza-se a aplicação com o auxílio de um pulverizador de bico do tipo leque Jato plano) com volume de calda de 120 L/ha.

Arroz:

Fazer aplicação no início da irrigação permanente, utilizando 200 L de calda/ha.

Aplicação aérea:

Nas culturas do arroz e cana-de-açúcar: Usar micronair ou barra equipada com bicos cônicos 02 a 012, altura de vôo de 2 a 4 m, pressão da bomba 30 a 50 Lb/pol², vazão de 10 a 20 L/ha para micronair e 20 a 30 L/ha quando se emprega barra, largura da faixa de deposição 15 a 18 m, com densidade mínima de 80 gotas/cm².

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz : 75 dias
Cana-de-açúcar: 180 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA DADOS RÈLATI VOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação dó produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamento de-proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO QA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando'por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada côm os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado..em sua embalagem original em local trancado, longe de crianças e animais.
'Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. • Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizara embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência' levando a embalagem, rótulo, bula ei ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produtor for inalado ('respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

Grupo Químico - Etiprole: Fenilpirazol
Classe toxicológica - Classe III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de absorção - Oral, dermal, inalatória e ocular.
Toxicocinética - Etirole: Em ratos é rapidamente absorvido (~: 89% da dose de 5 mg/kg de peso corpóreo em 24 horas), a concentração máxima no sangue foi medida após 8 horas depois da administração. Quase todos os resíduos foram metabolizados 168 horas após a administração oral. Menos de 1% da dose administrada foi observada nos tecidos indicando o baixo potencial de acumulação. Em ratos o produto é rapidamente absorvido pelo trato gastro-intestinal e transportado para diversos órgãos e tecidos. A via de eliminação predominante foi fezes, com média de 67% (machos) e 55% (fêmeas) da dose administrada excretada por essa via em 168 horas após a dosagem. A excreção urinária correspondeu às médias de 24% e 36% da dose administrada para machos e fêmeas, respectivamente. Ao final do período de coleta de 168 horas, a recuperação media global para machos e fêmeas foi de 92% e 94%, respectivamente.

Mecanismos de Etirole: Em insetos age interferindo na passagem de íons cr através dos canais iônicos associados ao toxicidade GABA, entretanto, em mamíferos tem baixa toxicidade aguda pelas vias oral, dérmica e inalatória. Estudos toxicológicos sugerem que a administração de etiprole induz enzimas hepáticas metabolizadoras de drogas, como a beta-glucoroniltransferase, mostrando similaridade com a indução pelo fenobarbital.
Sintomas e sinais clínicos - Etiprole: Por via oral, em ratos, os sinais clínicos incluíram redução da atividade motora, ptose palpebral e prostração. Por via inalatária, em ratos, os sintomas incluíram pelagem úmida, prostração, piloereção, letargia, ptose, coloração marrom avermelhada ao redor dos olhos, focinho e parte da cabeça, com incidentes isolados de deficiência de taxa respiratória, ataxia, ocasional tremor corporal e espirros.
Neurotoxicidade: em ratos, nos estudos de neurotoxicidade aguda foram observadas diminuição da atividade motora e alterações na bateria de observação funcional tais como tremores, diminuição no comportamento de grooming (autolimpeza alterações na medição de força muscular, entre outros.

Diagnóstico - O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pelã ocorrência de quadro álínico compatível, devendo ser feito tíaseado no exame clínico e informações disponíveis.
Tratamento - Antídoto: Não existem antídotos específicos conhecidos.
Exposição oral: lavagem gástrica na maioria dos casos não é necessária. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto (até 1 hora). Administrar sulfato de sódio ou carvão ativado. Carvão ativado administrado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1 g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
Exposição dérmica: remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos com, água corrente e sabão neutro por pelo menos 15 minutos.
Exposição ocular: Lave com água corrente por pelo menos 15 minutos, mantendo as pálpebras abertas.
Evitar que a água da lavagem contamine o outro olho. Retire lentes de contato quando for o caso.
Atenção especial para parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias. Manter internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.

ADVERTÊNCIA: a pessoa que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas de descontami nação, deverá estar protegida por luvas e avental impermeável, de forma a não se contaminar com o agente tóxico.
Contrainclicação. O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração e pneumonite química.
Efeitos Sinérgicos - Não são conhecidos efeitos sinérgicos com outras substândias.

ATENÇAO: As Intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
- Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
- Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxico lógica
- RENACIAT - ANVISA/MS
- Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN/MS) Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450
Empresa: Bayer S.A.

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório: Vide item Toxicocinética.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório
Efeitos Agudos:
��� DL50 oral: > 2000 mg/kg P.C.
• DL50 dérmica: > 2000 mg/kg p.c.
• CL50 Inalatória: não determinada em função das características físico-químicas do produto.
• Irritação Dérmica: Irritação leve
• irritação Ocular: Irritação reversível em até 24 hroas.
• Sensibilização cutânea: O ingrediente não é sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Etiprole: Nos estudos de toxidade de curto e longo prazos realizados em camundongos com Curbix Técnico (Etiprole), o principal órgão alvo descrito foi o fígado. Um aumento no peso do fígado foi observado em animais machos, quando altas dosagens do produto foram administradas através da dieta, por 90 dias, Em outro estudo, após 78 semanas de tratamento, a única alteração neoplástica observada foi um suave aumento na incidência de adenomas hepatocelulares entre fêmeas na maior, dose testada (6/50 fêmeas tratadas versus 0/50 nas fêmeas controle), cuja significância estatística é duvidosa. Portanto, o Etiprole apresentou atividade promotora de tumor em camundongos, tendo sido demonstrado através de estudos de mecanisno, que ele é um indutor tipo-fenobarbital das enzimas hepáticas.
Em ratos, tanto nos estudos subcrônicos como crônicos, os principais efeitos foram observados nos órgãos fígado e tireolde. Curbix Técnico induziu um desequilíbrio nos hormônios da tireoide resultando em níveis mais altos de TSH e mais baixos de T4 em machos e fêmeas, que retornaram aos níveis de controle dentro de 2 semanas de interrupção do tratamento. Outras alterações não-neoplásticas, consistentes com o mecanismo de desequilíbrio hormonal observado, foram: aumento nos pesos do fígado e tireoide, hipertrofia do hepatócito centrolobular, hipertrofia das células foliculares, hipertrofia hepatbce]ular, mineralização coloidal da glândula tireoide, hiperplasia dos ductos biliares, esclerose e dilatação focal (fêmeas), focos de macrofagia alveolar nos pulmões (fêmeas) e aumento da severidade de nefropatia renal crônica, associado a um aumento na incidência de artritefperiartrite nos rins (fêmeas). Na fase carcinogênica, observam-se ligeiras, mas não estatisticamente significativas alterações proliferativas, na maior dose testada, consistindo no aumento da incidência de hiperpiasia focal das células foliculares e adenomas das células foliculares da tireoide em ambos os sexos, bem como de adenomas no fígado de machos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é:
- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE 1)
(x)Muito perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TOXICO para abelhas, podendo atingir outros
insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação de abelhas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. - O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver
embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR
9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. - telefone de emergência: 0800-0243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, 002 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇAO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador: - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos:
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos:
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no local onde guardada as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
-Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
-Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.