Bula Dual Gold - Syngenta

Bula Dual Gold

acessos
Metolacloro
8499
Syngenta

Composição

Metolacloro 960 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Pode ser aplicado em esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência. Não aplicar em solos arenosos
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Canola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Erva-de-coração
(Chamaecrista rotundifolia)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,5 a 3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2,5 a 3 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do produto. Não aplicar em solos arenoso
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
até 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
até 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Milho S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
até 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
até 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência. Não aplicar em solos arenoso
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Maria preta
(Solanum americanum)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Maria preta
(Solanum americanum)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das culturas. Não determinado devido à modalidade de emprego. Poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados). Não aplicar em solos arenoso

Bag-in-box (Plástico ou papelão) - 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220; 500; 1000 L
Balde (Metal) - 5; 10; 15; 20; 25 L
Bombona ( Polietileno) - 20; 10 ou 5 L
Bulks ( Aço inox) - 1000; 2000; 3000; 5000; 7500; 10000; 12500; 15000; 20000; 25000 L
Bulks (Fibra) - 1000; 2000; 3000; 5000; 7500; 10000; 12500; 15000; 20000; 25000 L
Bulks ( Polietileno ) -1000; 2000; 3000; 5000; 7500; 10000; 12500; 15000; 20000; 25000 L.
Farm-pack ( Polietileno de alta densidade ) - 200; 225; 420; 500; 530; 600 L
Frasco (Plástico) - 0,1; 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2 L
IBC (Plástio) - 500; 600; 750; 1000 L
Lata ( Folha de Flandres ) - 10; 20; 50; 100; 200; 5 L
Tambos (Plástico, metal ou fibra celulósica) - 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220 L
Tanque (Plástico ou metal) - 5000; 20000 L.
Isotanque de aço - 24.000 e 26.000

INSTRUÇÕES DE USO:
DUAL GOLD é um herbicida seletivo, indicado para o controle pré-emergente de plantas infestantes nas culturas de soja, milho, cana-de-açúcar, feijão e algodão.
•Nas culturas de soja e milho nos sistemas de plantio direto ou convencional.
Modo de Ação:
DUAL GOLD caracteriza-se pela ação graminicida acentuada, notadamente sobre as espécies anuais, com forte ação sobre a Trapoeraba e algumas espécies de folhas largas.
Oingrediente ativo S-METOLACLORO é absorvido através do coleóptilo das gramíneas e hipocótilo das folhas largas, e atua na gema terminal inibindo o crescimento das plantas.
Osintoma do efeito herbicida sobre as plantas sensíveis caracteriza-se pelo intumescimento dos tecidos, e pelo enrolamento do caulículo nas monocotiledôneas e nas folhas largas observa-se a clorose, necrose e a morte. A maioria das plantas, porém, morre antes de emergir a superfície do solo.

Área de Utilização / Objetivos dos Tratamentos:
DUAL GOLD poderá ser recomendado para aplicação no controle pré-emergente das plantas infestantes nas seguintes situações:
•Nas infestações exclusivas de gramíneas sensíveis;
•Nas infestações predominantes de gramíneas e ou trapoeraba com presença de folhas largas sensíveis ao produto;
•No cerrado (região Centro-oeste) nas infestações de capim-braquiária, capim-carrapicho, trapoeraba associados com folhas largas sensíveis, onde a atividade do produto é favorecida pelas condições climáticas e tipos de solo;
•Em aplicação seqüencial, exclusivamente na cultura do algodão.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
DUAL GOLD deve ser aplicado logo após o plantio na pré-emergência das culturas indicadas e
das plantas infestantes.
Culturas de algodão e feijão: deve ser aplicado logo após o plantio ou no máximo 1 dia
depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de umidade do solo de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por ocasião da aplicação do
produto.
Obs: Na cultura de algodão poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a
cultura desenvolvida e porte aproximado de 40 a 50 cm, em jato-dirigido, como tratamento complementar, após o último cultivo mecânico das entrelinhas e as plantas infestantes na pré-
emergência.
Cultura do algodão - Aplicação seqüencial: DUAL GOLD também pode ser aplicado em
esquema de aplicação seqüencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pós- emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre
em pré-emergência.
Cultura da cana-de-açúcar: Aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de
tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após
o corte da cana.
O produto poderá ser aplicado sobre a cultura germinada desde que observada a condição de
pré-emergência das plantas infestantes no momento da aplicação.
Cultura do milho: poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas infestantes sempre na pré-emergência.
Na cultura do milho o tratamento poderá ser feito também em faixas de aproximadamente 50 cm, ao longo do sulco de plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas propriedades ou com equipamento tratorizado nas áreas maiores, com o sistema 3 em 1, no qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso o controle das plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida.
Cultura da soja: poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados).

Início da Aplicação:
Deve-se iniciar a aplicação do DUAL GOLD após o restabelecimento do "deficit hídrico".
Não aplicar nos plantios precoces quando o solo estiver ainda na fase de "deficit hídrico", pois o seu funcionamento poderá vir a ser comprometido.

Número de Aplicações:
Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender as necessidades das culturas.
Nas altas infestações de capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba, cujas espécies germinam em diferentes camadas o tratamento pré-emergente poderá eventualmente necessitar de complemento com um herbicida pós-emergente.
Isto poderá ocorrer particularmente nas culturas de FEIJÃO e ALGODÃO em que se aplicam doses menores do produto para assegurar maior seletividade.
No caso específico do ALGODÃO, o uso de aplicação seqüencial pode ser uma boa opção para se obter maior período de controle das plantas infestantes.
Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência:
Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes é importante que sejam observados alguns pontos que ressaltamos a seguir:

A. Preparo do solo:
A. 1. Sistema de plantio convencional: vawonN45°A
1.Culturas de Soja, Milho, Feijão, Algodão e Cana-de-açúcar): O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação, nivelamento superficial, de modo a obter a camada de solo livre de torrões, cujas condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação dos herbicidas.
Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais profundas como o capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba a última gradeação que antecede o plantio deverá ser feita no máximo 3 dias antes da semeadura e da aplicação dos herbicidas.
2.Cana-soca: As operações de preparo de solo para aplicação do herbicida consistem no enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira, efetuados após o corte da cana.
A.2. Sistema de Plantio-Direto:
Culturas de soja e milho: As operações de preparo de solo consistem no manejo e dessecação das plantas infestantes ou das culturas de inverno.
A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência da área destinada ao cultivo no momento da semeadura e da aplicação.

A.3. Sistema de Cultivo Mínimo:
Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de gramíneas:
Após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação plena do primeiro fluxo de plantas até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4 folhas e no máximo inicio de perfilhamento). Em seguida efetuar o plantio e 24 horas após aplicar o DUAL GOLD associado a um dessecante sem efetuar mistura em tanque no momento da aplicação dos produtos.
A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4 dias para plantar e aplicar o herbicida.

B. Umidade do solo:
•Solo deve estar úmido durante a aplicação dos herbicidas.
•Não aplicar com o solo seco. A ação da umidade é fundamental para ativação do herbicida ravés da incorporação e distribuição do produto no perfil do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento, proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com hábito de germinar nas diferentes profundidades no solo (O - 12 cm)

C. Densidade de infestação das plantas infestantes:
Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a fatores como dose, condições climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por vezes poderá necessitar de tratamento complementar.

D. Ocorrência de chuvas:
Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o DUAL GOLD, são benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo sua pronta ação. Sobretudo no sistema de plantio direto proporciona o rápido carreamento dos produtos para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo.
A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, poderá causar rápida lixiviação abaixo do banco de sementes acarretando redução no período de controle e reinfestação precoce da área tratada.

E. Ocorrência de veranico:
A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade dos herbicidas no solo acarretando:
1.mal resultado no controle e reinfestação de espécies que germinam nas camadas mais profundas: Capim-marmelada, Trapoeraba.
2.degradação acelerada do produto (fotodegradação): quando da exposição às condições de seca por mais de 2 a 3 semanas, e conseqüente redução da atividade biológica.

F. Ventos:
Não aplicar com ventos superiores a 10 km/hora devido aos problemas de forte deriva.
Preparo da Calda:
Os produtos nas quantidades pré-determinadas poderão ser despejados diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d'água.

MODO DE APLICAÇÃO:
DUAL GOLD deve ser aplicado na forma de pulverização, nas respectivas culturas
recomendadas, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais ou aéreos, neste caso devendo ser observado os parâmetros normais para este tipo de aplicação.
DUAL GOLD deve ser aplicado com auxilio de equipamentos convencionais terrestres, pulverizadores costais, manual ou pressurizado, e pulverizadores tratorizados adaptados de barras e nas áreas extensivas, poderão ser aplicados também via aérea com a utilização de aviões agrícolas ou helicópteros.

Pulverizadores terrestres - parâmetros de aplicação:
Bicos recomendados: Utilizar bicos leque do tipo Teejet - 80.02, 80.03 , 80.04,110.02 , 110.03 ,110.04 ou similares.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 150 a 300 litros de calda por hectare.
Observações: Nos pulverizadores costais os bicos mais recomendados são os de leque:
80.02, 80.03 ou 110.02, 110.03.
Nas regiões sujeitas a ventos acentuados as aplicações na pré-emergência poderão ser feitas
com uso de bicos anti-deriva do tipo FULLJET, como o FL 5 , FL 6,5 , FL 8 à pressão de 20 a 25 libras por polegada quadrada.

Aplicação aérea - parâmetros para o avião Ipanema: Bicos - 80.10, 80.15, 80.20
Volume da calda - 40 a 50 litros/ha
Altura do vôo - 3 a 4 metros
Temperatura ambiente: até 27°C
Umidade Relativa do Ar - mínimo de 55% Velocidade do vento - máxima de 10 km/hora Faixa de aplicação: 15 metros
Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros.

Nota - Nas operações com aeronaves atender às Normas da Portaria 009 de 23 de março de
1983, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do
Abastecimento.
Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos quanto
à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Não determinado devido a modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão de saúde humana -
ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Os efeitos de fitotoxicidade são pouco freqüente e acontecem em situações que favoreçam
sua ocorrência, tais como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros.
Ressalta-se, porém, que os efeitos abaixo mencionados são temporários e as plantas retomam o seu crescimento normal sem causar prejuízos na produtividade final.
Sintomas dos efeitos do DUAL GOLD:
•Na cultura de milho estes sintomas se manifestam pelo enrolamento das plântulas, por vezes
forte enrugamento e inibição no crescimento.
•Nas culturas de feijão e algodão estes sintomas se manifestam através da clorose, necrose
das folhas cotiledonares, encarquilhamento das folhas e inibição temporária no crescimento.
•Na cultura da soja a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses aliada a alta pluviosidade, e nestes casos manifesta - se pelo encarquilhamento das folhas e inibição
temporária no crescimento.
•Na cultura da cana-de-açúcar a eventual fitoxicidade se manifesta somente se aplicado sobre
a cana germinada, e nestas circunstâncias através da necrose das pontas das folhas presentes durante a aplicação.
Outras restrições a serem observadas:
•Não aplicar o DUAL GOLD em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos.
•No sistema de plantio direto não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com reinfestações de plantas infestantes. Deve-se efetuar aplicação com operação de manejo.
•Na cultura de Feijão, não ultrapassar a dose do DUAL GOLD a 1,25 litros/ha.
•Na cultura de Feijão efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação sobre
variedades não relacionadas na recomendação.
•DUAL GOLD não é recomendado nos campos de produção de sementes de milho, devido à
maior sensibilidade deste material (híbrido simples, linhagens). Sua utilização será viável
somente através de testes prévios.
•Nas altas densidades de infestação de algumas gramíneas que germinam em diferentes
fluxos (Capim-marmelada, Capim-carrapicho, Capim-braquiaria), os tratamentos pré-emergentes com DUAL GOLD poderão vir a requerer um complemento com pós-emergente, dependendo das condições climáticas após aplicação.
DUAL GOLD é fortemente adsorvido pelos colóides de matéria orgânica, portanto, nos solos com alto teor de matéria orgânica deve-se aplicar doses maiores. Nos solos turfosos não usar o produto.

TOLERÂNCIA DA CULTURA / SELETIVIDADE:
DUAL GOLD mostra-se bastante seletivo às culturas indicadas, nas respectivas doses e
sistemas de cultivo recomendados.
Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio das
culturas. Eventualmente falha na seletividade poderá ocorrer como conseqüência de plantios rasos (superficiais). Atentar também para as variedades indicadas e o tipo de solo, de forma a assegurar a seletividade do produto.

Nas culturas de algodão e feijão deve-se aplicar DUAL GOLD logo após a semeadura, ou no máximo 1 dia depois, com o que se obtém maior segurança na sua utilização. Ainda no caso da cultura de algodão, a aplicação pode ser feita em pré-emergência da cultura ou no
esquema seqüencial.
A planta de milho é tolerante ao produto até a fase de charuto, e a soja até o estádio de palito
de fósforo (com os cotilédones fechados).
A planta da cana-de-açúcar, todavia, apresenta boa tolerância mesmo após germinada em
qualquer estádio de desenvolvimento.
DUAL GOLD não pode ser aplicado sobre plantas germinadas de feijão e algodão
(exceto no caso da aplicação seqüencial), devido à maior sensibilidade destas espécies, principalmente na fase inicial de emergência.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana -
ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS: Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Evite qualquer contacto do produto com a pele, olhos e roupas. Caso isso ocorra lave com água em abundância as partes atingidas. VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
•Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente por 10 minutos com bastante água limpa.
•Evite a inalação ou aspiração do produto. Caso isso ocorra procure local arejado.
•Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com bastante água limpa por 10 minutos.
•Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; avental impermeável; viseira facial e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia. Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator, aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão hidrorepelente com CA do Ministério do Trabalho mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara cobrindo nariz e boca; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas nitrila.
Evite que a calda a ser pulverizada atinja outras culturas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto, antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão e luvas.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
NÃO DEIXAR ANIMAIS PASTAREM EM ÁREAS RECENTEMENTE TRATADAS, OU FORNECER-LHES FORRAGEM DAÍ RETIRADA.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Remover a pessoa com suspeita de intoxicação para local arejado, e proteger do resfriamento.
Em caso de suspeita de intoxicação procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: se engolir o produto, administrar repetidamente carvão medicinal com grande
quantidade de água. Procure auxílio médico imediatamente, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
OLHOS: evite o contato com os olhos. Em caso de contato, lave com muita água corrente, por
pelo menos 10 minutos, e procure imediatamente o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
PELE: Evite o contato com a pele. Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave as partes atingidas com muita água corrente e sabão neutro e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INALAÇÃO: Evite a inalação ou aspiração do produto. Se o produto for inalado ("respirado"),
leve a pessoa para local aberto e ventilado. Procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Nota: Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente e nunca induza o vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.

- INTOXICAÇÕES POR DUAL GOLD - INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: CLOROACETANILIDA
CLASSE TOXICOLÓGICA: I- EXTREMAMENTE TÓXICO
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral e Dérmica
TOXICOCINÉTICA: S-Metolachlor é absorvido extensamente após ser administrado via oral. Estudos de laboratório em ratos indicam que a absorção através da pele é moderada. As principais vias de excreção são a urina e fezes.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: O contato do produto com os olhos ou pele pode resultar em irritação.
Não há dados de casos de toxicidade aguda em humanos após ingestão do produto, portanto desconhecem-se os sintomas clínicos de toxicidade.
DIAGNÓSTICO: Devido à ausência de sintomatologia específica, o diagnóstico deve estar baseado somente na história da ingestão do produto. Não foram desenvolvidos métodos analíticos para determinar a presença de produtos metabólicos em fluidos biológicos humanos para obter
de diagnósticos definitivos.
TRATAMENTO: Antídoto: não existe antídoto especifico.
As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
Exposição Oral
A) O tratamento é sintomático e de suporte.
B) Lavagem gástrica: considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa á vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações:perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.
C) Carvão ativado
1)O carvão ativado se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão.
2)O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
3)Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em: água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
D) Irritação
Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou
queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto às alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto à irritação no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate brancoespasmos: com agonistas beta 2 via inalatória e corticoesteróides via oral ou parental.
Exposição Ocular
Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico, se a irritação ou dor persistirem.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
ATENÇÃO: ;Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e: !obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-704-4304

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide item TOXICOCINÉTICA, tabela acima.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos:
•Dose Letal 50% aguda oral - ratos: 2.672 mg/Kg.
•Dose Letal 50% aguda dérmica - ratos: > 2.020 mg/kg.
•Irritação ocular em coelhos: o produto foi moderadamente irritante.
•Irritação cutânea em coelhos: levemente irritante.
Efeitos crônicos:
•Toxicidade crônica em animais de laboratório: para o produto técnico administrado em várias
doses a ratos, cães e camundongos, em diversos experimentos, foi possível o estabelecimento de dose de não efeito tóxico observado.
Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (camundongos) não revelaram efeitos crônicos adversos quando administrado nos níveis de 1000 ppm (1 mg/kg)

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
•Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
•Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no sob, podendo atingir áreas vizinhas às áreas tratadas, lençóis freáticos e águas superficiais.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
•É PROIBIDA a aplicação deste produto em áreas alagadas ou sujeitas a inundação por causar danos ao meio ambiente, quando aplicado nessas condições.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e cultura suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
Olocal deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
•• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustivel.
Olocal deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens disponíveis adequadas, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800 704 4304.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeavel, luvas e Dotas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Isole e sinalize a área contaminada.
Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre aí bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo:
Piso pavimentado: Colocar material absorvente (p. ex. serragem ou terra) sobre o conteúdo derramado e recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. Remova conforme orientações de destinação adequada de resíduos e embalagens. Lave o local com grande quantidade de água;
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adote os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido;
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4 - PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE
E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's —Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
-Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até um quarto do seu volume
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob
seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
-Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem por 30 segundos.
-A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. procedimentos
Ao ui ar ag
utilizar e amento independente ,pára lavem sob pressão adotar os seguintes
-Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
-Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia,
com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá
ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação. Como prática de manejo de resistência de plantas espontâneas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.


Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.