Bula Dacostar 500 - Arysta Lifescience

Bula Dacostar 500

acessos
Chlorothalonil
428804
Arysta Lifescience

Composição

Clorotalonil 500 g/L Carbonitrilas

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha barrenta
(Phoma arachidicola)
2 a 2,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento dos primeiros sintomas
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
2,5 a 3,5 L p.c./ha até 900 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Mancha preta
(Pseudocercospora personata)
2 a 2,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. Logo após os primeiros sintomas
Verrugose
(Sphaceloma arachidis)
2,5 a 3,5 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 14 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
2,5 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar 3 aplicações 1º no início do emborrachamento, o 2º na emissão das panículas e 3º no florescimento
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Cenoura Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de alternaria
(Alternaria dauci)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Verrugose
(Elsinöe fawcetti)
300 mL p.c./100L água 4 a 10 L de calda / planta - - 7 dias. Efetuar basicamente 2 aplicações, a 1ª quando 2/3 das pétalas já caíram e a 2ª no início da frutificação (frutos com 0,3 a 0,5 cm de diâmetro)
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
2 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Pseudoperonospora cubensis)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha de stemphylium
(Stemphylium solani)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Septoriose
(Septoria lycopersici)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
2 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar 2 tratamentos, o 1º na fase de emborrachamento, o 2º na fase de florescimento
Mancha das glumas
(Stagonospora nodorum)
2 a 3 L p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar 2 tratamentos, o 1º na fase de emborrachamento, o 2º na fase de florescimento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças
Míldio
(Plasmopara viticola)
400 mL p.c./100L água 600 a 900 L de calda/ha - 7 a 10 dias. 7 dias. Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças

Frasco de plástico ou metálico 0,1;0,15;0,2;0,25;0,5;1;1,5;2,5;2 e 3 L.
Bombona, balde plástico ou metálico: 4,5,8,10,15,20,25 e 50 L.
Tambor plástico ou metálico: 100,200,250,500 e 1000L.
Tanque container estruturado em aço inox: 1000,2000,5000,10.000,15.000,20.000,23.000 e 25.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO: CULTURAS, DOSAGENS E ÉPOCAS DE APLICAÇÕES:

AMENDOIM:Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças.

BATATA:100 l d'água com 600-900 l de calda/ha: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 7-10 dias.

BERINJELA E PIMENTÃO: 400 ml/100 l d'água com 600-900 l de calda/ha: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 7-10 dias.

CENOURA:100 l d'água com 600-900 l de calda/ha: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 7-10 dias.

MELÃO, PEPINO E MELANCIA:100 l d'água com 600-900 l de calda/ha: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 7-10 dias.

TOMATE: 100 l d'água com 600-900 l/ha de calda: Começar as aplicações logo aos primeiros sintomas das doenças. Repetir a cada 7-10 dias.

TRIGO: Efetuar 2 tratamentos, o 1º na fase de emborrachamento, o 2º na fase de florescimento. Havendo necessidade, efetuar a 3ª aplicação na fase de espigamento.


GLADÍOLO 100 l d'água.


FEIJÃO: Iniciar as aplicações 30 dias após o plantio e repetir a cada 10-15 dias.

ARROZ: Efetuar 3 aplicações 1º no início do emborrachamento, o 2º na emissão das panículas e 3º no florescimento.


CITROS: 300 ml/ 100 l d'água com 4-10 l/planta de calda: Efetuar basicamente 2 aplicações, a 1ª quando 2/3 das pétalas já caíram e a 2ª no início da frutificação (frutos com 0,3 a 0,5 cm de diâmetro).

APLICAÇÃO: VIA TERRESTRE: Usar pulverizador tratorizado de barra com bicos cônicos tipo Teejet X2 ou X3, tamanho de partículas de 250. Condições climáticas: as aplicações devem ser feitas em condições de temperatura menor que 27ºC e umidade relativa do ar acima de 60%. Ventos de até 15km/h. A velocidade do trator deve ser em torno de 6 km/h e pressão de 40-60 libras. Usando-se outros tipos de equipamentos, procurar obter pulverizações com cobertura uniforme da parte aérea das plantas.

VIA AÉREA: Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair: Volume de aplicação: 30-40 l/ha de calda. Altura do vôo: com barra: 2-3 m com Micronair: 3-4 m. Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m. Tamanho/densidade de gotas: 80, com no mínimo de 60 gotas/cm2. Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (l/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo a ventos de até 10 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir ao mínimo, perdas por deriva e evaporação. No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45º. Usando-se Micronair, o nº de atomizadores deve ser 4, onde para o ajuste do regulador de vazão (VRU), pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante. O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação. Obs: Seguir estas condições de aplicações, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.

(dias): Arroz 15 dias e trigo: 30 dias, Amendoim e feijão: 14 dias, Uva, banana, citrus, melão, melancia, pepino, berinjela, pimentão, tomate, feijão, batata, cenoura e soja: 7 dias. Gladíolo : Não estabelecido por ser de uso não alimentar.

FITOTOXIDADE: Não há para as culturas indicadas nas doses recomendadas.

OUTRAS RESTRIÇÕES: não há.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Chlorothalonil - já está registrado no MAA.

MÉTODO DE ANÁLISE QUÍMICA:.G.L.C.: Cromatografia de gás.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

DADOS RELATIVOS AO MEIO AMBIENTE

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE


-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamentos.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a empresa ARYSTA LIFESCIENCE DO BRASIL
LTDA - telefone de emergência (OXX15) 3292-1161.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2, PÓ QUÍMICO, etc., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

?EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

o Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento,adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador
mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água da lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo;

o Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir
os seguintes procedimentos:
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
-Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os
seguintes procedimentos:
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem.
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário,ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

? EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existe separadamente das embalagens lavadas.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa pelo usuário ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado pela nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embagem vazia

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

?EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em loca cobertom ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases e efluentes aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Incompatível com óleos minerais.