Bula Defender

CI
Telenomus podisi
30921
CL Empreendimentos

Composição

Telenomus podisi 1000 Ovos/mL

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida biológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Ovos parasitados
Inseticida biológico

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Dosagem Calda Terrestre
Euschistus heros (Percevejo marrom) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tipo: Barrica
Material: Papelão
Capacidade: 36.600.000 indivíduos

Tipo: Caixa
Material: Fibra celulósica/isopor/plástico
Capacidade: 36.600.000 indivíduos

Tipo: Cápsula
Material: Fibra celulósica biodegradável/papelão/plástico/polpa modada poliestireno
Capacidade: 250.000 indivíduos

Tipo: Cilindro
Material: Papelão/Plástico
Capacidade: 36.600.000 indivíduos

Tipo: Frasco
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 36.600.000 indivíduos

Tipo: Sachê
Material: Fibra celósica/Papel hidrossolúvel/Plástico aluminizado/Plástico metalizado
Capacidade: 36.600.000 indivíduos

Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico aluminizado/Plástico metalizado
Capacidade: 36.600.000 indivíduos.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um agente biológico (Telenomus podisi) de controle utilizado para o controle de Percevejo marrom (Euschistus heros) em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. As fêmeas do Telenomus podisi localizam ovos de percevejos no campo e depositam nestes seus ovos, interrompendo o desenvolvimento da praga no início de seu ciclo. Os ovos da praga-alvo tornam-se de coloração escura e dão origem a novas vespas de Telenomus ao invés de novos percevejos. Estas vespas parasitarão novos ovos das pragas-alvos.

EMBALAGENS

O produto poderá ser apresentado aos agricultores nas seguintes embalagens: Barrica com 650.000 ovos; caixa com 650.000 ovos; cilindro com 650.000 ovos; cápsula com 205 ovos; frasco com 6.500 ou 65.000 ovos; sachê com 6.500 ou 65.000 ovos; saco com 6.500 ou 65.000 ovos.

DOSE E ÉPOCA DE APLICAÇÃO

As liberações do produto deverão ser feitas em pós-emergência da cultura, partir da fase vegetativa até a maturação fisiológica (R6). Monitorar a população do percevejo, com batida de pano, a partir da fase vegetativa até a maturação fisiológica (R6). Deve-se proceder a coleta com batida de pano no período da manhã, quando ocorre maior exposição desses sugadores no topo das plantas. Fazer 3 aplicações (liberações), em intervalos de 7 dias. Realizar a primeira liberação quando forem encontrados dois percevejos por metro. Realizar as liberações em períodos de baixa intensidade solar e com ausência de chuvas. De forma preventiva, para controlar os percevejos migrantes das bordaduras, durante a fase vegetativa da cultura, pode-se realizar o monitoramento nas bordas das lavouras, e quando for detectado o alvo biológico, pode-se realizar as 3 liberações nestas áreas. As liberações nas bordaduras só devem ser realizadas se o ataque do percevejo não estiver generalizado por toda a lavoura.

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre

Aplicações terrestres deverão ser feitas por meio de cápsulas contendo os ovos de Euschistus heros parasitados por Telenomus podisi. A distribuição das cápsulas deverá ser feita de forma manual, na quantidade de 32 cápsulas por hectare, distribuídas em pontos equidistantes na lavoura. Aplicação aérea: Aplicações áreas deverão ser feitas por meio de ovos à granel de Euschistus heros parasitados por Telenomus podisi. A distribuição dos ovos deverá ser feita por meio de drones calibrados para a dose de 6,5 mL de ovos por hectare.

RESTRIÇÕES DE USO

Não existem restrições para o uso do produto.

RECOMENDAÇÕES ESPECIAIS

O produto é um produto para uso imediato. Deve ser aplicado sozinho, sem misturas com outros produtos. A emergência das pupas pode variar de acordo com a temperatura ambiente. Para maior homogeneidade de emergência e liberação no momento correto, recomenda-se manter as embalagens com o produto protegidas do sol, da umidade e do frio. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de Telenomus podisi, entretanto, recomenda-se sempre seguir as estratégias de manejo de resistência de insetos:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.iracbr.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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